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"Está na hora de admitir que a pobreza energética é uma das crises mais sérias que enfrentamos e de rejeitar o alarmismo climático que paralisa as soluções para acesso à energia, que pode melhorar a saúde, a longevidade e a qualidade de vida para dezenas de milhões de cidadãos no mundo", disse o presidente e CEO da Peabody Energy, Gregory H. Boyce. "A melhor maneira de reduzir o gás carbônico e promover o desenvolvimento humano é acelerar a utilização de tecnologias avançadas de carvão mineral, que garantem aperfeiçoamentos contínuos para o meio ambiente", declarou.
Há mais de uma década, as Nações Unidas desenvolveram os Objetivos do Milênio, propondo a redução à metade da pobreza extrema no mundo até 2015. Hoje, 3,5 bilhões de pessoas vivem sem acesso adequado à energia, o que representa metade da população do mundo. Bilhões de pessoas na Ásia Meridional e na África Subsaariana passam seus dias procurando por madeira ou biomassa para servir como combustível para cozinhar ou aquecer residências.
A fumaça do fogo diário no interior das residências é devastadora, resultando em efeitos danosos para a saúde. A poluição do ar nas residências, provocada pelo fogo em seu interior, é a quarta causa de morte no mundo, segundo as estimativas.
"Pessoas razoáveis podem discordar da urgência de resolver os problemas causados pelo gás carbônico, mas ninguém pode questionar a crise que vivemos, quando mais de 4 milhões de pessoas morrem anualmente por causa da poluição do ar no interior de suas casas, em consequência da pobreza energética", disse Boyce.
Boyce disse que o sofrimento humano supremo causado pela pobreza energética também vem de situações como a de vacinas que não podem ser mantidas refrigeradas, hospitais que não têm eletricidade de forma apropriada, alimentos que se estragam por falta de refrigeração, água que não é purificada e os efeitos das condições sanitárias ruins.
"Se estamos realmente a fim de ajudar as populações empobrecidas, então devemos apoiar atividades que garantem energia de baixo custo em abundância para bilhões de pessoas no mundo que não a têm. Conforme os formuladores de política do mundo consideram ações de longo prazo para a energia, é encorajador saber que mais nações estão se dando conta do dano causado às pessoas por causa de políticas sofríveis para o gás carbônico, apresentando lições importantes para os líderes dos EUA e do mundo", afirmou.
Boyce observou que as escolhas dos combustíveis e as políticas são importantes, como testemunhado por ações globalmente:

- A Austrália revogou a tributação por emissão de gás carbônico, que o primeiro-ministro do país chamou de "tributação inútil e destrutiva, que prejudicou o emprego, aumentou o custo de vida das famílias e realmente não ajudou o meio ambiente";
- O Japão intensificou o apoio a centrais elétricas movidas a carvão mineral domesticamente e no exterior, propondo maior uso da tecnologia avançada de carvão mineral, que reduz as emissões de dióxido de carbono;
- O novo primeiro-ministro da Índia prometeu disponibilizar eletricidade a todas as residências até 2022.
- A China está implementando tecnologia para reduzir as emissões e é a maior usuária de carvão mineral do mundo;
- O Canadá está reduzindo as emissões sem uma tributação punitiva por emissão de gás carbônico;
- A estratégia de energia renovável da Europa está desacelerando porque o continente está ameaçado pelas dificuldades de segurança energética da Rússia.

