Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 354
    [i_conteudo] => 354
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2014-07-13
    [dt_conteudo] => 2014-07-13
    [4] => CNI envia propostas para setor elétrico aos candidatos
    [titulo] => CNI envia propostas para setor elétrico aos candidatos
    [5] => Eduardo Rodrigues - AE
    [autor] => Eduardo Rodrigues - AE
    [6] => Enquanto o setor elétrico brasileiro chega ao fim do governo Dilma Rousseff tentando sair de um rombo bilionário e ainda cheio de incertezas em relação ao futuro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) enviou a todos o presidenciáveis um documento com diversas propostas de longo prazo para a matriz brasileira.
    [resumo] => Enquanto o setor elétrico brasileiro chega ao fim do governo Dilma Rousseff tentando sair de um rombo bilionário e ainda cheio de incertezas em relação ao futuro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) enviou a todos o presidenciáveis um documento com diversas propostas de longo prazo para a matriz brasileira.
    [7] => 

Enquanto o setor elétrico brasileiro chega ao fim do governo Dilma Rousseff tentando sair de um rombo bilionário e ainda cheio de incertezas em relação ao futuro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) enviou a todos o presidenciáveis um documento com diversas propostas de longo prazo para a matriz brasileira. O objetivo é destravar discussões polêmicas - como a construção de reservatórios e o uso da energia nuclear - e trazer o planejamento energético para o centro do debate eleitoral, para que o País comece a ter "planos B" para eventuais crises como a atual.

"O documento parte da necessidade de se discutir agora as soluções de longo prazo para o setor. É preciso enfrentar questões sensíveis e levar essas discussões para a sociedade para que as decisões sejam tomadas de maneira segura", avaliou o especialista em Políticas e Indústria da CNI, Rodrigo Garcia.

A lista de propostas da entidade converge para o uso sistêmico de todas as fontes de energia disponíveis no Brasil, deixando de lado preconceitos com determinados combustíveis e tentando se afastar de discussões apaixonadas de determinados segmentos da sociedade. Nesse sentido, a CNI convida os candidatos a apresentarem projetos em todos os segmentos de geração, do carvão mineral à energia SOLAR.

"Não existe geração de energia sem impacto ambiental, mas o importante é mitigar esses impactos da melhor maneira. E para buscar maior competitividade a nível global, temos que aproveitar todas as nossas fontes para combiná-las da maneira mais sustentável", acrescenta Garcia.

Emoção

Por isso, embora os megaprojetos de usinas hídricas na Amazônia estejam sendo construídos segundo o modelo chamado fio d'água - sem o armazenamento de grandes quantidades de água e a inundação de vastas áreas da floresta -, o especialista retoma a discussão da construção de empreendimentos hidrelétricos com reservatórios de água sempre que possível. "O envolvimento emocional com o tema às vezes impede que decisões importantes nesse campo sejam tomadas, mas essas 'baterias naturais' são importantes para termos RESERVA de energia", completa.

Além disso, a CNI defende incentivos para o desenvolvimento de tecnologias ainda usadas em pequena escala, como a eólica e a solar, que, embora não possam garantir a segurança energética devido a seus ciclos irregulares, são importantes para aliviar a carga de outras fontes. "Quanto mais pudermos usar os ventos e a luz do sol mais eficiente será o uso do carvão, do gás e do óleo combustível, que hoje encarecem a energia no País", explica Garcia.

Previsibilidade

Ainda assim, a entidade considera positiva a primeira rodada para a licitação de blocos de exploração de gás não convencional em terra, marcada para acontecer no segundo semestre deste ano. Para a CNI, os candidatos devem se comprometer com um cronograma previsível e constante de concessões no segmento, que tem potencial para criar uma nova cadeia industrial e de serviços no País, além de baratear o combustível, a exemplo do que já vem ocorrendo nos Estados Unidos. 

Por fim, a confederação tenta destravar as discussões sobre o rumo da energia nuclear no Brasil, onde, a exemplo da Europa, o setor passou por um desaquecimento após o desastre de Fukushima, ocorrido no Japão em março de 2011. "O Brasil tem uma grande RESERVA de urânio e uma renomada tecnologia de enriquecimento do material. Não podemos abandonar essa indústria e temos que acompanhar as novas tecnologias que vêm sendo desenvolvidas a nível mundial com o objetivo de torná-la mais segura e eficiente", conclui o especialista. 

[conteudo] =>

Enquanto o setor elétrico brasileiro chega ao fim do governo Dilma Rousseff tentando sair de um rombo bilionário e ainda cheio de incertezas em relação ao futuro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) enviou a todos o presidenciáveis um documento com diversas propostas de longo prazo para a matriz brasileira. O objetivo é destravar discussões polêmicas - como a construção de reservatórios e o uso da energia nuclear - e trazer o planejamento energético para o centro do debate eleitoral, para que o País comece a ter "planos B" para eventuais crises como a atual.

"O documento parte da necessidade de se discutir agora as soluções de longo prazo para o setor. É preciso enfrentar questões sensíveis e levar essas discussões para a sociedade para que as decisões sejam tomadas de maneira segura", avaliou o especialista em Políticas e Indústria da CNI, Rodrigo Garcia.

A lista de propostas da entidade converge para o uso sistêmico de todas as fontes de energia disponíveis no Brasil, deixando de lado preconceitos com determinados combustíveis e tentando se afastar de discussões apaixonadas de determinados segmentos da sociedade. Nesse sentido, a CNI convida os candidatos a apresentarem projetos em todos os segmentos de geração, do carvão mineral à energia SOLAR.

"Não existe geração de energia sem impacto ambiental, mas o importante é mitigar esses impactos da melhor maneira. E para buscar maior competitividade a nível global, temos que aproveitar todas as nossas fontes para combiná-las da maneira mais sustentável", acrescenta Garcia.

