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Diretor-geral disse que o operador pede há sete anos mais usina térmicas O diretor-geral do Operacional do Sistema Elétrico, Hermes Chipp, admitiu em depoimento na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados que, terminada a crise, é necessário trabalhar em soluções estruturantes para o setor elétrico. “Em todos os segmentos, não só no setor elétrico e não só no Brasil, como também na América Latina, se trabalha bem na crise”, afirmou Chipp, reconhecendo que é preciso incorporar esse aprendizado.

“Eu não disse que o planejamento errou. Disse que o operador está pedindo há mais de sete anos mais térmicas”, disse em resposta a parlamentares da Comissão de Minas e Energia. Chipp insistiu que é preciso discutir o custo que a sociedade quer pagar pela energia, considerando  variáveis como modicidade tarifária, meio ambiente e segurança do sistema. “Tem que se discutir o ponto de equilíbrio que se deseja”, afirmou.

O executivo criticou as previsões de racionamento feitas, segundo ele, desde o ano passado, e garantiu que esse tipo de medida não será adotada enquanto for possivel garantir o abastecimento. “Se não houver recursos suficientes para atender a carga vou ser o primeiro a avisar o Comitê de Monitoramento”, acrescentou. Segundo ele, no momento não há risco evidente de racionamento.

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Diretor-geral disse que o operador pede há sete anos mais usina térmicas O diretor-geral do Operacional do Sistema Elétrico, Hermes Chipp, admitiu em depoimento na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados que, terminada a crise, é necessário trabalhar em soluções estruturantes para o setor elétrico. “Em todos os segmentos, não só no setor elétrico e não só no Brasil, como também na América Latina, se trabalha bem na crise”, afirmou Chipp, reconhecendo que é preciso incorporar esse aprendizado.

“Eu não disse que o planejamento errou. Disse que o operador está pedindo há mais de sete anos mais térmicas”, disse em resposta a parlamentares da Comissão de Minas e Energia. Chipp insistiu que é preciso discutir o custo que a sociedade quer pagar pela energia, considerando  variáveis como modicidade tarifária, meio ambiente e segurança do sistema. “Tem que se discutir o ponto de equilíbrio que se deseja”, afirmou.

O executivo criticou as previsões de racionamento feitas, segundo ele, desde o ano passado, e garantiu que esse tipo de medida não será adotada enquanto for possivel garantir o abastecimento. “Se não houver recursos suficientes para atender a carga vou ser o primeiro a avisar o Comitê de Monitoramento”, acrescentou. Segundo ele, no momento não há risco evidente de racionamento.

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Chipp defende soluções estruturantes após a crise do setor

01/04/2015

Canal Energia

Diretor-geral disse que o operador pede há sete anos mais usina térmicas O diretor-geral do Operacional do Sistema Elétrico, Hermes Chipp, admitiu em depoimento na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados que, terminada a crise, é necessário trabalhar em soluções estruturantes para o setor elétrico. “Em todos os segmentos, não só no setor elétrico e não só no Brasil, como também na América Latina, se trabalha bem na crise”, afirmou Chipp, reconhecendo que é preciso incorporar esse aprendizado.

“Eu não disse que o planejamento errou. Disse que o operador está pedindo há mais de sete anos mais térmicas”, disse em resposta a parlamentares da Comissão de Minas e Energia. Chipp insistiu que é preciso discutir o custo que a sociedade quer pagar pela energia, considerando  variáveis como modicidade tarifária, meio ambiente e segurança do sistema. “Tem que se discutir o ponto de equilíbrio que se deseja”, afirmou.

O executivo criticou as previsões de racionamento feitas, segundo ele, desde o ano passado, e garantiu que esse tipo de medida não será adotada enquanto for possivel garantir o abastecimento. “Se não houver recursos suficientes para atender a carga vou ser o primeiro a avisar o Comitê de Monitoramento”, acrescentou. Segundo ele, no momento não há risco evidente de racionamento.

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