Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 449
    [i_conteudo] => 449
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2015-04-07
    [dt_conteudo] => 2015-04-07
    [4] => Geração da Tractebel investirá R$ 4 bilhões em três anos
    [titulo] => Geração da Tractebel investirá R$ 4 bilhões em três anos
    [5] => Monitor Digital
    [autor] => Monitor Digital
    [6] => Os investimentos em cinco unidades geradoras pela Tractebel Energia vão adicionar 2,278 mil megawatts (MW) à capacidade instalada da companhia nos próximos anos. 
    [resumo] => Os investimentos em cinco unidades geradoras pela Tractebel Energia vão adicionar 2,278 mil megawatts (MW) à capacidade instalada da companhia nos próximos anos. 
    [7] => 

Aumentar a capacidade em 2,3 mil mw

Previsão: 51% da energia para consumidor livre, 47% distribuidora e 2% comercializadora

Os investimentos em cinco unidades geradoras pela Tractebel Energia vão adicionar 2,278 mil megawatts (MW) à capacidade instalada da companhia nos próximos anos. A principal contribuição virá da usina hidrelétrica de Jirau, com 1,5 mil MW de capacidade, na qual a participação da empresa é de 40%.

Segundo o diretor-presidente da geradora, Manoel Zaroni, os aportes totais nos próximos três anos deverão atingir R$ 4 bilhões. “Nossa opção é ter caixa disponível, pois diante da crise pela qual o setor passa poderão surgir oportunidades no mercado, assim como ter uma necessidade”, afirmou.



Energia eólica



A usina termelétrica Pampa Sul, no Rio Grande do Sul, que funcionará com carvão mineral, terá capacidade instalada de 340 MW, mas poderá ser ampliada para 680 MW na segunda fase. Outro empreendimento, o complexo eólico de Campo Largo, na Bahia, com capacidade de 326,7 MW, com previsão de operação para 2019.

Mais outro complexo eólico, o Santa Mônica, está sendo instalado no Ceará, ao lado do empreendimento Trairi, que será formado por quatro parques eólicos com 97,2 MW de capacidade. O parque deve iniciar a geração em 2016. Por fim, a empresa também investe na central termelétrica a biomassa Ferrari, com capacidade instalada de 15 MW.



Consumidores livres



Para este ano, a empresa prevê que 51% da energia será destinada para consumidores livres, 47% para distribuidoras e 2% para comercializadoras. Em 2016, a previsão é destinar 50% da geração para clientes livres, 46% para distribuidoras e 4% para comercializadoras.

Zaroni disse que a estratégia está possibilitando a Tractebel atingir nível de inadimplência zero. Para os consumidores livres serão destinados 2.095 megawatt (MW) médios, com destaque para a indústria de cimentos, que consumirá 14,1% dessa energia.



Investimentos



Os investimentos da companhia neste ano deverão somar R$ 463 milhões, disse o diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Eduardo Antonio Sattamini,, durante evento da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) de São Paulo.

Deste montante, fatia de R$ 380 milhões será destinada para obras de melhorias nas usinas existentes, sendo que a térmica a carvão mineral de Pampa Sul receberá R$ 256 milhões. O empreendimento eólico Santa Mônica terá aporte de R$ 258 milhões. O restante será dividido entre a termelétrica a biomassa Ferrari e o complexo eólico de Campo Largo, na Bahia.

Para 2016, está previsto desembolso de R$ 2 bilhões, com destaque para a quantia de R$ 511 milhões, que será transferido para a usina hidrelétrica de Jirau, R$ 660 milhões para a usina Pampa Sul, e R$ 387 milhões para obras de melhorias e modernização das usinas.



Energia descontratada 



A Tractebel prevê ficar com 5% a 10% da disponibilidade total de energia elétrica descontratada até 2016. Para este ano, porém, a expectativa é de 2,3%, o equivalente a 99 megawatts (MW) médios, e para 2016, é esperada descontratação de 9,2% ou 397 MW médios.

“Nossa energia no curto prazo esta quase totalmente contratada”, disse Zaroni. Segundo o executivo, esse percentual será no máximo de 10%. O percentual de descontratação de energia deverá subir em 2017, para 15,7% da disponibilidade da Tractebel, atingindo 625 MW médios. 



Racionamento 



Manoel Zaroni afirmou que um racionamento de energia seria menos prejudicial para as geradoras do que uma situação de racionalizar.

“O racionamento seria melhor para a geradora porque a obrigação de entrega de energia também diminui, enquanto na racionalização, a empresa é obrigada a entregar 100% da energia contratada”, disse. Comentou, também, que o desafio é mostrar para o governo que essa situação penaliza o gerador de energia.



Pampa Sul 



A Tractebel Energiarecebeu a outorga para a construção da usina termelétrica a carvão mineral Pampa Sul, em Candiota (RS), dois meses antes do previsto.

