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Com a crise hídrica no Brasil, as hidrelétricas estão com pouca vazão e a produção em baixa. Por isso, outras formas de geração de energia são acionadas. Em Petrolina, no Sertão pernambucano, uma termelétrica funciona diariamente para garantir o abastecimento de energia na região.

A companhia Energética de Petrolina funciona desde 2002 e foi criada inicialmente para atender ao Plano Emergencial de Termelétricas do Governo Federal. O diretor técnico da companhia, Hélio Takeno, explica que a termelétrica nessa fase de escassez hídrica, se torna muito importante. “Ela dá suporte e firma a energia que a população consome e a usina de Petrolina com 130 megawatts”.

A usina funciona através de óleo produzido a base de petróleo que vem de uma refinaria, do município de Camaçarí, na Bahia. O óleo é armazenado em dois tanques com capacidade de um milhão e meio de litros. Depois, segue para a casa das máquinas, onde estão oito motores, cada um com seis metros de altura e 300 toneladas. O trabalho deles gera a combustão, que produz a energia elétrica, que  é trasportada para essa subestação e repassada para a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe).

De acordo com a determinação do Operador Nacional do Sistema (ONS), desde setembro do ano passado metade da energia consumida na cidade de Petrolina vem da usina. A potência transferida pela termelétrica é de 128 megawatts por hora, quantidade suficiente para atender até 500 mil habitantes, 24 horas por dia.

Entretanto, o problema é que esse tipo de energia é mais cara do que a produzida nas hidrelétricas, e os custos acabam sendo repassados para os consumidores. “Como toda energia térmica, ela é mais cara que a hidrelétrica, porque tem que pagar o combustível. Seja ela, o gás natural, seja ela carvão, óleo diesel ou óleo combustível como essa de Petrolina”, destaca Hélio Takeno.

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Com a crise hídrica no Brasil, as hidrelétricas estão com pouca vazão e a produção em baixa. Por isso, outras formas de geração de energia são acionadas. Em Petrolina, no Sertão pernambucano, uma termelétrica funciona diariamente para garantir o abastecimento de energia na região.

A companhia Energética de Petrolina funciona desde 2002 e foi criada inicialmente para atender ao Plano Emergencial de Termelétricas do Governo Federal. O diretor técnico da companhia, Hélio Takeno, explica que a termelétrica nessa fase de escassez hídrica, se torna muito importante. “Ela dá suporte e firma a energia que a população consome e a usina de Petrolina com 130 megawatts”.

A usina funciona através de óleo produzido a base de petróleo que vem de uma refinaria, do município de Camaçarí, na Bahia. O óleo é armazenado em dois tanques com capacidade de um milhão e meio de litros. Depois, segue para a casa das máquinas, onde estão oito motores, cada um com seis metros de altura e 300 toneladas. O trabalho deles gera a combustão, que produz a energia elétrica, que  é trasportada para essa subestação e repassada para a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe).

De acordo com a determinação do Operador Nacional do Sistema (ONS), desde setembro do ano passado metade da energia consumida na cidade de Petrolina vem da usina. A potência transferida pela termelétrica é de 128 megawatts por hora, quantidade suficiente para atender até 500 mil habitantes, 24 horas por dia.

Entretanto, o problema é que esse tipo de energia é mais cara do que a produzida nas hidrelétricas, e os custos acabam sendo repassados para os consumidores. “Como toda energia térmica, ela é mais cara que a hidrelétrica, porque tem que pagar o combustível. Seja ela, o gás natural, seja ela carvão, óleo diesel ou óleo combustível como essa de Petrolina”, destaca Hélio Takeno.

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Termelétrica de Petrolina funciona 24 horas por dia para garantir energia

18/03/2015

Com a crise hídrica no Brasil, as hidrelétricas estão com pouca vazão e a produção em baixa. Por isso, outras formas de geração de energia são acionadas. Em Petrolina, no Sertão pernambucano, uma termelétrica funciona diariamente para garantir o abastecimento de energia na região.

A companhia Energética de Petrolina funciona desde 2002 e foi criada inicialmente para atender ao Plano Emergencial de Termelétricas do Governo Federal. O diretor técnico da companhia, Hélio Takeno, explica que a termelétrica nessa fase de escassez hídrica, se torna muito importante. “Ela dá suporte e firma a energia que a população consome e a usina de Petrolina com 130 megawatts”.

A usina funciona através de óleo produzido a base de petróleo que vem de uma refinaria, do município de Camaçarí, na Bahia. O óleo é armazenado em dois tanques com capacidade de um milhão e meio de litros. Depois, segue para a casa das máquinas, onde estão oito motores, cada um com seis metros de altura e 300 toneladas. O trabalho deles gera a combustão, que produz a energia elétrica, que  é trasportada para essa subestação e repassada para a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe).

De acordo com a determinação do Operador Nacional do Sistema (ONS), desde setembro do ano passado metade da energia consumida na cidade de Petrolina vem da usina. A potência transferida pela termelétrica é de 128 megawatts por hora, quantidade suficiente para atender até 500 mil habitantes, 24 horas por dia.

Entretanto, o problema é que esse tipo de energia é mais cara do que a produzida nas hidrelétricas, e os custos acabam sendo repassados para os consumidores. “Como toda energia térmica, ela é mais cara que a hidrelétrica, porque tem que pagar o combustível. Seja ela, o gás natural, seja ela carvão, óleo diesel ou óleo combustível como essa de Petrolina”, destaca Hélio Takeno.

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