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O sistema elétrico brasileiro opera no limite e é vulnerável ao clima. “A política energética precisa de uma diversificação nas matrizes. No Brasil, a maior parte da energia é hidroelétrica. Para ter energia, depende do bom humor de São Pedro. O governo paga caro hoje pela desorganização no setor energético”, afirma o deputado Afonso Hamm (PP). Na tarde de 19 de janeiro, 11 estados e o Distrito Federal ficaram sem luz. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico, a culpa do apagão foi o consumo maior de energia no verão. Mas não é qualquer energia. “A eólica é uma boa ideia, mas as usinas estão desligadas. A nuclear é temerosa. Há um potencial nas térmicas movidas a biomassa e na solar”, diz.

Segurar a ponta

Hamm se destacou no Congresso pela defesa do uso do carvão mineral como fonte de energia. Ele conseguiu convencer o governo a permitir a entrada das usinas movidas a carvão no último leilão A-5, do Ministério de Minas e Energia. De acordo com o parlamentar, o custo é muito menor do que o das termelétricas em funcionamento: enquanto as térmicas geram 1 MWh pelo custo de R$ 800,00 a R$ 1 mil, as usinas a carvão geram a mesma quantidade de energia por R$ 200,00. “Com uma política de planejamento, é uma contribuição para a segurança energética. Não quero substituir as hidrelétricas, quero apenas segurar a ponta.”
Escolha do PP
“A minha conduta não será de situação, mas de oposição responsável”, disse Afonso Hamm sobre que lado ele tomará nos próximos quatro anos. E, segundo ele, o caminho do PP gaúcho é a oposição. “Fizemos essa escolha durante as eleições.” No Congresso, pretende pressionar o governo a discutir as reformas política, eleitoral e tributária, além de levar para frente a proposta que transforma 50% do valor das dívidas dos estados e municípios em investimentos. “A mudança dos indexadores foi paliativa. O Rio Grande do Sul continua falido e os outros estados estão em situação caótica.”

Legado da Copa


Afonso Hamm se interessou também no esporte. Ele foi presidente da Comissão de Desporto da Câmara pouco antes da Copa do Mundo e está entusiasmado com as Olimpíadas de 2016. “A Copa teve um legado muito positivo. Ela mostrou que sabemos fazer grandes eventos internacionais e que temos capacidade de recepcionar bem o turista. As Olimpíadas tem esse compromisso.” Mas, segundo ele, a maior vitória seria aprovar a Lei Geral do Esporte, que traça diretrizes para o ensino do esporte.

Julgamentos no STF


Em 2014, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou 29 deputados e três senadores. Dos deputados, 24 foram absolvidos e sete condenados. Chico das Verduras (PRB-RR) e Marco Tebaldi (PSDB-SC) foram réus duas vezes, sendo condenados em um processo e absolvido em outro. Os três senadores foram absolvidos. Os julgamentos de autoridades com foro privilegiado são feitos pelas turmas desde maio do ano passado.
Curta
O deputado ferderal Danrlei de Deus (PSD) apresentou um projeto de lei que dá as empresas 12 meses para se adaptar a novas leis e normas que incorram aumento de gastos.

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O sistema elétrico brasileiro opera no limite e é vulnerável ao clima. “A política energética precisa de uma diversificação nas matrizes. No Brasil, a maior parte da energia é hidroelétrica. Para ter energia, depende do bom humor de São Pedro. O governo paga caro hoje pela desorganização no setor energético”, afirma o deputado Afonso Hamm (PP). Na tarde de 19 de janeiro, 11 estados e o Distrito Federal ficaram sem luz. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico, a culpa do apagão foi o consumo maior de energia no verão. Mas não é qualquer energia. “A eólica é uma boa ideia, mas as usinas estão desligadas. A nuclear é temerosa. Há um potencial nas térmicas movidas a biomassa e na solar”, diz.

Segurar a ponta

Hamm se destacou no Congresso pela defesa do uso do carvão mineral como fonte de energia. Ele conseguiu convencer o governo a permitir a entrada das usinas movidas a carvão no último leilão A-5, do Ministério de Minas e Energia. De acordo com o parlamentar, o custo é muito menor do que o das termelétricas em funcionamento: enquanto as térmicas geram 1 MWh pelo custo de R$ 800,00 a R$ 1 mil, as usinas a carvão geram a mesma quantidade de energia por R$ 200,00. “Com uma política de planejamento, é uma contribuição para a segurança energética. Não quero substituir as hidrelétricas, quero apenas segurar a ponta.”
Escolha do PP
“A minha conduta não será de situação, mas de oposição responsável”, disse Afonso Hamm sobre que lado ele tomará nos próximos quatro anos. E, segundo ele, o caminho do PP gaúcho é a oposição. “Fizemos essa escolha durante as eleições.” No Congresso, pretende pressionar o governo a discutir as reformas política, eleitoral e tributária, além de levar para frente a proposta que transforma 50% do valor das dívidas dos estados e municípios em investimentos. “A mudança dos indexadores foi paliativa. O Rio Grande do Sul continua falido e os outros estados estão em situação caótica.”

