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O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que preside a Frente Parlamentar do Carvão Mineral, esteve nesta terça-feira, no Ministério de Minas e Energia. O parlamentar esteve reunido com o secretário executivo adjunto do Ministério, Francisco Romário Wojcicki e chefe de gabinete, Jarbas Matos. Também estava presente o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan.

No final do encontro, as lideranças foram recebidas pelo Ministro, Édison Lobão. O encontro teve por objetivo apresentar a política industrial para o carvão mineral na geração de energia, com enfoque para diversificação (como o polo carboquímico) e a modernização das usinas, entre elas: a de Charqueadas e a fase A, de Candiota. Com esse projeto, o setor pretende modernizar a estrutura das usinas termelétricas e assim, aumentar a capacidade de geração de energia.

A necessidade de regularizar o fluxo de pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) também foi argumentada por Hamm, tendo em vista que está em atraso desde o mês de abril.

O leilão de energia A-5, previsto para o dia 12 de setembro, também foi pauta da reunião. O setor totalizou na inscrição de quatro propostas Tractebel, UTE Pampa Sul (340 mw); Usina do Seival (600 mw), ambas em Candiota; CTSUl, em Cachoeira do Sul (600 mw) e Usitesc, em Santa Catarina, na região de Criciúma (300 mw). Após a inscrição, os projetos estão em processo de habilitação junto à Empresa de Pesquisa Energética (EPE). “Trata-se de importante conquista para geração de energia utilizando as térmicas a carvão mineral“, sintetiza.

Hamm e Zancan também comentaram sobre o cálculo do Índice de Custo Benefício (ICB) que será utilizado para a ordenação econômica de empreendimentos de geração termelétrica e, consequentemente, como critério de contratação do leilão de energia. “Estamos trabalhando por preço adequado e competitivo e assim, termos milhares de empregos e geração de energia segura“, sintetiza.

Em relação às perspectivas do leilão, ainda reivindicaram uma reunião da equipe técnica do Ministério para que os empreendimentos inscritos apresentem as propostas.

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O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que preside a Frente Parlamentar do Carvão Mineral, esteve nesta terça-feira, no Ministério de Minas e Energia. O parlamentar esteve reunido com o secretário executivo adjunto do Ministério, Francisco Romário Wojcicki e chefe de gabinete, Jarbas Matos. Também estava presente o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan.

No final do encontro, as lideranças foram recebidas pelo Ministro, Édison Lobão. O encontro teve por objetivo apresentar a política industrial para o carvão mineral na geração de energia, com enfoque para diversificação (como o polo carboquímico) e a modernização das usinas, entre elas: a de Charqueadas e a fase A, de Candiota. Com esse projeto, o setor pretende modernizar a estrutura das usinas termelétricas e assim, aumentar a capacidade de geração de energia.

A necessidade de regularizar o fluxo de pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) também foi argumentada por Hamm, tendo em vista que está em atraso desde o mês de abril.

O leilão de energia A-5, previsto para o dia 12 de setembro, também foi pauta da reunião. O setor totalizou na inscrição de quatro propostas Tractebel, UTE Pampa Sul (340 mw); Usina do Seival (600 mw), ambas em Candiota; CTSUl, em Cachoeira do Sul (600 mw) e Usitesc, em Santa Catarina, na região de Criciúma (300 mw). Após a inscrição, os projetos estão em processo de habilitação junto à Empresa de Pesquisa Energética (EPE). “Trata-se de importante conquista para geração de energia utilizando as térmicas a carvão mineral“, sintetiza.

Hamm e Zancan também comentaram sobre o cálculo do Índice de Custo Benefício (ICB) que será utilizado para a ordenação econômica de empreendimentos de geração termelétrica e, consequentemente, como critério de contratação do leilão de energia. “Estamos trabalhando por preço adequado e competitivo e assim, termos milhares de empregos e geração de energia segura“, sintetiza.

Em relação às perspectivas do leilão, ainda reivindicaram uma reunião da equipe técnica do Ministério para que os empreendimentos inscritos apresentem as propostas.

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Política Industrial do Carvão Mineral é apresentada no Ministério de Minas e Energia

11/07/2014

O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que preside a Frente Parlamentar do Carvão Mineral, esteve nesta terça-feira, no Ministério de Minas e Energia. O parlamentar esteve reunido com o secretário executivo adjunto do Ministério, Francisco Romário Wojcicki e chefe de gabinete, Jarbas Matos. Também estava presente o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan.

No final do encontro, as lideranças foram recebidas pelo Ministro, Édison Lobão. O encontro teve por objetivo apresentar a política industrial para o carvão mineral na geração de energia, com enfoque para diversificação (como o polo carboquímico) e a modernização das usinas, entre elas: a de Charqueadas e a fase A, de Candiota. Com esse projeto, o setor pretende modernizar a estrutura das usinas termelétricas e assim, aumentar a capacidade de geração de energia.

A necessidade de regularizar o fluxo de pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) também foi argumentada por Hamm, tendo em vista que está em atraso desde o mês de abril.

O leilão de energia A-5, previsto para o dia 12 de setembro, também foi pauta da reunião. O setor totalizou na inscrição de quatro propostas Tractebel, UTE Pampa Sul (340 mw); Usina do Seival (600 mw), ambas em Candiota; CTSUl, em Cachoeira do Sul (600 mw) e Usitesc, em Santa Catarina, na região de Criciúma (300 mw). Após a inscrição, os projetos estão em processo de habilitação junto à Empresa de Pesquisa Energética (EPE). “Trata-se de importante conquista para geração de energia utilizando as térmicas a carvão mineral“, sintetiza.

Hamm e Zancan também comentaram sobre o cálculo do Índice de Custo Benefício (ICB) que será utilizado para a ordenação econômica de empreendimentos de geração termelétrica e, consequentemente, como critério de contratação do leilão de energia. “Estamos trabalhando por preço adequado e competitivo e assim, termos milhares de empregos e geração de energia segura“, sintetiza.

Em relação às perspectivas do leilão, ainda reivindicaram uma reunião da equipe técnica do Ministério para que os empreendimentos inscritos apresentem as propostas.

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