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O papel dos deputados federais e senadores a quem, pelo voto, delegamos poderes para nos representar no Congresso Nacional, é defender os interesses dos seus eleitores, desde que esses interesses venham a contribuir para o desenvolvimento econômico e socioambiental da nação.

A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Carvão Mineral atualmente presidida pelo Deputado Afonso Hamm (PP/RS) teve um papel fundamental na conquista do último dia 28, dia em que no leilão A-5 de venda de energia nova, o Projeto Pampa Sul da Tractebel Energia, localizado no Município de Candiota/RS, com capacidade de 340 MW insere, de forma competitiva, o carvão mineral nacional na expansão da matriz de geração de energia elétrica do Brasil.

A Diretoria da Frente Parlamentar, composta pelos Deputados Ronaldo Zulke (PT/RS), Beto Albuquerque (PSB/RS), Ronaldo Benedet (PMDB/SC), Edinho Bez (PMDB/SC), Eduardo Schiarra (PSD/PR) e dos Senadores Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC) e Paulo Bauer (PSDB/SC) e Ana Amélia Lemos (PP/RS) representam outros 219 parlamentares, que apoiados pelos Governos do RS e SC, conseguiram sensibilizar o Governo e a Presidência da República, que o carvão não é um problema, mas sim uma solução para o desenvolvimento dos três estados do Sul e da redução da miséria deste grande Brasil.

O apoio das Federações da Industrias do RS, SC e PR, junto com prefeitos, vereadores, deputados estaduais e com as Frentes Parlamentares de SC e RS, presididas pelo Deputado Valmir Comin (PP/SC) e Valdeci de Oliveira (PT/RS) apoiadas pelos presidentes das duas Assembleias Legislativas, tiveram um papel fundamental na construção de políticas públicas para dar isonomia ao carvão mi-neral nacional junto aos seus competidores.

O dia de 28.11.14 é um marco na história do carvão nacional que nunca teve uma política definida e implementada. Ao longo de mais de 100 anos, sempre o carvão nacional foi chamado a contribuir nos momentos de crise (guerras mundiais, choques do petróleo, etc) e foi esquecido depois. O carvão mineral, que no seu conteúdo energético é o mais importante recurso brasileiro, sempre foi visto como de baixa qualidade e de custo elevado, mas no mundo cerca de metade das reservas são equivalentes as brasileiras.

Com tecnologia apropriada e com ganho de escala ele é competitivo com as outras fontes, tendo a vantagem de ser pago em reais. A indústria fazendo a sua parte, investindo em tecnologia com alta eficiência, criando massa crítica para a cadeia produtiva, construído e operando centros de tecnologia de baixo carbono, ou seja, preparando o futuro.
A vitória de um projeto térmico a carvão, operado por uma empresa que tem no seu DNA a geração a carvão de forma eficiente e profissional, mostra que o carvão pode contribuir com a segurança energética do Brasil, de forma competitiva, sem subsídios em igualdade de condições com qualquer dos seus concorrentes.

Esse dia, abre o caminho para o futuro do carvão mineral nacional. As populações dos municípios produtores agradecem ao esforço de tantos e quantos que contribuíram para que o dia 28/11/14 ficasse na história.


* Fernando Zancan é presidente da ABCM

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O papel dos deputados federais e senadores a quem, pelo voto, delegamos poderes para nos representar no Congresso Nacional, é defender os interesses dos seus eleitores, desde que esses interesses venham a contribuir para o desenvolvimento econômico e socioambiental da nação.

A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Carvão Mineral atualmente presidida pelo Deputado Afonso Hamm (PP/RS) teve um papel fundamental na conquista do último dia 28, dia em que no leilão A-5 de venda de energia nova, o Projeto Pampa Sul da Tractebel Energia, localizado no Município de Candiota/RS, com capacidade de 340 MW insere, de forma competitiva, o carvão mineral nacional na expansão da matriz de geração de energia elétrica do Brasil.

A Diretoria da Frente Parlamentar, composta pelos Deputados Ronaldo Zulke (PT/RS), Beto Albuquerque (PSB/RS), Ronaldo Benedet (PMDB/SC), Edinho Bez (PMDB/SC), Eduardo Schiarra (PSD/PR) e dos Senadores Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC) e Paulo Bauer (PSDB/SC) e Ana Amélia Lemos (PP/RS) representam outros 219 parlamentares, que apoiados pelos Governos do RS e SC, conseguiram sensibilizar o Governo e a Presidência da República, que o carvão não é um problema, mas sim uma solução para o desenvolvimento dos três estados do Sul e da redução da miséria deste grande Brasil.

O apoio das Federações da Industrias do RS, SC e PR, junto com prefeitos, vereadores, deputados estaduais e com as Frentes Parlamentares de SC e RS, presididas pelo Deputado Valmir Comin (PP/SC) e Valdeci de Oliveira (PT/RS) apoiadas pelos presidentes das duas Assembleias Legislativas, tiveram um papel fundamental na construção de políticas públicas para dar isonomia ao carvão mi-neral nacional junto aos seus competidores.

