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O papel do governo no desenvolvimento econômico é fundamental. Governo é vital para criar infraestrutura (energia, rodovias, portos, ferrovias); é essencial para o desenvolvimento do capital humano (saúde, educação, nutrição); é fundamental para garantir a lei, o sistema bancário, manutenção de contratos e etc.

A China, ao seguir os passos da Coréia do Sul, investindo na educação e na infraestrutura, retirou cerca de 600 milhões de pessoas da miséria e mantém o ritmo de desenvolvimento. Muito há de ser feito na China, que ainda tem cerca de 400 milhões que não tem energia limpa para cozinhar e encontra-se em processo de urbanização acelerada.

Quando o governo falha não há desenvolvimento. Um dos itens que levam a reduzir o desenvolvimento é a corrupção. Não medimos a corrupção em um governo (tem muita coisa em baixo da mesa), mas medimos a sua percepção.

Quando analisamos o mapa da corrupção que a Transparência Internacional faz no mundo usando índices de percepção, podemos afirmar que há uma certa correlação entre desenvolvimento e corrupção. Os países pobres, em sua grande maioria, têm um elevado grau de percepção de corrupção. Mas países em desenvolvimento, como a China e o Brasil, tem percepções de corrupção semelhantes e seus crescimentos são muito diferentes.

Para que possamos desenvolver precisamos de ações governamentais que venham a ter o controle da corrupção de forma a aumentar o seu custo e diminuir o seu benefício.

A Lei 12846 de agosto de 2013 e o Decreto 8470 de março de 2015, se aplicados rigorosamente, estão alinhados no espirito de combater a corrupção no Brasil. Outras iniciativas do Ministério Público Federal, do Legislativo, no aprimoramento das Leis para dar celeridade aos processos (PEC 15/2011), e campanhas como “corrupção nunca mais” lideradas pela sociedade, ajudam no controle da corrupção. O momento para corrigirmos essa falha do governo é agora.

A sociedade precisa resgatar valores éticos e morais que fazem que países desenvolvidos da América do Norte e Europa tenham os menores índices de percepção de corrupção do mundo, servindo de exemplo para as novas gerações.

Mas só isso não basta. Para o desenvolvimento econômico, é preciso avançar em outros quesitos, como melhoria na educação e investimentos na infraestrutura e inovação. Com a palavra, o Governo.

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O papel do governo no desenvolvimento econômico é fundamental. Governo é vital para criar infraestrutura (energia, rodovias, portos, ferrovias); é essencial para o desenvolvimento do capital humano (saúde, educação, nutrição); é fundamental para garantir a lei, o sistema bancário, manutenção de contratos e etc.

A China, ao seguir os passos da Coréia do Sul, investindo na educação e na infraestrutura, retirou cerca de 600 milhões de pessoas da miséria e mantém o ritmo de desenvolvimento. Muito há de ser feito na China, que ainda tem cerca de 400 milhões que não tem energia limpa para cozinhar e encontra-se em processo de urbanização acelerada.

Quando o governo falha não há desenvolvimento. Um dos itens que levam a reduzir o desenvolvimento é a corrupção. Não medimos a corrupção em um governo (tem muita coisa em baixo da mesa), mas medimos a sua percepção.

Quando analisamos o mapa da corrupção que a Transparência Internacional faz no mundo usando índices de percepção, podemos afirmar que há uma certa correlação entre desenvolvimento e corrupção. Os países pobres, em sua grande maioria, têm um elevado grau de percepção de corrupção. Mas países em desenvolvimento, como a China e o Brasil, tem percepções de corrupção semelhantes e seus crescimentos são muito diferentes.

Para que possamos desenvolver precisamos de ações governamentais que venham a ter o controle da corrupção de forma a aumentar o seu custo e diminuir o seu benefício.

A Lei 12846 de agosto de 2013 e o Decreto 8470 de março de 2015, se aplicados rigorosamente, estão alinhados no espirito de combater a corrupção no Brasil. Outras iniciativas do Ministério Público Federal, do Legislativo, no aprimoramento das Leis para dar celeridade aos processos (PEC 15/2011), e campanhas como “corrupção nunca mais” lideradas pela sociedade, ajudam no controle da corrupção. O momento para corrigirmos essa falha do governo é agora.

A sociedade precisa resgatar valores éticos e morais que fazem que países desenvolvidos da América do Norte e Europa tenham os menores índices de percepção de corrupção do mundo, servindo de exemplo para as novas gerações.

Mas só isso não basta. Para o desenvolvimento econômico, é preciso avançar em outros quesitos, como melhoria na educação e investimentos na infraestrutura e inovação. Com a palavra, o Governo.

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O papel do governo no desenvolvimento econômico

25/03/2015

Fernando Zancan - Presidente da ABCM

O papel do governo no desenvolvimento econômico é fundamental. Governo é vital para criar infraestrutura (energia, rodovias, portos, ferrovias); é essencial para o desenvolvimento do capital humano (saúde, educação, nutrição); é fundamental para garantir a lei, o sistema bancário, manutenção de contratos e etc.

A China, ao seguir os passos da Coréia do Sul, investindo na educação e na infraestrutura, retirou cerca de 600 milhões de pessoas da miséria e mantém o ritmo de desenvolvimento. Muito há de ser feito na China, que ainda tem cerca de 400 milhões que não tem energia limpa para cozinhar e encontra-se em processo de urbanização acelerada.

Quando o governo falha não há desenvolvimento. Um dos itens que levam a reduzir o desenvolvimento é a corrupção. Não medimos a corrupção em um governo (tem muita coisa em baixo da mesa), mas medimos a sua percepção.

Quando analisamos o mapa da corrupção que a Transparência Internacional faz no mundo usando índices de percepção, podemos afirmar que há uma certa correlação entre desenvolvimento e corrupção. Os países pobres, em sua grande maioria, têm um elevado grau de percepção de corrupção. Mas países em desenvolvimento, como a China e o Brasil, tem percepções de corrupção semelhantes e seus crescimentos são muito diferentes.

Para que possamos desenvolver precisamos de ações governamentais que venham a ter o controle da corrupção de forma a aumentar o seu custo e diminuir o seu benefício.

A Lei 12846 de agosto de 2013 e o Decreto 8470 de março de 2015, se aplicados rigorosamente, estão alinhados no espirito de combater a corrupção no Brasil. Outras iniciativas do Ministério Público Federal, do Legislativo, no aprimoramento das Leis para dar celeridade aos processos (PEC 15/2011), e campanhas como “corrupção nunca mais” lideradas pela sociedade, ajudam no controle da corrupção. O momento para corrigirmos essa falha do governo é agora.

A sociedade precisa resgatar valores éticos e morais que fazem que países desenvolvidos da América do Norte e Europa tenham os menores índices de percepção de corrupção do mundo, servindo de exemplo para as novas gerações.

Mas só isso não basta. Para o desenvolvimento econômico, é preciso avançar em outros quesitos, como melhoria na educação e investimentos na infraestrutura e inovação. Com a palavra, o Governo.

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