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    [resumo] => A mineradora gaúcha Copelmi e o grupo coreano Posco planejam construir uma unidade de produção de gás natural sintético (GNS), ou "gás de síntese", a partir de carvão mineral no Rio Grande do Sul para injetar na rede da Sulgás, distribuidora controlada pelo governo do Estado e pela Petrobras. 
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O projeto requer um investimento da ordem de US$ 1,8 bilhão e o plano é colocar a unidade em operação no fim de 2019 ou início de 2020, disse ao Valor o diretor de novos negócios da Copelmi, Roberto Faria.

A unidade terá capacidade para fornecer 2 milhões de m3 por dia de gás natural com o beneficiamento de 3,5 milhões de toneladas de carvão por ano. O volume supera o contrato atual de fornecimento de gás boliviano para a Sulgás por intermédio da Petrobras, que é de 1,85 milhão de m3 diários e vence em 2019. A Copelmi estuda o uso do carvão para a produção de GNS desde 2012 em parceria com a Pontifícia Universidade Católica (PUCRS) e em abril passou a desenvolver o projeto com a Posco.

O protocolo para a construção da usina será assinado hoje pelas empresas na sede do governo do Estado, que dará benefícios fiscais na importação de equipamentos. Também será firmado memorando para a venda do combustível à distribuidora, o que viabiliza econômico e financeiramente o empreendimento. Segundo Faria, o preço do GNS será "competitivo" com o do gás comprado atualmente pela Sulgás, em torno de US$ 10 a US$ 12 por milhão de BTU.

A usina de gaseificação ficará na divisa entre os municípios de Eldorado do Sul e Charqueadas, na região metropolitana de Porto Alegre, onde a Copelmi tem uma mina com 200 milhões de toneladas certificadas. A qualidade da matéria-prima é compatível com as exigências da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que precisa homologar o combustível, disse o diretor.

Este estoque de carvão mineral garante 57 anos de produção de 2 milhões de m3 de gás diários, mas a empresa tem mais 500 milhões de toneladas em reservas passíveis de mineração na região. Segundo Faria, a partir do mesmo processo de beneficiamento da matéria-prima é possível produzir químicos básicos como metanol e nafta, que podem abastecer o polo petroquímico de Triunfo.

O plano prevê que a Posco será a responsável pela implantação da usina e entrará com 30% do capital. A Copelmi será responsável pelos 70% restantes, mas vai captar parte do capital com investidores com os quais fará um acordo de acionistas para controlar o empreendimento. Conforme Faria, a construção de uma unidade deste tipo leva três anos, mas o prazo estimado para a entrada em operação considera o tempo necessário para a conclusão dos estudos de viabilidade, Licenciamento ambiental e a negociação com potenciais sócios.

Maior mineradora privada de carvão do país, a Copelmi tem ainda minas nos municípios de Butiá e Cachoeira do Sul. Em Candiota, no sul do Estado, detém 70% da Mina do Seival (os 30% restantes pertencem à Eneva), que disputa o fornecimento de carvão para a termelétrica de 294,5 megawatts (MW) médios de potência que a Tractebel vai construir no município após garantir a venda da energia no leilão A-5 realizado pelo governo federal na semana passada.

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O projeto requer um investimento da ordem de US$ 1,8 bilhão e o plano é colocar a unidade em operação no fim de 2019 ou início de 2020, disse ao Valor o diretor de novos negócios da Copelmi, Roberto Faria.

A unidade terá capacidade para fornecer 2 milhões de m3 por dia de gás natural com o beneficiamento de 3,5 milhões de toneladas de carvão por ano. O volume supera o contrato atual de fornecimento de gás boliviano para a Sulgás por intermédio da Petrobras, que é de 1,85 milhão de m3 diários e vence em 2019. A Copelmi estuda o uso do carvão para a produção de GNS desde 2012 em parceria com a Pontifícia Universidade Católica (PUCRS) e em abril passou a desenvolver o projeto com a Posco.

O protocolo para a construção da usina será assinado hoje pelas empresas na sede do governo do Estado, que dará benefícios fiscais na importação de equipamentos. Também será firmado memorando para a venda do combustível à distribuidora, o que viabiliza econômico e financeiramente o empreendimento. Segundo Faria, o preço do GNS será "competitivo" com o do gás comprado atualmente pela Sulgás, em torno de US$ 10 a US$ 12 por milhão de BTU.