"No momento em que o mundo está colocando em operação uma nova usina termelétrica a carvão, de 500 megawatt, a cada três dias, as propostas para se desfazer dos combustíveis fósseis, de uma pequena parcela de investidores globais, são equivocadas e contra os pobres", disse Boyce. "Todos os investidores deveriam propor um uso mais avançado do carvão mineral, para aliviar a pobreza energética e impulsionar ganhos ambientais consideráveis".
Combustíveis fósseis ajudam as pessoas a viver mais tempo e melhor. Diversos estudos já demonstraram que o carvão mineral é a espinha dorsal da economia mundial, com uma correlação direta entre maior uso de carvão mineral e maior PIB. Os benefícios da energia de combustível fóssil para a sociedade têm maior peso do que os custos sociais do gás carbônico, por uma magnitude de 50 a 500 vezes, de acordo com o estudo "Os custos sociais do carbono? Não, os benefícios sociais do carbono", preparado pela Management Information Systems.
"Temos preocupações profundas com políticas de energia imperfeitas, elaboradas para eliminar eletricidade limpa e eficiente do carvão mineral, que abastece mais de 40 por cento da energia nos EUA e tem, progressivamente, menos emissões", disse Boyce.
"Os estudos mostram claramente que essas políticas, se postas em prática, iriam apenas causar aumentos de preços, com maiores riscos em termos de confiabilidade e sem melhora substantiva em face da teoria do clima. Essas políticas destroem empregos no setor industrial, aumentam a pobreza energética, prejudicam as pessoas reais e arruínam a esperança por uma vida melhor".
O carvão mineral deve alimentar mais crescimento energético do que qualquer outro combustível nos próximos 20 anos, com base no atual cenário da política da Agência Internacional de Energia. Mais de 70 milhões de pessoas devem se mudar para as cidades a cada ano, até 2020, conforme as populações continuam a lutar contra a pobreza migrando para os centros urbanos. O carvão mineral é a forma de geração de eletricidade menos cara e mais confiável, para atender as crescentes necessidades de energia. O Banco Mundial também tem dito que o carvão mineral será essencial para ajudar a África a atender suas demandas por energia.
O carvão mineral tem sido o combustível importante de crescimento mais rápido por mais de uma década e, segundo as projeções, deve superar o petróleo como a maior fonte de energia do mundo nos próximos anos. Nenhuma outra fonte de energia tem os atributos de baixo custo e a escala do carvão mineral, para atender as muitas demandas da sociedade.
A Peabody Energy é a maior empresa de carvão mineral do setor privado do mundo e líder mundial de mercado em mineração sustentável, acesso à energia e soluções de carvão mineral limpas.

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"Está na hora de admitir que a pobreza energética é uma das crises mais sérias que enfrentamos e de rejeitar o alarmismo climático que paralisa as soluções para acesso à energia, que pode melhorar a saúde, a longevidade e a qualidade de vida para dezenas de milhões de cidadãos no mundo", disse o presidente e CEO da Peabody Energy, Gregory H. Boyce. "A melhor maneira de reduzir o gás carbônico e promover o desenvolvimento humano é acelerar a utilização de tecnologias avançadas de carvão mineral, que garantem aperfeiçoamentos contínuos para o meio ambiente", declarou.
Há mais de uma década, as Nações Unidas desenvolveram os Objetivos do Milênio, propondo a redução à metade da pobreza extrema no mundo até 2015. Hoje, 3,5 bilhões de pessoas vivem sem acesso adequado à energia, o que representa metade da população do mundo. Bilhões de pessoas na Ásia Meridional e na África Subsaariana passam seus dias procurando por madeira ou biomassa para servir como combustível para cozinhar ou aquecer residências.
A fumaça do fogo diário no interior das residências é devastadora, resultando em efeitos danosos para a saúde. A poluição do ar nas residências, provocada pelo fogo em seu interior, é a quarta causa de morte no mundo, segundo as estimativas.
"Pessoas razoáveis podem discordar da urgência de resolver os problemas causados pelo gás carbônico, mas ninguém pode questionar a crise que vivemos, quando mais de 4 milhões de pessoas morrem anualmente por causa da poluição do ar no interior de suas casas, em consequência da pobreza energética", disse Boyce.
Boyce disse que o sofrimento humano supremo causado pela pobreza energética também vem de situações como a de vacinas que não podem ser mantidas refrigeradas, hospitais que não têm eletricidade de forma apropriada, alimentos que se estragam por falta de refrigeração, água que não é purificada e os efeitos das condições sanitárias ruins.
"Se estamos realmente a fim de ajudar as populações empobrecidas, então devemos apoiar atividades que garantem energia de baixo custo em abundância para bilhões de pessoas no mundo que não a têm. Conforme os formuladores de política do mundo consideram ações de longo prazo para a energia, é encorajador saber que mais nações estão se dando conta do dano causado às pessoas por causa de políticas sofríveis para o gás carbônico, apresentando lições importantes para os líderes dos EUA e do mundo", afirmou.
Boyce observou que as escolhas dos combustíveis e as políticas são importantes, como testemunhado por ações globalmente:

- A Austrália revogou a tributação por emissão de gás carbônico, que o primeiro-ministro do país chamou de "tributação inútil e destrutiva, que prejudicou o emprego, aumentou o custo de vida das famílias e realmente não ajudou o meio ambiente";
- O Japão intensificou o apoio a centrais elétricas movidas a carvão mineral domesticamente e no exterior, propondo maior uso da tecnologia avançada de carvão mineral, que reduz as emissões de dióxido de carbono;
- O novo primeiro-ministro da Índia prometeu disponibilizar eletricidade a todas as residências até 2022.
- A China está implementando tecnologia para reduzir as emissões e é a maior usuária de carvão mineral do mundo;
- O Canadá está reduzindo as emissões sem uma tributação punitiva por emissão de gás carbônico;
- A estratégia de energia renovável da Europa está desacelerando porque o continente está ameaçado pelas dificuldades de segurança energética da Rússia.