Legado da Copa


Afonso Hamm se interessou também no esporte. Ele foi presidente da Comissão de Desporto da Câmara pouco antes da Copa do Mundo e está entusiasmado com as Olimpíadas de 2016. “A Copa teve um legado muito positivo. Ela mostrou que sabemos fazer grandes eventos internacionais e que temos capacidade de recepcionar bem o turista. As Olimpíadas tem esse compromisso.” Mas, segundo ele, a maior vitória seria aprovar a Lei Geral do Esporte, que traça diretrizes para o ensino do esporte.

Julgamentos no STF


Em 2014, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou 29 deputados e três senadores. Dos deputados, 24 foram absolvidos e sete condenados. Chico das Verduras (PRB-RR) e Marco Tebaldi (PSDB-SC) foram réus duas vezes, sendo condenados em um processo e absolvido em outro. Os três senadores foram absolvidos. Os julgamentos de autoridades com foro privilegiado são feitos pelas turmas desde maio do ano passado.
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O deputado ferderal Danrlei de Deus (PSD) apresentou um projeto de lei que dá as empresas 12 meses para se adaptar a novas leis e normas que incorram aumento de gastos.

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Desorganização no setor elétrico

12/02/2015

Edgar Lisboa

O sistema elétrico brasileiro opera no limite e é vulnerável ao clima. “A política energética precisa de uma diversificação nas matrizes. No Brasil, a maior parte da energia é hidroelétrica. Para ter energia, depende do bom humor de São Pedro. O governo paga caro hoje pela desorganização no setor energético”, afirma o deputado Afonso Hamm (PP). Na tarde de 19 de janeiro, 11 estados e o Distrito Federal ficaram sem luz. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico, a culpa do apagão foi o consumo maior de energia no verão. Mas não é qualquer energia. “A eólica é uma boa ideia, mas as usinas estão desligadas. A nuclear é temerosa. Há um potencial nas térmicas movidas a biomassa e na solar”, diz.

Segurar a ponta

Hamm se destacou no Congresso pela defesa do uso do carvão mineral como fonte de energia. Ele conseguiu convencer o governo a permitir a entrada das usinas movidas a carvão no último leilão A-5, do Ministério de Minas e Energia. De acordo com o parlamentar, o custo é muito menor do que o das termelétricas em funcionamento: enquanto as térmicas geram 1 MWh pelo custo de R$ 800,00 a R$ 1 mil, as usinas a carvão geram a mesma quantidade de energia por R$ 200,00. “Com uma política de planejamento, é uma contribuição para a segurança energética. Não quero substituir as hidrelétricas, quero apenas segurar a ponta.”
Escolha do PP
“A minha conduta não será de situação, mas de oposição responsável”, disse Afonso Hamm sobre que lado ele tomará nos próximos quatro anos. E, segundo ele, o caminho do PP gaúcho é a oposição. “Fizemos essa escolha durante as eleições.” No Congresso, pretende pressionar o governo a discutir as reformas política, eleitoral e tributária, além de levar para frente a proposta que transforma 50% do valor das dívidas dos estados e municípios em investimentos. “A mudança dos indexadores foi paliativa. O Rio Grande do Sul continua falido e os outros estados estão em situação caótica.”

Legado da Copa


Afonso Hamm se interessou também no esporte. Ele foi presidente da Comissão de Desporto da Câmara pouco antes da Copa do Mundo e está entusiasmado com as Olimpíadas de 2016. “A Copa teve um legado muito positivo. Ela mostrou que sabemos fazer grandes eventos internacionais e que temos capacidade de recepcionar bem o turista. As Olimpíadas tem esse compromisso.” Mas, segundo ele, a maior vitória seria aprovar a Lei Geral do Esporte, que traça diretrizes para o ensino do esporte.

Julgamentos no STF


Em 2014, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou 29 deputados e três senadores. Dos deputados, 24 foram absolvidos e sete condenados. Chico das Verduras (PRB-RR) e Marco Tebaldi (PSDB-SC) foram réus duas vezes, sendo condenados em um processo e absolvido em outro. Os três senadores foram absolvidos. Os julgamentos de autoridades com foro privilegiado são feitos pelas turmas desde maio do ano passado.
Curta
O deputado ferderal Danrlei de Deus (PSD) apresentou um projeto de lei que dá as empresas 12 meses para se adaptar a novas leis e normas que incorram aumento de gastos.

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