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A educação passa pelo desenvolvimento e este pelo crescimento econômico. O crescimento econômico, por sua vez, necessita da melhoria da infraestrutura (transporte, energia e telecomunicações). Um país pobre, como o Brasil, tem pressa em crescer e resgatar milhões de pessoas que estão na miséria. O maior impacto ambiental é a miséria. A falta de saneamento impacta na saúde pública e a falta de energia adequada impacta na redução da miséria.

Para ser sustentável, é necessário diminuir a miséria e ao mesmo tempo cuidar do meio ambiente e para isso precisa-se educar a sociedade na preservação de recursos naturais, hídricos e energéticos. Para o Brasil, que tem 2400 KWh/ano per capita de consumo de energia elétrica, metade de um país considerado desenvolvido, será necessário aumentar a geração de elétrica e para isso é necessário incorporar todas as fontes de energia, que felizmente, o país dispõe.

Temos uma invejável geração de energia elétrica renovável, cerca de 80%. Por outro lado, temos uma das energias mais caras do mundo. O crescimento passa pela competitividade e o custo da energia é vital para participar da economia mundial e conseguir crescer.

A Alemanha, ao implantar um programa de energia renovável, que na realidade substituirá usinas nucleares desativadas, tem um custo anual com subsídios de US$ 30 bilhões, que aumentou o custo da energia e assusta a indústria. O que ainda segura o custo é a geração de 45% da energia a partir e carvão.

É preciso discutir a matriz energética brasileira, olhando o curto prazo (10 anos) e focando num horizonte de 2050. A segurança energética, o custo do elétron, o meio ambiente e a redução da miséria, via desenvolvimento regional, devem ser discutidos de forma holística e pragmática.

As futuras gerações agradecerão à política energética que venha garantir a sustentabilidade e que seja feita a luz do interesse do Brasil, sem “ismos” e interesses políticos.

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A educação passa pelo desenvolvimento e este pelo crescimento econômico. O crescimento econômico, por sua vez, necessita da melhoria da infraestrutura (transporte, energia e telecomunicações). Um país pobre, como o Brasil, tem pressa em crescer e resgatar milhões de pessoas que estão na miséria. O maior impacto ambiental é a miséria. A falta de saneamento impacta na saúde pública e a falta de energia adequada impacta na redução da miséria.

Para ser sustentável, é necessário diminuir a miséria e ao mesmo tempo cuidar do meio ambiente e para isso precisa-se educar a sociedade na preservação de recursos naturais, hídricos e energéticos. Para o Brasil, que tem 2400 KWh/ano per capita de consumo de energia elétrica, metade de um país considerado desenvolvido, será necessário aumentar a geração de elétrica e para isso é necessário incorporar todas as fontes de energia, que felizmente, o país dispõe.

Temos uma invejável geração de energia elétrica renovável, cerca de 80%. Por outro lado, temos uma das energias mais caras do mundo. O crescimento passa pela competitividade e o custo da energia é vital para participar da economia mundial e conseguir crescer.

A Alemanha, ao implantar um programa de energia renovável, que na realidade substituirá usinas nucleares desativadas, tem um custo anual com subsídios de US$ 30 bilhões, que aumentou o custo da energia e assusta a indústria. O que ainda segura o custo é a geração de 45% da energia a partir e carvão.

É preciso discutir a matriz energética brasileira, olhando o curto prazo (10 anos) e focando num horizonte de 2050. A segurança energética, o custo do elétron, o meio ambiente e a redução da miséria, via desenvolvimento regional, devem ser discutidos de forma holística e pragmática.

As futuras gerações agradecerão à política energética que venha garantir a sustentabilidade e que seja feita a luz do interesse do Brasil, sem “ismos” e interesses políticos.

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A sustentabilidade e a energia

09/09/2014

Fernando Zancan - Presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral

A educação passa pelo desenvolvimento e este pelo crescimento econômico. O crescimento econômico, por sua vez, necessita da melhoria da infraestrutura (transporte, energia e telecomunicações). Um país pobre, como o Brasil, tem pressa em crescer e resgatar milhões de pessoas que estão na miséria. O maior impacto ambiental é a miséria. A falta de saneamento impacta na saúde pública e a falta de energia adequada impacta na redução da miséria.

Para ser sustentável, é necessário diminuir a miséria e ao mesmo tempo cuidar do meio ambiente e para isso precisa-se educar a sociedade na preservação de recursos naturais, hídricos e energéticos. Para o Brasil, que tem 2400 KWh/ano per capita de consumo de energia elétrica, metade de um país considerado desenvolvido, será necessário aumentar a geração de elétrica e para isso é necessário incorporar todas as fontes de energia, que felizmente, o país dispõe.

Temos uma invejável geração de energia elétrica renovável, cerca de 80%. Por outro lado, temos uma das energias mais caras do mundo. O crescimento passa pela competitividade e o custo da energia é vital para participar da economia mundial e conseguir crescer.

A Alemanha, ao implantar um programa de energia renovável, que na realidade substituirá usinas nucleares desativadas, tem um custo anual com subsídios de US$ 30 bilhões, que aumentou o custo da energia e assusta a indústria. O que ainda segura o custo é a geração de 45% da energia a partir e carvão.

É preciso discutir a matriz energética brasileira, olhando o curto prazo (10 anos) e focando num horizonte de 2050. A segurança energética, o custo do elétron, o meio ambiente e a redução da miséria, via desenvolvimento regional, devem ser discutidos de forma holística e pragmática.

As futuras gerações agradecerão à política energética que venha garantir a sustentabilidade e que seja feita a luz do interesse do Brasil, sem “ismos” e interesses políticos.

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