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Foi positivo o encontro entre a comitiva catarinense e representantes da Transgas Development Systems. Na semana passada a comitiva, que teve a presença do presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan, esteve discutindo a implantação de um projeto de carboquímica em Santa Catarina.

No encontro foi assinado um Memorando de entendimento entre a Transgas Development Systems e o Governo do Estado de Santa Catarina visando efetivar a viabilidade de construir Projetos de gasificação limpa de carvão no estado. No memorando conta que em seis meses o estado deverá construir discussões para que possa ser efetivado o projeto. Isso será feito tendo o Estado de Santa Catarina como indutor das partes interessadas em desenvolver o projeto, visando produzir fertilizantes a partir da gasificação do carvão catarinense.

"A princípio esse memorando visa desenvolver projetos de gasificação de carvão, que podem ser inicialmente para fertilizantes (nitrato de amônia e ureia) e posteriormente para produção de gás natural sintético, visando substituir o gás natural do Brasil/Bolívia, atendendo a demanda que hoje está reprimida por falta do gás natural", explica o presidente da ABCM, Fernando Luiz Zancan.

O projeto, após a licença ambiental, poderá ser concluído em 40 meses e terá um investimento de, aproximadamente, 2,7 bilhões de dólares. A planta que será instalada deverá produzir 2.500 t/dia de nitrato de amônia e 3.500 t/dia de ureia, além de outros subprodutos como o enxofre.

"Hoje a indústria de Santa Catarina precisa de gás e não pode expandir e nem baixar custos devido a carência desse insumo, portanto a vinda de um novo fornecedor é fundamental para o desenvolvimento industrial do estado. O encontro foi positivo pois a Transgas apresentou seus parceiros no projeto (Linde, ACS, Thyssengroup Technological Solutions, Pike) que são empresas de primeira linha a nível global e estabeleceu uma relação  entre as partes: Transgas e Governo de Santa Catarina", conta Zancan.

A localização do projeto ainda será avaliada pelas questões logísticas e de custo do transporte dos insumos e produtos do processo. "É importante frisar que a Lei de incentivo que cria Regime Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Infraestrutura da Industria de Fertilizantes no Brasil. Lei 12794/2013 de 02/04/2013 está em vias de regulamentação no aguardo da assinatura da Presidência da Republica e passa ser o instrumento de atração de investimentos estratégicos ao pais", afirma o presidente da ABCM.

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Foi positivo o encontro entre a comitiva catarinense e representantes da Transgas Development Systems. Na semana passada a comitiva, que teve a presença do presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan, esteve discutindo a implantação de um projeto de carboquímica em Santa Catarina.

No encontro foi assinado um Memorando de entendimento entre a Transgas Development Systems e o Governo do Estado de Santa Catarina visando efetivar a viabilidade de construir Projetos de gasificação limpa de carvão no estado. No memorando conta que em seis meses o estado deverá construir discussões para que possa ser efetivado o projeto. Isso será feito tendo o Estado de Santa Catarina como indutor das partes interessadas em desenvolver o projeto, visando produzir fertilizantes a partir da gasificação do carvão catarinense.

"A princípio esse memorando visa desenvolver projetos de gasificação de carvão, que podem ser inicialmente para fertilizantes (nitrato de amônia e ureia) e posteriormente para produção de gás natural sintético, visando substituir o gás natural do Brasil/Bolívia, atendendo a demanda que hoje está reprimida por falta do gás natural", explica o presidente da ABCM, Fernando Luiz Zancan.

O projeto, após a licença ambiental, poderá ser concluído em 40 meses e terá um investimento de, aproximadamente, 2,7 bilhões de dólares. A planta que será instalada deverá produzir 2.500 t/dia de nitrato de amônia e 3.500 t/dia de ureia, além de outros subprodutos como o enxofre.

"Hoje a indústria de Santa Catarina precisa de gás e não pode expandir e nem baixar custos devido a carência desse insumo, portanto a vinda de um novo fornecedor é fundamental para o desenvolvimento industrial do estado. O encontro foi positivo pois a Transgas apresentou seus parceiros no projeto (Linde, ACS, Thyssengroup Technological Solutions, Pike) que são empresas de primeira linha a nível global e estabeleceu uma relação  entre as partes: Transgas e Governo de Santa Catarina", conta Zancan.

A localização do projeto ainda será avaliada pelas questões logísticas e de custo do transporte dos insumos e produtos do processo. "É importante frisar que a Lei de incentivo que cria Regime Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Infraestrutura da Industria de Fertilizantes no Brasil. Lei 12794/2013 de 02/04/2013 está em vias de regulamentação no aguardo da assinatura da Presidência da Republica e passa ser o instrumento de atração de investimentos estratégicos ao pais", afirma o presidente da ABCM.

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Estado e Transgas assinam memorando para efetivar a gasificação do carvão catarinense

05/05/2014

Lucas Jorge - Assessoria de Imprensa Siecesc

Foi positivo o encontro entre a comitiva catarinense e representantes da Transgas Development Systems. Na semana passada a comitiva, que teve a presença do presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan, esteve discutindo a implantação de um projeto de carboquímica em Santa Catarina.

No encontro foi assinado um Memorando de entendimento entre a Transgas Development Systems e o Governo do Estado de Santa Catarina visando efetivar a viabilidade de construir Projetos de gasificação limpa de carvão no estado. No memorando conta que em seis meses o estado deverá construir discussões para que possa ser efetivado o projeto. Isso será feito tendo o Estado de Santa Catarina como indutor das partes interessadas em desenvolver o projeto, visando produzir fertilizantes a partir da gasificação do carvão catarinense.

"A princípio esse memorando visa desenvolver projetos de gasificação de carvão, que podem ser inicialmente para fertilizantes (nitrato de amônia e ureia) e posteriormente para produção de gás natural sintético, visando substituir o gás natural do Brasil/Bolívia, atendendo a demanda que hoje está reprimida por falta do gás natural", explica o presidente da ABCM, Fernando Luiz Zancan.

O projeto, após a licença ambiental, poderá ser concluído em 40 meses e terá um investimento de, aproximadamente, 2,7 bilhões de dólares. A planta que será instalada deverá produzir 2.500 t/dia de nitrato de amônia e 3.500 t/dia de ureia, além de outros subprodutos como o enxofre.

"Hoje a indústria de Santa Catarina precisa de gás e não pode expandir e nem baixar custos devido a carência desse insumo, portanto a vinda de um novo fornecedor é fundamental para o desenvolvimento industrial do estado. O encontro foi positivo pois a Transgas apresentou seus parceiros no projeto (Linde, ACS, Thyssengroup Technological Solutions, Pike) que são empresas de primeira linha a nível global e estabeleceu uma relação  entre as partes: Transgas e Governo de Santa Catarina", conta Zancan.

A localização do projeto ainda será avaliada pelas questões logísticas e de custo do transporte dos insumos e produtos do processo. "É importante frisar que a Lei de incentivo que cria Regime Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Infraestrutura da Industria de Fertilizantes no Brasil. Lei 12794/2013 de 02/04/2013 está em vias de regulamentação no aguardo da assinatura da Presidência da Republica e passa ser o instrumento de atração de investimentos estratégicos ao pais", afirma o presidente da ABCM.

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