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As companhias Transgas, americana, e ThyssenKrupp, alemã, estão trazendo ao Brasil uma nova tecnologia para a produção de fertilizantes a partir do carvão mineral. A tecnologia extrai gás sintético, chamado de syngas, a partir do carvão. Desse gás, será possível produzir fertilizantes de amônia, como nitrato de amônia e ureia.
Victor Adam, presidente da Transgas, afirma que a tecnologia, além de limpa, abre uma nova fronteira para o gás no Brasil.


O país dispõe de poucas reservas de gás natural e importa parte da demanda. No entanto, o custo de operação é considerado alto. Para cada milhão de BTUs (unidade térmica utilizada para medir a quantidade de gás), o país paga cerca de US$ 11. A extração de gás do carvão mineral custa US$ 1 por milhão de BTUs. "Isso coloca o Brasil dentro de um seleto grupo de países que já iniciaram uma revolução na indústria carboquímica", afirma.


Michael Kaiser, vice-presidente da divisão de engenharia da Thyssen Krupp, que é dona da tecnologia, afirma que o gás natural tende a diminuir sua importância como combustível, devido às dificuldades de exploração e alto custo.
"Não é preciso buscar gás no pré-sal, estamos buscando no carvão que está a 30 metros de profundidade", diz Kaiser.
A nova unidade será instalada em Santa Catarina, onde estão as maiores reservas de carvão mineral no país.
Os executivos afirmam que o projeto consumirá US$ 3 bilhões, nos primeiros quatro anos, o período de implantação da fábrica. 

A expectativa das companhias é que o projeto comece a sair do papel em 2015. 

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As companhias Transgas, americana, e ThyssenKrupp, alemã, estão trazendo ao Brasil uma nova tecnologia para a produção de fertilizantes a partir do carvão mineral. A tecnologia extrai gás sintético, chamado de syngas, a partir do carvão. Desse gás, será possível produzir fertilizantes de amônia, como nitrato de amônia e ureia.
Victor Adam, presidente da Transgas, afirma que a tecnologia, além de limpa, abre uma nova fronteira para o gás no Brasil.


O país dispõe de poucas reservas de gás natural e importa parte da demanda. No entanto, o custo de operação é considerado alto. Para cada milhão de BTUs (unidade térmica utilizada para medir a quantidade de gás), o país paga cerca de US$ 11. A extração de gás do carvão mineral custa US$ 1 por milhão de BTUs. "Isso coloca o Brasil dentro de um seleto grupo de países que já iniciaram uma revolução na indústria carboquímica", afirma.


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Antes combustível, carvão mineral vira fertilizante

06/09/2014

Machado da Costa

As companhias Transgas, americana, e ThyssenKrupp, alemã, estão trazendo ao Brasil uma nova tecnologia para a produção de fertilizantes a partir do carvão mineral. A tecnologia extrai gás sintético, chamado de syngas, a partir do carvão. Desse gás, será possível produzir fertilizantes de amônia, como nitrato de amônia e ureia.
Victor Adam, presidente da Transgas, afirma que a tecnologia, além de limpa, abre uma nova fronteira para o gás no Brasil.


O país dispõe de poucas reservas de gás natural e importa parte da demanda. No entanto, o custo de operação é considerado alto. Para cada milhão de BTUs (unidade térmica utilizada para medir a quantidade de gás), o país paga cerca de US$ 11. A extração de gás do carvão mineral custa US$ 1 por milhão de BTUs. "Isso coloca o Brasil dentro de um seleto grupo de países que já iniciaram uma revolução na indústria carboquímica", afirma.


Michael Kaiser, vice-presidente da divisão de engenharia da Thyssen Krupp, que é dona da tecnologia, afirma que o gás natural tende a diminuir sua importância como combustível, devido às dificuldades de exploração e alto custo.
"Não é preciso buscar gás no pré-sal, estamos buscando no carvão que está a 30 metros de profundidade", diz Kaiser.
A nova unidade será instalada em Santa Catarina, onde estão as maiores reservas de carvão mineral no país.
Os executivos afirmam que o projeto consumirá US$ 3 bilhões, nos primeiros quatro anos, o período de implantação da fábrica. 

A expectativa das companhias é que o projeto comece a sair do papel em 2015. 

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