Com a autorização, a intenção é iniciar as obras assim que possível. No entanto, o Zaroni afirmou que isso não garante que o empreendimento entre em operação antes do prazo previsto.

Na primeira fase, prevista para janeiro de 2019, a usina Pampa Sul terá capacidade instalada para 340 megawatts (MW) de geração, mas na segunda fase sua capacidade dobrará. A usina foi comercializada no leilão A-5 do ano passado pelo preço de R$ 201,98 por megawatt-hora (MWh).

[conteudo] =>

Aumentar a capacidade em 2,3 mil mw

Previsão: 51% da energia para consumidor livre, 47% distribuidora e 2% comercializadora

Os investimentos em cinco unidades geradoras pela Tractebel Energia vão adicionar 2,278 mil megawatts (MW) à capacidade instalada da companhia nos próximos anos. A principal contribuição virá da usina hidrelétrica de Jirau, com 1,5 mil MW de capacidade, na qual a participação da empresa é de 40%.

Segundo o diretor-presidente da geradora, Manoel Zaroni, os aportes totais nos próximos três anos deverão atingir R$ 4 bilhões. “Nossa opção é ter caixa disponível, pois diante da crise pela qual o setor passa poderão surgir oportunidades no mercado, assim como ter uma necessidade”, afirmou.



Energia eólica



A usina termelétrica Pampa Sul, no Rio Grande do Sul, que funcionará com carvão mineral, terá capacidade instalada de 340 MW, mas poderá ser ampliada para 680 MW na segunda fase. Outro empreendimento, o complexo eólico de Campo Largo, na Bahia, com capacidade de 326,7 MW, com previsão de operação para 2019.

Mais outro complexo eólico, o Santa Mônica, está sendo instalado no Ceará, ao lado do empreendimento Trairi, que será formado por quatro parques eólicos com 97,2 MW de capacidade. O parque deve iniciar a geração em 2016. Por fim, a empresa também investe na central termelétrica a biomassa Ferrari, com capacidade instalada de 15 MW.



Consumidores livres



Para este ano, a empresa prevê que 51% da energia será destinada para consumidores livres, 47% para distribuidoras e 2% para comercializadoras. Em 2016, a previsão é destinar 50% da geração para clientes livres, 46% para distribuidoras e 4% para comercializadoras.

Zaroni disse que a estratégia está possibilitando a Tractebel atingir nível de inadimplência zero. Para os consumidores livres serão destinados 2.095 megawatt (MW) médios, com destaque para a indústria de cimentos, que consumirá 14,1% dessa energia.



Investimentos



Os investimentos da companhia neste ano deverão somar R$ 463 milhões, disse o diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Eduardo Antonio Sattamini,, durante evento da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) de São Paulo.

Deste montante, fatia de R$ 380 milhões será destinada para obras de melhorias nas usinas existentes, sendo que a térmica a carvão mineral de Pampa Sul receberá R$ 256 milhões. O empreendimento eólico Santa Mônica terá aporte de R$ 258 milhões. O restante será dividido entre a termelétrica a biomassa Ferrari e o complexo eólico de Campo Largo, na Bahia.

Para 2016, está previsto desembolso de R$ 2 bilhões, com destaque para a quantia de R$ 511 milhões, que será transferido para a usina hidrelétrica de Jirau, R$ 660 milhões para a usina Pampa Sul, e R$ 387 milhões para obras de melhorias e modernização das usinas.



Energia descontratada 



A Tractebel prevê ficar com 5% a 10% da disponibilidade total de energia elétrica descontratada até 2016. Para este ano, porém, a expectativa é de 2,3%, o equivalente a 99 megawatts (MW) médios, e para 2016, é esperada descontratação de 9,2% ou 397 MW médios.

“Nossa energia no curto prazo esta quase totalmente contratada”, disse Zaroni. Segundo o executivo, esse percentual será no máximo de 10%. O percentual de descontratação de energia deverá subir em 2017, para 15,7% da disponibilidade da Tractebel, atingindo 625 MW médios. 



Racionamento 



Manoel Zaroni afirmou que um racionamento de energia seria menos prejudicial para as geradoras do que uma situação de racionalizar.

“O racionamento seria melhor para a geradora porque a obrigação de entrega de energia também diminui, enquanto na racionalização, a empresa é obrigada a entregar 100% da energia contratada”, disse. Comentou, também, que o desafio é mostrar para o governo que essa situação penaliza o gerador de energia.



Pampa Sul 



A Tractebel Energiarecebeu a outorga para a construção da usina termelétrica a carvão mineral Pampa Sul, em Candiota (RS), dois meses antes do previsto.

Com a autorização, a intenção é iniciar as obras assim que possível. No entanto, o Zaroni afirmou que isso não garante que o empreendimento entre em operação antes do prazo previsto.

Na primeira fase, prevista para janeiro de 2019, a usina Pampa Sul terá capacidade instalada para 340 megawatts (MW) de geração, mas na segunda fase sua capacidade dobrará. A usina foi comercializada no leilão A-5 do ano passado pelo preço de R$ 201,98 por megawatt-hora (MWh).

