Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 438
    [i_conteudo] => 438
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2015-03-24
    [dt_conteudo] => 2015-03-24
    [4] => Professor alemão mostra técnicas de recuperação e elogia trabalho brasileiro 
    [titulo] => Professor alemão mostra técnicas de recuperação e elogia trabalho brasileiro 
    [5] => Lucas Jorge / assessoria de imprensa Siecesc
    [autor] => Lucas Jorge / assessoria de imprensa Siecesc
    [6] => Holger Weiss explicou técnicas de recuperação utilizadas na Alemanha no I Seminário de Recuperação de Áreas Degradadas.
    [resumo] => Holger Weiss explicou técnicas de recuperação utilizadas na Alemanha no I Seminário de Recuperação de Áreas Degradadas.
    [7] => 

Ocorreu nesta terça-feira (17), no Auditório 1 da Satc, o I Seminário de Recuperação de Áreas Degradadas. O evento idealizado pelo Ministério Público Federal contou com o apoio do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc) e visa esclarecer questões referentes ao tema e buscar novas formas de recuperação.

“O Ministério Público tem fiscalizado os projetos de recuperação, e no geral os resultados têm sido bons. Há bastante coisa a fazer ainda, mas todos estão empenhados para fazer bem o trabalho de recuperação ambiental”, disse o procurador do Ministério Público Federal, Darlan Airton Dias.

O seminário contou com a presença do professor e palestrante alemão Holger Weiss, que abriu o dia de palestras falando sobre os impactos e recuperação de áreas afetadas por mineração, além dos métodos utilizados na Alemanha e suas possíveis aplicações no trabalho realizado na região.

“Na Alemanha já são 25 anos de recuperação e tenho acompanhado muitos projetos de perto. O passivo de lá é bem maior que aqui na região de vocês. Eu estive nos locais de recuperação daqui e gostei muito do que vi. A parte de recuperação superior está muito adiantada, me impressionou muito a qualidade”, afirmou o professor Weiss, que é doutor na área.

15 anos de recuperação ambiental

O ano de 2015 marca os 15 anos desde a decisão da Justiça para que as áreas degradadas pela mineração fossem recuperadas.

“Lembro quando saiu a decisão judicial e ninguém sabia o que fazer, mas, com a ajuda de todos, os projetos foram saindo e as áreas foram sendo recuperadas. Nós damos muito valor a inovação e principalmente nessa área a inovação tecnológica é muito importante, por isso temos muitos estudos em cima das tecnologias de recuperação e o resultado é esse que o seminário mostra”, destacou o diretor executivo do Siecesc e presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Zancan.

O passivo ambiental trata-se de uma sentença de abrangência regional, que incide sobre três bacias hidrográficas: dos rios Araranguá, Urussanga e Tubarão. São 5.655 hectares impactados em superfície e até o momento foram mapeadas 818 bocas de minas abandonadas. Nestes 15 anos foram recuperados ou estão em fase de recuperação quase cinco mil hectares.

[conteudo] =>

Ocorreu nesta terça-feira (17), no Auditório 1 da Satc, o I Seminário de Recuperação de Áreas Degradadas. O evento idealizado pelo Ministério Público Federal contou com o apoio do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc) e visa esclarecer questões referentes ao tema e buscar novas formas de recuperação.

“O Ministério Público tem fiscalizado os projetos de recuperação, e no geral os resultados têm sido bons. Há bastante coisa a fazer ainda, mas todos estão empenhados para fazer bem o trabalho de recuperação ambiental”, disse o procurador do Ministério Público Federal, Darlan Airton Dias.

O seminário contou com a presença do professor e palestrante alemão Holger Weiss, que abriu o dia de palestras falando sobre os impactos e recuperação de áreas afetadas por mineração, além dos métodos utilizados na Alemanha e suas possíveis aplicações no trabalho realizado na região.

“Na Alemanha já são 25 anos de recuperação e tenho acompanhado muitos projetos de perto. O passivo de lá é bem maior que aqui na região de vocês. Eu estive nos locais de recuperação daqui e gostei muito do que vi. A parte de recuperação superior está muito adiantada, me impressionou muito a qualidade”, afirmou o professor Weiss, que é doutor na área.

15 anos de recuperação ambiental

O ano de 2015 marca os 15 anos desde a decisão da Justiça para que as áreas degradadas pela mineração fossem recuperadas.

“Lembro quando saiu a decisão judicial e ninguém sabia o que fazer, mas, com a ajuda de todos, os projetos foram saindo e as áreas foram sendo recuperadas. Nós damos muito valor a inovação e principalmente nessa área a inovação tecnológica é muito importante, por isso temos muitos estudos em cima das tecnologias de recuperação e o resultado é esse que o seminário mostra”, destacou o diretor executivo do Siecesc e presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Zancan.

O passivo ambiental trata-se de uma sentença de abrangência regional, que incide sobre três bacias hidrográficas: dos rios Araranguá, Urussanga e Tubarão. São 5.655 hectares impactados em superfície e até o momento foram mapeadas 818 bocas de minas abandonadas. Nestes 15 anos foram recuperados ou estão em fase de recuperação quase cinco mil hectares.

[8] => [palavra_chave] => [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2015-03-27 16:24:59 [dt_sistema] => 2015-03-27 16:24:59 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

Professor alemão mostra técnicas de recuperação e elogia trabalho brasileiro

24/03/2015

Lucas Jorge / assessoria de imprensa Siecesc

Ocorreu nesta terça-feira (17), no Auditório 1 da Satc, o I Seminário de Recuperação de Áreas Degradadas. O evento idealizado pelo Ministério Público Federal contou com o apoio do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc) e visa esclarecer questões referentes ao tema e buscar novas formas de recuperação.

“O Ministério Público tem fiscalizado os projetos de recuperação, e no geral os resultados têm sido bons. Há bastante coisa a fazer ainda, mas todos estão empenhados para fazer bem o trabalho de recuperação ambiental”, disse o procurador do Ministério Público Federal, Darlan Airton Dias.

O seminário contou com a presença do professor e palestrante alemão Holger Weiss, que abriu o dia de palestras falando sobre os impactos e recuperação de áreas afetadas por mineração, além dos métodos utilizados na Alemanha e suas possíveis aplicações no trabalho realizado na região.

“Na Alemanha já são 25 anos de recuperação e tenho acompanhado muitos projetos de perto. O passivo de lá é bem maior que aqui na região de vocês. Eu estive nos locais de recuperação daqui e gostei muito do que vi. A parte de recuperação superior está muito adiantada, me impressionou muito a qualidade”, afirmou o professor Weiss, que é doutor na área.

15 anos de recuperação ambiental

O ano de 2015 marca os 15 anos desde a decisão da Justiça para que as áreas degradadas pela mineração fossem recuperadas.

“Lembro quando saiu a decisão judicial e ninguém sabia o que fazer, mas, com a ajuda de todos, os projetos foram saindo e as áreas foram sendo recuperadas. Nós damos muito valor a inovação e principalmente nessa área a inovação tecnológica é muito importante, por isso temos muitos estudos em cima das tecnologias de recuperação e o resultado é esse que o seminário mostra”, destacou o diretor executivo do Siecesc e presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Zancan.

O passivo ambiental trata-se de uma sentença de abrangência regional, que incide sobre três bacias hidrográficas: dos rios Araranguá, Urussanga e Tubarão. São 5.655 hectares impactados em superfície e até o momento foram mapeadas 818 bocas de minas abandonadas. Nestes 15 anos foram recuperados ou estão em fase de recuperação quase cinco mil hectares.

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351