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A Câmara de Vereadores de Bagé foi palco na terça-feira, do 2º Seminário Nacional em Defesa do Carvão Mineral como Fonte Geradora de energia elétrica. O deputado federal Afonso Hasmm (PP-RS) participou do evento, como presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral e representou a Câmara dos Deputados.

O evento foi promovido pela Comissão Municipal do Carvão Mineral como fonte geradora de energia elétrica, presidida pelo Vereador Caio Ferreira e composta pelos Vereadores Antenor Teixeira, Edimar Fagundes, Uílson Morais e Carlos Adriano Carneiro.

A abertura dos trabalhos ficou a cargo dos vereadores da Comissão; dos deputados Afonso Hamm, Paulo Pimenta; vice-governador do Estado do Rio Grande do Sul, Beto Grill; presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Zancan; presidente da Companhia Riograndense de Mineração, Elifas Simas.

Durante pronunciamento, Hamm destacou algumas ações que a Frente tem realizado em prol do desenvolvimento do carvão mineral como fonte geradora de energia elétrica, junto com a ABCM. Entre as pautas que estão à inclusão das usinas térmicas a carvão mineral no leilão de energia A-5, previsto para ocorrer em julho. Outra bandeira é a busca por preços com intuito de viabilizar projetos já licenciados, porém, necessitam de maiores garantias financeiras, sendo primordial que o preço executado favoreça a competição com outras fontes geradoras de energia. Também é item de reivindicação é a regularização do fluxo de pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que atualmente encontra-se em atraso e que representa o ressarcimento dos gastos na aquisição de carvão e na geração de energia, em especial a utilização do carvão mineral.

Política industrial

Hamm e Zancan anunciaram a elaboração de um projeto de lei para a viabilização de uma política industrial voltada ao carvão mineral, seja para geração térmica, uso carvão carboquímica e uso de resíduos e fertilizações dos produtos carvão mineral.

A busca para que o carvão mineral seja um indutor de desenvolvimento regional, através da construção de novas usinas termelétricas na região também foi enfoque. O representante da Tractbel, Hugo Stan, apresentou o projeto UTE Pampa Sul, com uma capacidade de instalação de 340 MW. O investimento aproximado é de R$ 1,5 a R$ 1,8 bilhão, com um tempo de construção estimado de 48 meses. Durante a construção deverão ser gerados dois mil diretos e 8.800 indiretos. E, durante a fase de operação, em 25 anos, deverão ser gerados 300 empregos diretos e 1.350 indiretos.

No final do seminário foi elaborado um documento com as ponderações apresentadas pelos palestrantes e as sugestões com intuito de garantir uma política estruturante para a utilização desta grande riqueza que é o carvão mineral. A carta será entregue no Ministério de Minas e Energia, ANEEL, ONS, EPE, Câmaras Federais e Estaduais, Senado Federal, Presidência da República e demais organizações voltadas ao setor carbonífero. 

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A Câmara de Vereadores de Bagé foi palco na terça-feira, do 2º Seminário Nacional em Defesa do Carvão Mineral como Fonte Geradora de energia elétrica. O deputado federal Afonso Hasmm (PP-RS) participou do evento, como presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral e representou a Câmara dos Deputados.

O evento foi promovido pela Comissão Municipal do Carvão Mineral como fonte geradora de energia elétrica, presidida pelo Vereador Caio Ferreira e composta pelos Vereadores Antenor Teixeira, Edimar Fagundes, Uílson Morais e Carlos Adriano Carneiro.

A abertura dos trabalhos ficou a cargo dos vereadores da Comissão; dos deputados Afonso Hamm, Paulo Pimenta; vice-governador do Estado do Rio Grande do Sul, Beto Grill; presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Zancan; presidente da Companhia Riograndense de Mineração, Elifas Simas.

Durante pronunciamento, Hamm destacou algumas ações que a Frente tem realizado em prol do desenvolvimento do carvão mineral como fonte geradora de energia elétrica, junto com a ABCM. Entre as pautas que estão à inclusão das usinas térmicas a carvão mineral no leilão de energia A-5, previsto para ocorrer em julho. Outra bandeira é a busca por preços com intuito de viabilizar projetos já licenciados, porém, necessitam de maiores garantias financeiras, sendo primordial que o preço executado favoreça a competição com outras fontes geradoras de energia. Também é item de reivindicação é a regularização do fluxo de pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que atualmente encontra-se em atraso e que representa o ressarcimento dos gastos na aquisição de carvão e na geração de energia, em especial a utilização do carvão mineral.