Emoção

Por isso, embora os megaprojetos de usinas hídricas na Amazônia estejam sendo construídos segundo o modelo chamado fio d'água - sem o armazenamento de grandes quantidades de água e a inundação de vastas áreas da floresta -, o especialista retoma a discussão da construção de empreendimentos hidrelétricos com reservatórios de água sempre que possível. "O envolvimento emocional com o tema às vezes impede que decisões importantes nesse campo sejam tomadas, mas essas 'baterias naturais' são importantes para termos RESERVA de energia", completa.

Além disso, a CNI defende incentivos para o desenvolvimento de tecnologias ainda usadas em pequena escala, como a eólica e a solar, que, embora não possam garantir a segurança energética devido a seus ciclos irregulares, são importantes para aliviar a carga de outras fontes. "Quanto mais pudermos usar os ventos e a luz do sol mais eficiente será o uso do carvão, do gás e do óleo combustível, que hoje encarecem a energia no País", explica Garcia.

Previsibilidade

Ainda assim, a entidade considera positiva a primeira rodada para a licitação de blocos de exploração de gás não convencional em terra, marcada para acontecer no segundo semestre deste ano. Para a CNI, os candidatos devem se comprometer com um cronograma previsível e constante de concessões no segmento, que tem potencial para criar uma nova cadeia industrial e de serviços no País, além de baratear o combustível, a exemplo do que já vem ocorrendo nos Estados Unidos. 

Por fim, a confederação tenta destravar as discussões sobre o rumo da energia nuclear no Brasil, onde, a exemplo da Europa, o setor passou por um desaquecimento após o desastre de Fukushima, ocorrido no Japão em março de 2011. "O Brasil tem uma grande RESERVA de urânio e uma renomada tecnologia de enriquecimento do material. Não podemos abandonar essa indústria e temos que acompanhar as novas tecnologias que vêm sendo desenvolvidas a nível mundial com o objetivo de torná-la mais segura e eficiente", conclui o especialista. 

[8] => [palavra_chave] => [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2014-07-16 14:25:52 [dt_sistema] => 2014-07-16 14:25:52 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

CNI envia propostas para setor elétrico aos candidatos

13/07/2014

Eduardo Rodrigues - AE

Enquanto o setor elétrico brasileiro chega ao fim do governo Dilma Rousseff tentando sair de um rombo bilionário e ainda cheio de incertezas em relação ao futuro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) enviou a todos o presidenciáveis um documento com diversas propostas de longo prazo para a matriz brasileira. O objetivo é destravar discussões polêmicas - como a construção de reservatórios e o uso da energia nuclear - e trazer o planejamento energético para o centro do debate eleitoral, para que o País comece a ter "planos B" para eventuais crises como a atual.

"O documento parte da necessidade de se discutir agora as soluções de longo prazo para o setor. É preciso enfrentar questões sensíveis e levar essas discussões para a sociedade para que as decisões sejam tomadas de maneira segura", avaliou o especialista em Políticas e Indústria da CNI, Rodrigo Garcia.

A lista de propostas da entidade converge para o uso sistêmico de todas as fontes de energia disponíveis no Brasil, deixando de lado preconceitos com determinados combustíveis e tentando se afastar de discussões apaixonadas de determinados segmentos da sociedade. Nesse sentido, a CNI convida os candidatos a apresentarem projetos em todos os segmentos de geração, do carvão mineral à energia SOLAR.

"Não existe geração de energia sem impacto ambiental, mas o importante é mitigar esses impactos da melhor maneira. E para buscar maior competitividade a nível global, temos que aproveitar todas as nossas fontes para combiná-las da maneira mais sustentável", acrescenta Garcia.

Emoção

Por isso, embora os megaprojetos de usinas hídricas na Amazônia estejam sendo construídos segundo o modelo chamado fio d'água - sem o armazenamento de grandes quantidades de água e a inundação de vastas áreas da floresta -, o especialista retoma a discussão da construção de empreendimentos hidrelétricos com reservatórios de água sempre que possível. "O envolvimento emocional com o tema às vezes impede que decisões importantes nesse campo sejam tomadas, mas essas 'baterias naturais' são importantes para termos RESERVA de energia", completa.

Além disso, a CNI defende incentivos para o desenvolvimento de tecnologias ainda usadas em pequena escala, como a eólica e a solar, que, embora não possam garantir a segurança energética devido a seus ciclos irregulares, são importantes para aliviar a carga de outras fontes. "Quanto mais pudermos usar os ventos e a luz do sol mais eficiente será o uso do carvão, do gás e do óleo combustível, que hoje encarecem a energia no País", explica Garcia.

Previsibilidade

Ainda assim, a entidade considera positiva a primeira rodada para a licitação de blocos de exploração de gás não convencional em terra, marcada para acontecer no segundo semestre deste ano. Para a CNI, os candidatos devem se comprometer com um cronograma previsível e constante de concessões no segmento, que tem potencial para criar uma nova cadeia industrial e de serviços no País, além de baratear o combustível, a exemplo do que já vem ocorrendo nos Estados Unidos. 

Por fim, a confederação tenta destravar as discussões sobre o rumo da energia nuclear no Brasil, onde, a exemplo da Europa, o setor passou por um desaquecimento após o desastre de Fukushima, ocorrido no Japão em março de 2011. "O Brasil tem uma grande RESERVA de urânio e uma renomada tecnologia de enriquecimento do material. Não podemos abandonar essa indústria e temos que acompanhar as novas tecnologias que vêm sendo desenvolvidas a nível mundial com o objetivo de torná-la mais segura e eficiente", conclui o especialista. 

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351