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O presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Ivan De Pelegrin, e representantes da mineradora gaúcha Copelmi e do grupo coreano Posco assinaram, nesta quarta-feira (30), em Seul, na Coreia do Sul, memorando de entendimento para realização de estudo de viabilidade sobre a instalação de uma planta de gaseificação do carvão mineral em Charqueadas e Eldorado do Sul. A unidade beneficiaria a região do chamado Baixo Jacuí, área economicamente deprimida e que aguarda investimentos para geração de emprego e renda. 

O trabalho, que envolverá aspectos técnicos e ambientais, será concluído em 12 meses e orientará investidores interessados na implantação do projeto, que resultará na produção de gás natural sintético, distribuído pela estatal Sulgás. O setor carboquímico integra a Política Industrial do Estado, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), à qual a AGDI está vinculada. A estratégia é fomentar o uso do carvão mineral sob novas bases tecnológicas, com sustentabilidade ambiental, econômico-financeira e eficiência energética.

“A assinatura desse memorando é um passo muito importante para o uso sustentável e agregação de valor às reservas de carvão do Estado”, afirmou o titular da SDPI, Mauro Knijnik, que repassou imediatamente a informação recebida de Seul ao governador Tarso Genro, defensor do uso racional dessa fonte de energia abundante no Rio Grande do Sul.

Hoje, o Rio Grande do Sul consome cerca de 1,8 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural, importado da Bolívia, mas a demanda reprimida equivale ao dobro, considerando indústria, consumo doméstico e gás veicular. Além disso, setores como a indústria cerâmica dependem do combustível para produzir com mais qualidade e competitividade.

O presidente da AGDI integra missão organizada pela Apex-Brasil à Ásia, para prospecção de negócios e parcerias tecnológicas na Coreia do Sul e Japão. O secretário adjunto da Fazenda, André Paiva, também faz parte do grupo, que nessa terça-feira (29) visitou a obra de uma planta de gaseificação de carvão da Posco em Gwangyang, no sul da Coreia, com capacidade para produzir 2 milhões de m3/dia de gás natural. Será a mais moderna do mundo, com operação comercial prevista para o inicio de 2015.

Os representantes da Copelmi e da Posco E&C manifestaram otimismo em relação ao projeto gaúcho, uma vez que a experiência coreana provou que a gaseificação de carvão é uma solução competitiva.

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O presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Ivan De Pelegrin, e representantes da mineradora gaúcha Copelmi e do grupo coreano Posco assinaram, nesta quarta-feira (30), em Seul, na Coreia do Sul, memorando de entendimento para realização de estudo de viabilidade sobre a instalação de uma planta de gaseificação do carvão mineral em Charqueadas e Eldorado do Sul. A unidade beneficiaria a região do chamado Baixo Jacuí, área economicamente deprimida e que aguarda investimentos para geração de emprego e renda. 

O trabalho, que envolverá aspectos técnicos e ambientais, será concluído em 12 meses e orientará investidores interessados na implantação do projeto, que resultará na produção de gás natural sintético, distribuído pela estatal Sulgás. O setor carboquímico integra a Política Industrial do Estado, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), à qual a AGDI está vinculada. A estratégia é fomentar o uso do carvão mineral sob novas bases tecnológicas, com sustentabilidade ambiental, econômico-financeira e eficiência energética.

“A assinatura desse memorando é um passo muito importante para o uso sustentável e agregação de valor às reservas de carvão do Estado”, afirmou o titular da SDPI, Mauro Knijnik, que repassou imediatamente a informação recebida de Seul ao governador Tarso Genro, defensor do uso racional dessa fonte de energia abundante no Rio Grande do Sul.

Hoje, o Rio Grande do Sul consome cerca de 1,8 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural, importado da Bolívia, mas a demanda reprimida equivale ao dobro, considerando indústria, consumo doméstico e gás veicular. Além disso, setores como a indústria cerâmica dependem do combustível para produzir com mais qualidade e competitividade.

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Governo firma acordo na Coreia para estudo de viabilidade de planta de gasificação do carvão no RS

30/04/2014

Denise Nunes

O presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Ivan De Pelegrin, e representantes da mineradora gaúcha Copelmi e do grupo coreano Posco assinaram, nesta quarta-feira (30), em Seul, na Coreia do Sul, memorando de entendimento para realização de estudo de viabilidade sobre a instalação de uma planta de gaseificação do carvão mineral em Charqueadas e Eldorado do Sul. A unidade beneficiaria a região do chamado Baixo Jacuí, área economicamente deprimida e que aguarda investimentos para geração de emprego e renda. 

O trabalho, que envolverá aspectos técnicos e ambientais, será concluído em 12 meses e orientará investidores interessados na implantação do projeto, que resultará na produção de gás natural sintético, distribuído pela estatal Sulgás. O setor carboquímico integra a Política Industrial do Estado, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), à qual a AGDI está vinculada. A estratégia é fomentar o uso do carvão mineral sob novas bases tecnológicas, com sustentabilidade ambiental, econômico-financeira e eficiência energética.

“A assinatura desse memorando é um passo muito importante para o uso sustentável e agregação de valor às reservas de carvão do Estado”, afirmou o titular da SDPI, Mauro Knijnik, que repassou imediatamente a informação recebida de Seul ao governador Tarso Genro, defensor do uso racional dessa fonte de energia abundante no Rio Grande do Sul.

Hoje, o Rio Grande do Sul consome cerca de 1,8 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural, importado da Bolívia, mas a demanda reprimida equivale ao dobro, considerando indústria, consumo doméstico e gás veicular. Além disso, setores como a indústria cerâmica dependem do combustível para produzir com mais qualidade e competitividade.

O presidente da AGDI integra missão organizada pela Apex-Brasil à Ásia, para prospecção de negócios e parcerias tecnológicas na Coreia do Sul e Japão. O secretário adjunto da Fazenda, André Paiva, também faz parte do grupo, que nessa terça-feira (29) visitou a obra de uma planta de gaseificação de carvão da Posco em Gwangyang, no sul da Coreia, com capacidade para produzir 2 milhões de m3/dia de gás natural. Será a mais moderna do mundo, com operação comercial prevista para o inicio de 2015.

Os representantes da Copelmi e da Posco E&C manifestaram otimismo em relação ao projeto gaúcho, uma vez que a experiência coreana provou que a gaseificação de carvão é uma solução competitiva.

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