A usina de gaseificação ficará na divisa entre os municípios de Eldorado do Sul e Charqueadas, na região metropolitana de Porto Alegre, onde a Copelmi tem uma mina com 200 milhões de toneladas certificadas. A qualidade da matéria-prima é compatível com as exigências da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que precisa homologar o combustível, disse o diretor.

Este estoque de carvão mineral garante 57 anos de produção de 2 milhões de m3 de gás diários, mas a empresa tem mais 500 milhões de toneladas em reservas passíveis de mineração na região. Segundo Faria, a partir do mesmo processo de beneficiamento da matéria-prima é possível produzir químicos básicos como metanol e nafta, que podem abastecer o polo petroquímico de Triunfo.

O plano prevê que a Posco será a responsável pela implantação da usina e entrará com 30% do capital. A Copelmi será responsável pelos 70% restantes, mas vai captar parte do capital com investidores com os quais fará um acordo de acionistas para controlar o empreendimento. Conforme Faria, a construção de uma unidade deste tipo leva três anos, mas o prazo estimado para a entrada em operação considera o tempo necessário para a conclusão dos estudos de viabilidade, Licenciamento ambiental e a negociação com potenciais sócios.

Maior mineradora privada de carvão do país, a Copelmi tem ainda minas nos municípios de Butiá e Cachoeira do Sul. Em Candiota, no sul do Estado, detém 70% da Mina do Seival (os 30% restantes pertencem à Eneva), que disputa o fornecimento de carvão para a termelétrica de 294,5 megawatts (MW) médios de potência que a Tractebel vai construir no município após garantir a venda da energia no leilão A-5 realizado pelo governo federal na semana passada.

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Copelmi e Posco fecham acordo para produzir gás natural sintético no RS

10/12/2014

O projeto requer um investimento da ordem de US$ 1,8 bilhão e o plano é colocar a unidade em operação no fim de 2019 ou início de 2020, disse ao Valor o diretor de novos negócios da Copelmi, Roberto Faria.

A unidade terá capacidade para fornecer 2 milhões de m3 por dia de gás natural com o beneficiamento de 3,5 milhões de toneladas de carvão por ano. O volume supera o contrato atual de fornecimento de gás boliviano para a Sulgás por intermédio da Petrobras, que é de 1,85 milhão de m3 diários e vence em 2019. A Copelmi estuda o uso do carvão para a produção de GNS desde 2012 em parceria com a Pontifícia Universidade Católica (PUCRS) e em abril passou a desenvolver o projeto com a Posco.

O protocolo para a construção da usina será assinado hoje pelas empresas na sede do governo do Estado, que dará benefícios fiscais na importação de equipamentos. Também será firmado memorando para a venda do combustível à distribuidora, o que viabiliza econômico e financeiramente o empreendimento. Segundo Faria, o preço do GNS será "competitivo" com o do gás comprado atualmente pela Sulgás, em torno de US$ 10 a US$ 12 por milhão de BTU.

A usina de gaseificação ficará na divisa entre os municípios de Eldorado do Sul e Charqueadas, na região metropolitana de Porto Alegre, onde a Copelmi tem uma mina com 200 milhões de toneladas certificadas. A qualidade da matéria-prima é compatível com as exigências da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que precisa homologar o combustível, disse o diretor.

Este estoque de carvão mineral garante 57 anos de produção de 2 milhões de m3 de gás diários, mas a empresa tem mais 500 milhões de toneladas em reservas passíveis de mineração na região. Segundo Faria, a partir do mesmo processo de beneficiamento da matéria-prima é possível produzir químicos básicos como metanol e nafta, que podem abastecer o polo petroquímico de Triunfo.

O plano prevê que a Posco será a responsável pela implantação da usina e entrará com 30% do capital. A Copelmi será responsável pelos 70% restantes, mas vai captar parte do capital com investidores com os quais fará um acordo de acionistas para controlar o empreendimento. Conforme Faria, a construção de uma unidade deste tipo leva três anos, mas o prazo estimado para a entrada em operação considera o tempo necessário para a conclusão dos estudos de viabilidade, Licenciamento ambiental e a negociação com potenciais sócios.

Maior mineradora privada de carvão do país, a Copelmi tem ainda minas nos municípios de Butiá e Cachoeira do Sul. Em Candiota, no sul do Estado, detém 70% da Mina do Seival (os 30% restantes pertencem à Eneva), que disputa o fornecimento de carvão para a termelétrica de 294,5 megawatts (MW) médios de potência que a Tractebel vai construir no município após garantir a venda da energia no leilão A-5 realizado pelo governo federal na semana passada.

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