O dia de 28.11.14 é um marco na história do carvão nacional que nunca teve uma política definida e implementada. Ao longo de mais de 100 anos, sempre o carvão nacional foi chamado a contribuir nos momentos de crise (guerras mundiais, choques do petróleo, etc) e foi esquecido depois. O carvão mineral, que no seu conteúdo energético é o mais importante recurso brasileiro, sempre foi visto como de baixa qualidade e de custo elevado, mas no mundo cerca de metade das reservas são equivalentes as brasileiras.

Com tecnologia apropriada e com ganho de escala ele é competitivo com as outras fontes, tendo a vantagem de ser pago em reais. A indústria fazendo a sua parte, investindo em tecnologia com alta eficiência, criando massa crítica para a cadeia produtiva, construído e operando centros de tecnologia de baixo carbono, ou seja, preparando o futuro.
A vitória de um projeto térmico a carvão, operado por uma empresa que tem no seu DNA a geração a carvão de forma eficiente e profissional, mostra que o carvão pode contribuir com a segurança energética do Brasil, de forma competitiva, sem subsídios em igualdade de condições com qualquer dos seus concorrentes.

Esse dia, abre o caminho para o futuro do carvão mineral nacional. As populações dos municípios produtores agradecem ao esforço de tantos e quantos que contribuíram para que o dia 28/11/14 ficasse na história.


* Fernando Zancan é presidente da ABCM

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28 de novembro de 2014 - dia que fica na história

03/12/2014

Fernando Zancan

O papel dos deputados federais e senadores a quem, pelo voto, delegamos poderes para nos representar no Congresso Nacional, é defender os interesses dos seus eleitores, desde que esses interesses venham a contribuir para o desenvolvimento econômico e socioambiental da nação.

A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Carvão Mineral atualmente presidida pelo Deputado Afonso Hamm (PP/RS) teve um papel fundamental na conquista do último dia 28, dia em que no leilão A-5 de venda de energia nova, o Projeto Pampa Sul da Tractebel Energia, localizado no Município de Candiota/RS, com capacidade de 340 MW insere, de forma competitiva, o carvão mineral nacional na expansão da matriz de geração de energia elétrica do Brasil.

A Diretoria da Frente Parlamentar, composta pelos Deputados Ronaldo Zulke (PT/RS), Beto Albuquerque (PSB/RS), Ronaldo Benedet (PMDB/SC), Edinho Bez (PMDB/SC), Eduardo Schiarra (PSD/PR) e dos Senadores Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC) e Paulo Bauer (PSDB/SC) e Ana Amélia Lemos (PP/RS) representam outros 219 parlamentares, que apoiados pelos Governos do RS e SC, conseguiram sensibilizar o Governo e a Presidência da República, que o carvão não é um problema, mas sim uma solução para o desenvolvimento dos três estados do Sul e da redução da miséria deste grande Brasil.

O apoio das Federações da Industrias do RS, SC e PR, junto com prefeitos, vereadores, deputados estaduais e com as Frentes Parlamentares de SC e RS, presididas pelo Deputado Valmir Comin (PP/SC) e Valdeci de Oliveira (PT/RS) apoiadas pelos presidentes das duas Assembleias Legislativas, tiveram um papel fundamental na construção de políticas públicas para dar isonomia ao carvão mi-neral nacional junto aos seus competidores.

O dia de 28.11.14 é um marco na história do carvão nacional que nunca teve uma política definida e implementada. Ao longo de mais de 100 anos, sempre o carvão nacional foi chamado a contribuir nos momentos de crise (guerras mundiais, choques do petróleo, etc) e foi esquecido depois. O carvão mineral, que no seu conteúdo energético é o mais importante recurso brasileiro, sempre foi visto como de baixa qualidade e de custo elevado, mas no mundo cerca de metade das reservas são equivalentes as brasileiras.

Com tecnologia apropriada e com ganho de escala ele é competitivo com as outras fontes, tendo a vantagem de ser pago em reais. A indústria fazendo a sua parte, investindo em tecnologia com alta eficiência, criando massa crítica para a cadeia produtiva, construído e operando centros de tecnologia de baixo carbono, ou seja, preparando o futuro.
A vitória de um projeto térmico a carvão, operado por uma empresa que tem no seu DNA a geração a carvão de forma eficiente e profissional, mostra que o carvão pode contribuir com a segurança energética do Brasil, de forma competitiva, sem subsídios em igualdade de condições com qualquer dos seus concorrentes.

Esse dia, abre o caminho para o futuro do carvão mineral nacional. As populações dos municípios produtores agradecem ao esforço de tantos e quantos que contribuíram para que o dia 28/11/14 ficasse na história.


* Fernando Zancan é presidente da ABCM

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