"No momento em que o mundo está colocando em operação uma nova usina termelétrica a carvão, de 500 megawatt, a cada três dias, as propostas para se desfazer dos combustíveis fósseis, de uma pequena parcela de investidores globais, são equivocadas e contra os pobres", disse Boyce. "Todos os investidores deveriam propor um uso mais avançado do carvão mineral, para aliviar a pobreza energética e impulsionar ganhos ambientais consideráveis".
Combustíveis fósseis ajudam as pessoas a viver mais tempo e melhor. Diversos estudos já demonstraram que o carvão mineral é a espinha dorsal da economia mundial, com uma correlação direta entre maior uso de carvão mineral e maior PIB. Os benefícios da energia de combustível fóssil para a sociedade têm maior peso do que os custos sociais do gás carbônico, por uma magnitude de 50 a 500 vezes, de acordo com o estudo "Os custos sociais do carbono? Não, os benefícios sociais do carbono", preparado pela Management Information Systems.
"Temos preocupações profundas com políticas de energia imperfeitas, elaboradas para eliminar eletricidade limpa e eficiente do carvão mineral, que abastece mais de 40 por cento da energia nos EUA e tem, progressivamente, menos emissões", disse Boyce.
"Os estudos mostram claramente que essas políticas, se postas em prática, iriam apenas causar aumentos de preços, com maiores riscos em termos de confiabilidade e sem melhora substantiva em face da teoria do clima. Essas políticas destroem empregos no setor industrial, aumentam a pobreza energética, prejudicam as pessoas reais e arruínam a esperança por uma vida melhor".
O carvão mineral deve alimentar mais crescimento energético do que qualquer outro combustível nos próximos 20 anos, com base no atual cenário da política da Agência Internacional de Energia. Mais de 70 milhões de pessoas devem se mudar para as cidades a cada ano, até 2020, conforme as populações continuam a lutar contra a pobreza migrando para os centros urbanos. O carvão mineral é a forma de geração de eletricidade menos cara e mais confiável, para atender as crescentes necessidades de energia. O Banco Mundial também tem dito que o carvão mineral será essencial para ajudar a África a atender suas demandas por energia.
O carvão mineral tem sido o combustível importante de crescimento mais rápido por mais de uma década e, segundo as projeções, deve superar o petróleo como a maior fonte de energia do mundo nos próximos anos. Nenhuma outra fonte de energia tem os atributos de baixo custo e a escala do carvão mineral, para atender as muitas demandas da sociedade.
A Peabody Energy é a maior empresa de carvão mineral do setor privado do mundo e líder mundial de mercado em mineração sustentável, acesso à energia e soluções de carvão mineral limpas.

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Peabody recomenda uso de carvão mineral superior mundialmente para combater pobreza energética e melhorar emissões

27/10/2014


"Está na hora de admitir que a pobreza energética é uma das crises mais sérias que enfrentamos e de rejeitar o alarmismo climático que paralisa as soluções para acesso à energia, que pode melhorar a saúde, a longevidade e a qualidade de vida para dezenas de milhões de cidadãos no mundo", disse o presidente e CEO da Peabody Energy, Gregory H. Boyce. "A melhor maneira de reduzir o gás carbônico e promover o desenvolvimento humano é acelerar a utilização de tecnologias avançadas de carvão mineral, que garantem aperfeiçoamentos contínuos para o meio ambiente", declarou.
Há mais de uma década, as Nações Unidas desenvolveram os Objetivos do Milênio, propondo a redução à metade da pobreza extrema no mundo até 2015. Hoje, 3,5 bilhões de pessoas vivem sem acesso adequado à energia, o que representa metade da população do mundo. Bilhões de pessoas na Ásia Meridional e na África Subsaariana passam seus dias procurando por madeira ou biomassa para servir como combustível para cozinhar ou aquecer residências.
A fumaça do fogo diário no interior das residências é devastadora, resultando em efeitos danosos para a saúde. A poluição do ar nas residências, provocada pelo fogo em seu interior, é a quarta causa de morte no mundo, segundo as estimativas.
"Pessoas razoáveis podem discordar da urgência de resolver os problemas causados pelo gás carbônico, mas ninguém pode questionar a crise que vivemos, quando mais de 4 milhões de pessoas morrem anualmente por causa da poluição do ar no interior de suas casas, em consequência da pobreza energética", disse Boyce.
Boyce disse que o sofrimento humano supremo causado pela pobreza energética também vem de situações como a de vacinas que não podem ser mantidas refrigeradas, hospitais que não têm eletricidade de forma apropriada, alimentos que se estragam por falta de refrigeração, água que não é purificada e os efeitos das condições sanitárias ruins.
"Se estamos realmente a fim de ajudar as populações empobrecidas, então devemos apoiar atividades que garantem energia de baixo custo em abundância para bilhões de pessoas no mundo que não a têm. Conforme os formuladores de política do mundo consideram ações de longo prazo para a energia, é encorajador saber que mais nações estão se dando conta do dano causado às pessoas por causa de políticas sofríveis para o gás carbônico, apresentando lições importantes para os líderes dos EUA e do mundo", afirmou.
Boyce observou que as escolhas dos combustíveis e as políticas são importantes, como testemunhado por ações globalmente:

