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O presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) esteve reunido com o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan.

Durante a reunião, trataram as pautas fundamentais em relação à questão da energia elétrica gerada através do carvão mineral, que gera milhares de empregos e significa energia segura não só para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, mas, para todo o Brasil.

A Frente Parlamentar está centrada na pauta principal que é o leilão de energia A-5, que será realizado no dia 12 de setembro deste ano. “Temos a viabilidade de incluir projetos para que possamos pagar uma energia com custo razoável e compatível”, explica.

Hamm comenta que as usinas buscam alternativas para viabilizar projetos já licenciados, porém, necessitam de maiores garantias financeiras. “Lutamos pela viabilidade de incluir projetos para que possamos pagar uma energia com custo razoável e compatível”, detalha o presidente ao ressaltar que a ideia é construir usinas de baixo impacto ambiental, com energia segura, promovendo o desenvolvimento do país e gerando um custo de energia mais barato”, detalha.

Outra preocupação apontada por Zancan e Afonso Hamm é quanto à regularização do fluxo de pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). “Estamos trabalhando pela regularização do fluxo, que se encontra em atraso há três meses e representa o ressarcimento dos gastos na aquisição de carvão e na geração de energia, em especial a utilização do carvão mineral”, explica Zancan ao observar que o atraso representa R$ 318 milhões.

“Essa é a pauta que estamos trabalhando para regularizar e garantir energia não só para o sul, mas para todo país”, finaliza Hamm. 

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O presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) esteve reunido com o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan.

Durante a reunião, trataram as pautas fundamentais em relação à questão da energia elétrica gerada através do carvão mineral, que gera milhares de empregos e significa energia segura não só para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, mas, para todo o Brasil.

A Frente Parlamentar está centrada na pauta principal que é o leilão de energia A-5, que será realizado no dia 12 de setembro deste ano. “Temos a viabilidade de incluir projetos para que possamos pagar uma energia com custo razoável e compatível”, explica.

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Frente Parlamentar do Carvão Mineral destaca expectativas para o leilão de energia A-5

15/05/2014

O presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) esteve reunido com o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan.

Durante a reunião, trataram as pautas fundamentais em relação à questão da energia elétrica gerada através do carvão mineral, que gera milhares de empregos e significa energia segura não só para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, mas, para todo o Brasil.

A Frente Parlamentar está centrada na pauta principal que é o leilão de energia A-5, que será realizado no dia 12 de setembro deste ano. “Temos a viabilidade de incluir projetos para que possamos pagar uma energia com custo razoável e compatível”, explica.

Hamm comenta que as usinas buscam alternativas para viabilizar projetos já licenciados, porém, necessitam de maiores garantias financeiras. “Lutamos pela viabilidade de incluir projetos para que possamos pagar uma energia com custo razoável e compatível”, detalha o presidente ao ressaltar que a ideia é construir usinas de baixo impacto ambiental, com energia segura, promovendo o desenvolvimento do país e gerando um custo de energia mais barato”, detalha.

Outra preocupação apontada por Zancan e Afonso Hamm é quanto à regularização do fluxo de pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). “Estamos trabalhando pela regularização do fluxo, que se encontra em atraso há três meses e representa o ressarcimento dos gastos na aquisição de carvão e na geração de energia, em especial a utilização do carvão mineral”, explica Zancan ao observar que o atraso representa R$ 318 milhões.

“Essa é a pauta que estamos trabalhando para regularizar e garantir energia não só para o sul, mas para todo país”, finaliza Hamm. 

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