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O país pode perder cerca de R$ 100 bilhões no valor da produção caso seja necessário reduzir o consumo de água e energia em 5%, segundo avaliação realizada pela consultoria GO Associados. Isso acarretaria a redução de 1,3 milhão de empregos, com uma redução de salários que totalizaria R$ 14 bilhões. A arrecadação de impostos sofreria uma queda de R$ 8 bilhões, culminando em uma retração da economia de 1,1%. As premissas fazem parte de um cenário base elaborado pela consultoria, que contaria ainda com uma redução de 10% nos investimentos da Petrobras, como consequência da Operação Lava Jato.

O país vive uma situação nada confortável em termos de abastecimento de água e energia, que possivelmente afetará a economia em 2015. Associado à crise, as denúncias de corrupção na Petrobras afundam ainda mais a economia do país, pois afeta o setor estratégico de óleo e gás. Antonio Bolognesi, consultor da GO Associados, afirma que a situação dos reservatórios do país é grave e existe a tendência de continuar muito ruim. "Em janeiro tivemos 60% da Energia Natural Afluente e nos primeiros dias de fevereiro, 37%", disse, durante Conference Call para avaliar o Impacto do Racionamento de Água, Energia e a Operação Lava Jato no PIB.

Segundo ele, em janeiro de 2001, ano do racionamento de energia, o nível dos reservatórios no Sudeste/Centro-Oeste estava em 31% contra os 16% atuais. "O nível dos reservatórios hoje está cerca da metade do que estava em 2001, apesar de que hoje temos praticamente o dobro do número de térmicas", comentou. Para o consultor, o que é mais alarmante é que as providências não estão sendo tomadas. "Já deveríamos estar racionando para a população perceber a gravidade da situação. O pior é que ainda estamos tendo recordes de demanda", apontou.

Nesta semana o Custo Marginal de Operação alcançou R$ 1.916,92/MWh, sendo que acima de R$ 1.415/MWh já seria recomendado corte de até 5%. "Já estamos tecnicamente em condições de ter um corte", declarou. De acordo com Bolognesi, é preciso tomar medidas urgentes para conter o consumo de energia. "Precisamos de mais energia, mas não temos o que fazer no curto prazo, além de pedir que a população economize. A eficiência energética tem que ser incentivada positivamente", anlisou.

Além do cenário base, a GO Associados elaborou mais dois cenários: um cenário de estresse moderado, em que haveria redução de 10% no consumo de água e energia e de 20% nos investimentos da Petrobras, e um cenário de forte estresse, em que haveria 15% de redução no consumo de água e energia e de 30% nos investimentos da Petrobras. Neste cenário mais extremo, o país perderia R$ 300 bilhões no valor da produção, veria uma redução de R$ 24 bilhões na arrecadação de impostos e haveria uma retração da economia de cerca de 5%.

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O país pode perder cerca de R$ 100 bilhões no valor da produção caso seja necessário reduzir o consumo de água e energia em 5%, segundo avaliação realizada pela consultoria GO Associados. Isso acarretaria a redução de 1,3 milhão de empregos, com uma redução de salários que totalizaria R$ 14 bilhões. A arrecadação de impostos sofreria uma queda de R$ 8 bilhões, culminando em uma retração da economia de 1,1%. As premissas fazem parte de um cenário base elaborado pela consultoria, que contaria ainda com uma redução de 10% nos investimentos da Petrobras, como consequência da Operação Lava Jato.

O país vive uma situação nada confortável em termos de abastecimento de água e energia, que possivelmente afetará a economia em 2015. Associado à crise, as denúncias de corrupção na Petrobras afundam ainda mais a economia do país, pois afeta o setor estratégico de óleo e gás. Antonio Bolognesi, consultor da GO Associados, afirma que a situação dos reservatórios do país é grave e existe a tendência de continuar muito ruim. "Em janeiro tivemos 60% da Energia Natural Afluente e nos primeiros dias de fevereiro, 37%", disse, durante Conference Call para avaliar o Impacto do Racionamento de Água, Energia e a Operação Lava Jato no PIB.