- A Austrália revogou a tributação por emissão de gás carbônico, que o primeiro-ministro do país chamou de "tributação inútil e destrutiva, que prejudicou o emprego, aumentou o custo de vida das famílias e realmente não ajudou o meio ambiente";
- O Japão intensificou o apoio a centrais elétricas movidas a carvão mineral domesticamente e no exterior, propondo maior uso da tecnologia avançada de carvão mineral, que reduz as emissões de dióxido de carbono;
- O novo primeiro-ministro da Índia prometeu disponibilizar eletricidade a todas as residências até 2022.
- A China está implementando tecnologia para reduzir as emissões e é a maior usuária de carvão mineral do mundo;
- O Canadá está reduzindo as emissões sem uma tributação punitiva por emissão de gás carbônico;
- A estratégia de energia renovável da Europa está desacelerando porque o continente está ameaçado pelas dificuldades de segurança energética da Rússia.

"No momento em que o mundo está colocando em operação uma nova usina termelétrica a carvão, de 500 megawatt, a cada três dias, as propostas para se desfazer dos combustíveis fósseis, de uma pequena parcela de investidores globais, são equivocadas e contra os pobres", disse Boyce. "Todos os investidores deveriam propor um uso mais avançado do carvão mineral, para aliviar a pobreza energética e impulsionar ganhos ambientais consideráveis".
Combustíveis fósseis ajudam as pessoas a viver mais tempo e melhor. Diversos estudos já demonstraram que o carvão mineral é a espinha dorsal da economia mundial, com uma correlação direta entre maior uso de carvão mineral e maior PIB. Os benefícios da energia de combustível fóssil para a sociedade têm maior peso do que os custos sociais do gás carbônico, por uma magnitude de 50 a 500 vezes, de acordo com o estudo "Os custos sociais do carbono? Não, os benefícios sociais do carbono", preparado pela Management Information Systems.
"Temos preocupações profundas com políticas de energia imperfeitas, elaboradas para eliminar eletricidade limpa e eficiente do carvão mineral, que abastece mais de 40 por cento da energia nos EUA e tem, progressivamente, menos emissões", disse Boyce.
"Os estudos mostram claramente que essas políticas, se postas em prática, iriam apenas causar aumentos de preços, com maiores riscos em termos de confiabilidade e sem melhora substantiva em face da teoria do clima. Essas políticas destroem empregos no setor industrial, aumentam a pobreza energética, prejudicam as pessoas reais e arruínam a esperança por uma vida melhor".
O carvão mineral deve alimentar mais crescimento energético do que qualquer outro combustível nos próximos 20 anos, com base no atual cenário da política da Agência Internacional de Energia. Mais de 70 milhões de pessoas devem se mudar para as cidades a cada ano, até 2020, conforme as populações continuam a lutar contra a pobreza migrando para os centros urbanos. O carvão mineral é a forma de geração de eletricidade menos cara e mais confiável, para atender as crescentes necessidades de energia. O Banco Mundial também tem dito que o carvão mineral será essencial para ajudar a África a atender suas demandas por energia.
O carvão mineral tem sido o combustível importante de crescimento mais rápido por mais de uma década e, segundo as projeções, deve superar o petróleo como a maior fonte de energia do mundo nos próximos anos. Nenhuma outra fonte de energia tem os atributos de baixo custo e a escala do carvão mineral, para atender as muitas demandas da sociedade.
A Peabody Energy é a maior empresa de carvão mineral do setor privado do mundo e líder mundial de mercado em mineração sustentável, acesso à energia e soluções de carvão mineral limpas.

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