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A contribuição dos recursos minerais nas receitas globais de Moçambique cresceu significativamente nos últimos quatro anos, passando de 2%, em 2010, para 15% da colecta fiscal em 2013, informou no parlamento a ministra dos Recursos Minerais.

De acordo com Esperança Bias os impostos arrecadados pelo Tesouro no que se refere à indústria extractiva, nomeadamente extracção e comercialização, somaram 18,2 mil milhões de meticais (583 milhões de dólares), informou o matutino Notícias, de Maputo.

Os encaixes são, fundamentalmente, provenientes da exploração, desde 2004, do gás natural de Pande e Temane, em Inhambane, das areias pesadas de Moma, cuja exportação se iniciou em 2007, carvão mineral de Tete, com a comercialização iniciada em 2011, entre outros recursos.

A ministra dos Recursos Minerais, que divulgou estes números na Assembleia da República, disse que relativamente ao carvão mineral existem actualmente sete concessões e que em 2013 foram exportados 3,8 milhões de toneladas com o valor de 370 milhões de dólares.

No presente ano, segundo a ministra, prevê-se a exportação de 6,5 milhões de toneladas de carvão mineral extraído dos jazigos de Moatize, em Tete, sendo os países asiáticos o principal mercado.

Fora dos ganhos do Estado e das próprias companhias que exploram os recursos, os benefícios da extracção mineral estenderam-se a milhares de técnicos moçambicanos empregues nas firmas e a pequenas e médias empresas nacionais que vendem produtos às multinacionais.

A Vale Moçambique emprega cerca de 10 mil moçambicanos e conta com 1100 fornecedores de bens e serviços, a Jindal Steel and Power Limited (JSPL) compra produtos de 150 pequenas e médias empresas, despendendo cerca de 150 milhões de dólares por ano e a Rio Tinto pagou 295 milhões de dólares a fornecedores nacionais de bens e serviços, montante que representa 77% das suas despesas globais de operação, de acordo com números apresentados por Esperança Bias.

(macauhub/MZ)

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A contribuição dos recursos minerais nas receitas globais de Moçambique cresceu significativamente nos últimos quatro anos, passando de 2%, em 2010, para 15% da colecta fiscal em 2013, informou no parlamento a ministra dos Recursos Minerais.

De acordo com Esperança Bias os impostos arrecadados pelo Tesouro no que se refere à indústria extractiva, nomeadamente extracção e comercialização, somaram 18,2 mil milhões de meticais (583 milhões de dólares), informou o matutino Notícias, de Maputo.

Os encaixes são, fundamentalmente, provenientes da exploração, desde 2004, do gás natural de Pande e Temane, em Inhambane, das areias pesadas de Moma, cuja exportação se iniciou em 2007, carvão mineral de Tete, com a comercialização iniciada em 2011, entre outros recursos.

A ministra dos Recursos Minerais, que divulgou estes números na Assembleia da República, disse que relativamente ao carvão mineral existem actualmente sete concessões e que em 2013 foram exportados 3,8 milhões de toneladas com o valor de 370 milhões de dólares.

No presente ano, segundo a ministra, prevê-se a exportação de 6,5 milhões de toneladas de carvão mineral extraído dos jazigos de Moatize, em Tete, sendo os países asiáticos o principal mercado.

Fora dos ganhos do Estado e das próprias companhias que exploram os recursos, os benefícios da extracção mineral estenderam-se a milhares de técnicos moçambicanos empregues nas firmas e a pequenas e médias empresas nacionais que vendem produtos às multinacionais.

A Vale Moçambique emprega cerca de 10 mil moçambicanos e conta com 1100 fornecedores de bens e serviços, a Jindal Steel and Power Limited (JSPL) compra produtos de 150 pequenas e médias empresas, despendendo cerca de 150 milhões de dólares por ano e a Rio Tinto pagou 295 milhões de dólares a fornecedores nacionais de bens e serviços, montante que representa 77% das suas despesas globais de operação, de acordo com números apresentados por Esperança Bias.

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Recursos minerais em Moçambique responsáveis por 15% da coleta fiscal em 2013

11/07/2014

A contribuição dos recursos minerais nas receitas globais de Moçambique cresceu significativamente nos últimos quatro anos, passando de 2%, em 2010, para 15% da colecta fiscal em 2013, informou no parlamento a ministra dos Recursos Minerais.

De acordo com Esperança Bias os impostos arrecadados pelo Tesouro no que se refere à indústria extractiva, nomeadamente extracção e comercialização, somaram 18,2 mil milhões de meticais (583 milhões de dólares), informou o matutino Notícias, de Maputo.

Os encaixes são, fundamentalmente, provenientes da exploração, desde 2004, do gás natural de Pande e Temane, em Inhambane, das areias pesadas de Moma, cuja exportação se iniciou em 2007, carvão mineral de Tete, com a comercialização iniciada em 2011, entre outros recursos.

A ministra dos Recursos Minerais, que divulgou estes números na Assembleia da República, disse que relativamente ao carvão mineral existem actualmente sete concessões e que em 2013 foram exportados 3,8 milhões de toneladas com o valor de 370 milhões de dólares.

No presente ano, segundo a ministra, prevê-se a exportação de 6,5 milhões de toneladas de carvão mineral extraído dos jazigos de Moatize, em Tete, sendo os países asiáticos o principal mercado.

Fora dos ganhos do Estado e das próprias companhias que exploram os recursos, os benefícios da extracção mineral estenderam-se a milhares de técnicos moçambicanos empregues nas firmas e a pequenas e médias empresas nacionais que vendem produtos às multinacionais.

A Vale Moçambique emprega cerca de 10 mil moçambicanos e conta com 1100 fornecedores de bens e serviços, a Jindal Steel and Power Limited (JSPL) compra produtos de 150 pequenas e médias empresas, despendendo cerca de 150 milhões de dólares por ano e a Rio Tinto pagou 295 milhões de dólares a fornecedores nacionais de bens e serviços, montante que representa 77% das suas despesas globais de operação, de acordo com números apresentados por Esperança Bias.

(macauhub/MZ)

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