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O governo de Moçambique está a analisar com as empresas soluções para ultrapassar a quebra registada no PREÇO de algumas matérias-primas, caso do carvão, mas não reduzirá a fiscalidade sobre o sector, afirmou segunda-feira a ministra dos Recursos Minerais.
Em declarações à agência financeira Reuters, a ministra Esperança Bias disse compreender que EMPRESAS como a Vale do Brasil e a Rio Tinto, que colocaram Moçambique no mapa dos países exportadores de carvão, estejam a sofrer com o abaixamento mundial dos preços do carvão, tanto de coque como térmico.
A Vale Moçambique anunciou recentemente um prejuízo de 44 milhões de DÓLARES no primeiro trimestre, tendo o seu director, Pedro Gutemberg, afirmado ter a empresa de reduzir custos a curto prazo a fim de se manter competitiva.
À margem de uma conferência sobre carvão realizada em Maputo, a ministra disse estar o governo atento ao problema, “estamos a analisar qual poderá ser a nossa contribuição”, mas adiantou não partilhar da ideia de que uma redução da carga fiscal irá resolver o problema.
“Acho que o sistema fiscal não precisa de ser modificado no sentido da redução das TAXAS aplicadas sobre o sector mineiro”, disse a ministra.
PRESENTE na conferência, Pedro Gutemberg disse que a Vale continua empenhada em Moçambique e anunciou que o primeiro comboio a ligar Moatize, na província de Tete, ao porto de águas profundas de Nacala, na província de Nampula, deverá rolar nos carris até ao final do ano. (macauhub/MZ)

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O governo de Moçambique está a analisar com as empresas soluções para ultrapassar a quebra registada no PREÇO de algumas matérias-primas, caso do carvão, mas não reduzirá a fiscalidade sobre o sector, afirmou segunda-feira a ministra dos Recursos Minerais.
Em declarações à agência financeira Reuters, a ministra Esperança Bias disse compreender que EMPRESAS como a Vale do Brasil e a Rio Tinto, que colocaram Moçambique no mapa dos países exportadores de carvão, estejam a sofrer com o abaixamento mundial dos preços do carvão, tanto de coque como térmico.
A Vale Moçambique anunciou recentemente um prejuízo de 44 milhões de DÓLARES no primeiro trimestre, tendo o seu director, Pedro Gutemberg, afirmado ter a empresa de reduzir custos a curto prazo a fim de se manter competitiva.
À margem de uma conferência sobre carvão realizada em Maputo, a ministra disse estar o governo atento ao problema, “estamos a analisar qual poderá ser a nossa contribuição”, mas adiantou não partilhar da ideia de que uma redução da carga fiscal irá resolver o problema.
“Acho que o sistema fiscal não precisa de ser modificado no sentido da redução das TAXAS aplicadas sobre o sector mineiro”, disse a ministra.
PRESENTE na conferência, Pedro Gutemberg disse que a Vale continua empenhada em Moçambique e anunciou que o primeiro comboio a ligar Moatize, na província de Tete, ao porto de águas profundas de Nacala, na província de Nampula, deverá rolar nos carris até ao final do ano. (macauhub/MZ)

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Governo de Moçambique preocupado com queda do preço do carvão

23/07/2014

O governo de Moçambique está a analisar com as empresas soluções para ultrapassar a quebra registada no PREÇO de algumas matérias-primas, caso do carvão, mas não reduzirá a fiscalidade sobre o sector, afirmou segunda-feira a ministra dos Recursos Minerais.
Em declarações à agência financeira Reuters, a ministra Esperança Bias disse compreender que EMPRESAS como a Vale do Brasil e a Rio Tinto, que colocaram Moçambique no mapa dos países exportadores de carvão, estejam a sofrer com o abaixamento mundial dos preços do carvão, tanto de coque como térmico.
A Vale Moçambique anunciou recentemente um prejuízo de 44 milhões de DÓLARES no primeiro trimestre, tendo o seu director, Pedro Gutemberg, afirmado ter a empresa de reduzir custos a curto prazo a fim de se manter competitiva.
À margem de uma conferência sobre carvão realizada em Maputo, a ministra disse estar o governo atento ao problema, “estamos a analisar qual poderá ser a nossa contribuição”, mas adiantou não partilhar da ideia de que uma redução da carga fiscal irá resolver o problema.
“Acho que o sistema fiscal não precisa de ser modificado no sentido da redução das TAXAS aplicadas sobre o sector mineiro”, disse a ministra.
PRESENTE na conferência, Pedro Gutemberg disse que a Vale continua empenhada em Moçambique e anunciou que o primeiro comboio a ligar Moatize, na província de Tete, ao porto de águas profundas de Nacala, na província de Nampula, deverá rolar nos carris até ao final do ano. (macauhub/MZ)

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