[8] => [palavra_chave] => [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2015-04-09 14:26:20 [dt_sistema] => 2015-04-09 14:26:20 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

Geração da Tractebel investirá R$ 4 bilhões em três anos

07/04/2015

Monitor Digital

Aumentar a capacidade em 2,3 mil mw

Previsão: 51% da energia para consumidor livre, 47% distribuidora e 2% comercializadora

Os investimentos em cinco unidades geradoras pela Tractebel Energia vão adicionar 2,278 mil megawatts (MW) à capacidade instalada da companhia nos próximos anos. A principal contribuição virá da usina hidrelétrica de Jirau, com 1,5 mil MW de capacidade, na qual a participação da empresa é de 40%.

Segundo o diretor-presidente da geradora, Manoel Zaroni, os aportes totais nos próximos três anos deverão atingir R$ 4 bilhões. “Nossa opção é ter caixa disponível, pois diante da crise pela qual o setor passa poderão surgir oportunidades no mercado, assim como ter uma necessidade”, afirmou.



Energia eólica



A usina termelétrica Pampa Sul, no Rio Grande do Sul, que funcionará com carvão mineral, terá capacidade instalada de 340 MW, mas poderá ser ampliada para 680 MW na segunda fase. Outro empreendimento, o complexo eólico de Campo Largo, na Bahia, com capacidade de 326,7 MW, com previsão de operação para 2019.

Mais outro complexo eólico, o Santa Mônica, está sendo instalado no Ceará, ao lado do empreendimento Trairi, que será formado por quatro parques eólicos com 97,2 MW de capacidade. O parque deve iniciar a geração em 2016. Por fim, a empresa também investe na central termelétrica a biomassa Ferrari, com capacidade instalada de 15 MW.



Consumidores livres



Para este ano, a empresa prevê que 51% da energia será destinada para consumidores livres, 47% para distribuidoras e 2% para comercializadoras. Em 2016, a previsão é destinar 50% da geração para clientes livres, 46% para distribuidoras e 4% para comercializadoras.

Zaroni disse que a estratégia está possibilitando a Tractebel atingir nível de inadimplência zero. Para os consumidores livres serão destinados 2.095 megawatt (MW) médios, com destaque para a indústria de cimentos, que consumirá 14,1% dessa energia.



Investimentos



Os investimentos da companhia neste ano deverão somar R$ 463 milhões, disse o diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Eduardo Antonio Sattamini,, durante evento da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) de São Paulo.

Deste montante, fatia de R$ 380 milhões será destinada para obras de melhorias nas usinas existentes, sendo que a térmica a carvão mineral de Pampa Sul receberá R$ 256 milhões. O empreendimento eólico Santa Mônica terá aporte de R$ 258 milhões. O restante será dividido entre a termelétrica a biomassa Ferrari e o complexo eólico de Campo Largo, na Bahia.

Para 2016, está previsto desembolso de R$ 2 bilhões, com destaque para a quantia de R$ 511 milhões, que será transferido para a usina hidrelétrica de Jirau, R$ 660 milhões para a usina Pampa Sul, e R$ 387 milhões para obras de melhorias e modernização das usinas.



Energia descontratada 



A Tractebel prevê ficar com 5% a 10% da disponibilidade total de energia elétrica descontratada até 2016. Para este ano, porém, a expectativa é de 2,3%, o equivalente a 99 megawatts (MW) médios, e para 2016, é esperada descontratação de 9,2% ou 397 MW médios.

“Nossa energia no curto prazo esta quase totalmente contratada”, disse Zaroni. Segundo o executivo, esse percentual será no máximo de 10%. O percentual de descontratação de energia deverá subir em 2017, para 15,7% da disponibilidade da Tractebel, atingindo 625 MW médios. 



Racionamento 



Manoel Zaroni afirmou que um racionamento de energia seria menos prejudicial para as geradoras do que uma situação de racionalizar.

“O racionamento seria melhor para a geradora porque a obrigação de entrega de energia também diminui, enquanto na racionalização, a empresa é obrigada a entregar 100% da energia contratada”, disse. Comentou, também, que o desafio é mostrar para o governo que essa situação penaliza o gerador de energia.



Pampa Sul 



A Tractebel Energiarecebeu a outorga para a construção da usina termelétrica a carvão mineral Pampa Sul, em Candiota (RS), dois meses antes do previsto.

Com a autorização, a intenção é iniciar as obras assim que possível. No entanto, o Zaroni afirmou que isso não garante que o empreendimento entre em operação antes do prazo previsto.

Na primeira fase, prevista para janeiro de 2019, a usina Pampa Sul terá capacidade instalada para 340 megawatts (MW) de geração, mas na segunda fase sua capacidade dobrará. A usina foi comercializada no leilão A-5 do ano passado pelo preço de R$ 201,98 por megawatt-hora (MWh).

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351