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A Ferbasa comunicou ao mercado que o Executivo (leia-se Presidência da República) vetou os artigos 11 e 112 da MP 656, que permitiria a renovação de contratos de fornecimento de energia com a CHESF. 
Isto significa que, a partir de junho, até quando vigora o contrato, a empresa, juntamente com outros produtores eletro-intensivos, terá que buscar novas negociações em termos de quantidade e preços para a energia de que necessita para suprir seu parque produtor de ferroligas. Na justificativa para o veto, o governo afirma que “discutirá com o setor eletro-intensivo opções viáveis no contexto do Novo Modelo do Setor Elétrico”. 
Nesta linha, a Ferbasa informa que continuará atuando, junto com as associações de classe, visando uma saída para a indústria de eletro-intensivos no País. 
Paralelamente, a Companhia adotará as seguintes medidas: estocagem de produtos até junho de 2015, a fim de atender aos clientes no Brasil e Japão; avaliação de alternativas de autoprodução ou parcerias em geração de energia a custos competitivos que permitam à companhia perpetuar suas operações; contratação de energia no curto e médio prazo de forma a atravessar o período necessário para viabilizar projetos de longo prazo.

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A Ferbasa comunicou ao mercado que o Executivo (leia-se Presidência da República) vetou os artigos 11 e 112 da MP 656, que permitiria a renovação de contratos de fornecimento de energia com a CHESF. 
Isto significa que, a partir de junho, até quando vigora o contrato, a empresa, juntamente com outros produtores eletro-intensivos, terá que buscar novas negociações em termos de quantidade e preços para a energia de que necessita para suprir seu parque produtor de ferroligas. Na justificativa para o veto, o governo afirma que “discutirá com o setor eletro-intensivo opções viáveis no contexto do Novo Modelo do Setor Elétrico”. 
Nesta linha, a Ferbasa informa que continuará atuando, junto com as associações de classe, visando uma saída para a indústria de eletro-intensivos no País. 
Paralelamente, a Companhia adotará as seguintes medidas: estocagem de produtos até junho de 2015, a fim de atender aos clientes no Brasil e Japão; avaliação de alternativas de autoprodução ou parcerias em geração de energia a custos competitivos que permitam à companhia perpetuar suas operações; contratação de energia no curto e médio prazo de forma a atravessar o período necessário para viabilizar projetos de longo prazo.

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Governo veta renovação de contrato de energia

02/02/2015

A Ferbasa comunicou ao mercado que o Executivo (leia-se Presidência da República) vetou os artigos 11 e 112 da MP 656, que permitiria a renovação de contratos de fornecimento de energia com a CHESF. 
Isto significa que, a partir de junho, até quando vigora o contrato, a empresa, juntamente com outros produtores eletro-intensivos, terá que buscar novas negociações em termos de quantidade e preços para a energia de que necessita para suprir seu parque produtor de ferroligas. Na justificativa para o veto, o governo afirma que “discutirá com o setor eletro-intensivo opções viáveis no contexto do Novo Modelo do Setor Elétrico”. 
Nesta linha, a Ferbasa informa que continuará atuando, junto com as associações de classe, visando uma saída para a indústria de eletro-intensivos no País. 
Paralelamente, a Companhia adotará as seguintes medidas: estocagem de produtos até junho de 2015, a fim de atender aos clientes no Brasil e Japão; avaliação de alternativas de autoprodução ou parcerias em geração de energia a custos competitivos que permitam à companhia perpetuar suas operações; contratação de energia no curto e médio prazo de forma a atravessar o período necessário para viabilizar projetos de longo prazo.

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