Política industrial

Hamm e Zancan anunciaram a elaboração de um projeto de lei para a viabilização de uma política industrial voltada ao carvão mineral, seja para geração térmica, uso carvão carboquímica e uso de resíduos e fertilizações dos produtos carvão mineral.

A busca para que o carvão mineral seja um indutor de desenvolvimento regional, através da construção de novas usinas termelétricas na região também foi enfoque. O representante da Tractbel, Hugo Stan, apresentou o projeto UTE Pampa Sul, com uma capacidade de instalação de 340 MW. O investimento aproximado é de R$ 1,5 a R$ 1,8 bilhão, com um tempo de construção estimado de 48 meses. Durante a construção deverão ser gerados dois mil diretos e 8.800 indiretos. E, durante a fase de operação, em 25 anos, deverão ser gerados 300 empregos diretos e 1.350 indiretos.

No final do seminário foi elaborado um documento com as ponderações apresentadas pelos palestrantes e as sugestões com intuito de garantir uma política estruturante para a utilização desta grande riqueza que é o carvão mineral. A carta será entregue no Ministério de Minas e Energia, ANEEL, ONS, EPE, Câmaras Federais e Estaduais, Senado Federal, Presidência da República e demais organizações voltadas ao setor carbonífero. 

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Seminário sobre carvão mineral em Bagé aponta alternativas de desenvolvimento do setor

15/04/2014

A Câmara de Vereadores de Bagé foi palco na terça-feira, do 2º Seminário Nacional em Defesa do Carvão Mineral como Fonte Geradora de energia elétrica. O deputado federal Afonso Hasmm (PP-RS) participou do evento, como presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral e representou a Câmara dos Deputados.

O evento foi promovido pela Comissão Municipal do Carvão Mineral como fonte geradora de energia elétrica, presidida pelo Vereador Caio Ferreira e composta pelos Vereadores Antenor Teixeira, Edimar Fagundes, Uílson Morais e Carlos Adriano Carneiro.

A abertura dos trabalhos ficou a cargo dos vereadores da Comissão; dos deputados Afonso Hamm, Paulo Pimenta; vice-governador do Estado do Rio Grande do Sul, Beto Grill; presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Zancan; presidente da Companhia Riograndense de Mineração, Elifas Simas.

Durante pronunciamento, Hamm destacou algumas ações que a Frente tem realizado em prol do desenvolvimento do carvão mineral como fonte geradora de energia elétrica, junto com a ABCM. Entre as pautas que estão à inclusão das usinas térmicas a carvão mineral no leilão de energia A-5, previsto para ocorrer em julho. Outra bandeira é a busca por preços com intuito de viabilizar projetos já licenciados, porém, necessitam de maiores garantias financeiras, sendo primordial que o preço executado favoreça a competição com outras fontes geradoras de energia. Também é item de reivindicação é a regularização do fluxo de pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que atualmente encontra-se em atraso e que representa o ressarcimento dos gastos na aquisição de carvão e na geração de energia, em especial a utilização do carvão mineral.

Política industrial

Hamm e Zancan anunciaram a elaboração de um projeto de lei para a viabilização de uma política industrial voltada ao carvão mineral, seja para geração térmica, uso carvão carboquímica e uso de resíduos e fertilizações dos produtos carvão mineral.

A busca para que o carvão mineral seja um indutor de desenvolvimento regional, através da construção de novas usinas termelétricas na região também foi enfoque. O representante da Tractbel, Hugo Stan, apresentou o projeto UTE Pampa Sul, com uma capacidade de instalação de 340 MW. O investimento aproximado é de R$ 1,5 a R$ 1,8 bilhão, com um tempo de construção estimado de 48 meses. Durante a construção deverão ser gerados dois mil diretos e 8.800 indiretos. E, durante a fase de operação, em 25 anos, deverão ser gerados 300 empregos diretos e 1.350 indiretos.

No final do seminário foi elaborado um documento com as ponderações apresentadas pelos palestrantes e as sugestões com intuito de garantir uma política estruturante para a utilização desta grande riqueza que é o carvão mineral. A carta será entregue no Ministério de Minas e Energia, ANEEL, ONS, EPE, Câmaras Federais e Estaduais, Senado Federal, Presidência da República e demais organizações voltadas ao setor carbonífero. 

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