Segundo ele, em janeiro de 2001, ano do racionamento de energia, o nível dos reservatórios no Sudeste/Centro-Oeste estava em 31% contra os 16% atuais. "O nível dos reservatórios hoje está cerca da metade do que estava em 2001, apesar de que hoje temos praticamente o dobro do número de térmicas", comentou. Para o consultor, o que é mais alarmante é que as providências não estão sendo tomadas. "Já deveríamos estar racionando para a população perceber a gravidade da situação. O pior é que ainda estamos tendo recordes de demanda", apontou.

Nesta semana o Custo Marginal de Operação alcançou R$ 1.916,92/MWh, sendo que acima de R$ 1.415/MWh já seria recomendado corte de até 5%. "Já estamos tecnicamente em condições de ter um corte", declarou. De acordo com Bolognesi, é preciso tomar medidas urgentes para conter o consumo de energia. "Precisamos de mais energia, mas não temos o que fazer no curto prazo, além de pedir que a população economize. A eficiência energética tem que ser incentivada positivamente", anlisou.

Além do cenário base, a GO Associados elaborou mais dois cenários: um cenário de estresse moderado, em que haveria redução de 10% no consumo de água e energia e de 20% nos investimentos da Petrobras, e um cenário de forte estresse, em que haveria 15% de redução no consumo de água e energia e de 30% nos investimentos da Petrobras. Neste cenário mais extremo, o país perderia R$ 300 bilhões no valor da produção, veria uma redução de R$ 24 bilhões na arrecadação de impostos e haveria uma retração da economia de cerca de 5%.

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País pode perder R$ 100 bilhões com redução de 5% do consumo de água e energia

04/02/2015

Canal Energia

O país pode perder cerca de R$ 100 bilhões no valor da produção caso seja necessário reduzir o consumo de água e energia em 5%, segundo avaliação realizada pela consultoria GO Associados. Isso acarretaria a redução de 1,3 milhão de empregos, com uma redução de salários que totalizaria R$ 14 bilhões. A arrecadação de impostos sofreria uma queda de R$ 8 bilhões, culminando em uma retração da economia de 1,1%. As premissas fazem parte de um cenário base elaborado pela consultoria, que contaria ainda com uma redução de 10% nos investimentos da Petrobras, como consequência da Operação Lava Jato.

O país vive uma situação nada confortável em termos de abastecimento de água e energia, que possivelmente afetará a economia em 2015. Associado à crise, as denúncias de corrupção na Petrobras afundam ainda mais a economia do país, pois afeta o setor estratégico de óleo e gás. Antonio Bolognesi, consultor da GO Associados, afirma que a situação dos reservatórios do país é grave e existe a tendência de continuar muito ruim. "Em janeiro tivemos 60% da Energia Natural Afluente e nos primeiros dias de fevereiro, 37%", disse, durante Conference Call para avaliar o Impacto do Racionamento de Água, Energia e a Operação Lava Jato no PIB.

Segundo ele, em janeiro de 2001, ano do racionamento de energia, o nível dos reservatórios no Sudeste/Centro-Oeste estava em 31% contra os 16% atuais. "O nível dos reservatórios hoje está cerca da metade do que estava em 2001, apesar de que hoje temos praticamente o dobro do número de térmicas", comentou. Para o consultor, o que é mais alarmante é que as providências não estão sendo tomadas. "Já deveríamos estar racionando para a população perceber a gravidade da situação. O pior é que ainda estamos tendo recordes de demanda", apontou.

Nesta semana o Custo Marginal de Operação alcançou R$ 1.916,92/MWh, sendo que acima de R$ 1.415/MWh já seria recomendado corte de até 5%. "Já estamos tecnicamente em condições de ter um corte", declarou. De acordo com Bolognesi, é preciso tomar medidas urgentes para conter o consumo de energia. "Precisamos de mais energia, mas não temos o que fazer no curto prazo, além de pedir que a população economize. A eficiência energética tem que ser incentivada positivamente", anlisou.

Além do cenário base, a GO Associados elaborou mais dois cenários: um cenário de estresse moderado, em que haveria redução de 10% no consumo de água e energia e de 20% nos investimentos da Petrobras, e um cenário de forte estresse, em que haveria 15% de redução no consumo de água e energia e de 30% nos investimentos da Petrobras. Neste cenário mais extremo, o país perderia R$ 300 bilhões no valor da produção, veria uma redução de R$ 24 bilhões na arrecadação de impostos e haveria uma retração da economia de cerca de 5%.

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