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O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, incentiva a indústria carbonífera a desenvolver 
seus negócios no mercado interno e no exterior, minando as esperanças dos 
ambientalistas de converter a nação para as energias renováveis após o acidente nuclear 
de Fukushima.
 
A nova política energética, aprovada pelo gabinete japonês em 11 de abril, refere-se ao 
carvão como principal fonte de energia no longo prazo, renunciando ao estabelecimento 
de metas específicas, tais como a energia limpa, eólica, solar e geotérmica. Essa política 
também dá a mesma importância à energia nuclear do que a de carvão na estratégia 
energética no Japão.
 
De muitas maneiras, os serviços já estão à frente dos tomadores de decisão. Com 
reatores nucleares ociosos para controles de segurança, 10 empresas de energia no 
Japão consumiram 5,66 milhões de toneladas de carvão em janeiro, um recorde mensal, 
e 12 % a mais que no ano passado, segundo dados na indústria.
 
"Não podemos excluir carvão quando pensamos a melhor escolha de energia para o 
Japão para manter um custo de energia estável", disse Naoya Domoto, presidente de 
operações de energia e IHI Corp, Promotor uma chamada a- USC (Advanced Ultra 
supercrítico vapor -Technology), que emprega carvão para produzir vapor a uma 
temperatura mais elevada." Uma maneira de fazer isso é usar carvão de forma eficiente."
 
O apetite do Japão pelo carvão é similar às tendências já encontradas na Europa e nos 
Estados Unidos, onde os esforços para obter a eletricidade mais barata das regras que 
limitam o uso de combustíveis fósseis para energia mais limpa. Nos Estados Unidos, um 
inverno frio impulsionou o preço do gás natural, proporcionando o catalisador para 
prolongar a vida das usinas mais sujas, o carvão. Alemanha, Espanha e Grã-Bretanha 
reduziram seus subsídios para as energias renováveis, a fim de controlar o custo de sua 
eletricidade.

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O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, incentiva a indústria carbonífera a desenvolver 
seus negócios no mercado interno e no exterior, minando as esperanças dos 
ambientalistas de converter a nação para as energias renováveis após o acidente nuclear 
de Fukushima.
 
A nova política energética, aprovada pelo gabinete japonês em 11 de abril, refere-se ao 
carvão como principal fonte de energia no longo prazo, renunciando ao estabelecimento 
de metas específicas, tais como a energia limpa, eólica, solar e geotérmica. Essa política 
também dá a mesma importância à energia nuclear do que a de carvão na estratégia 
energética no Japão.
 
De muitas maneiras, os serviços já estão à frente dos tomadores de decisão. Com 
reatores nucleares ociosos para controles de segurança, 10 empresas de energia no 
Japão consumiram 5,66 milhões de toneladas de carvão em janeiro, um recorde mensal, 
e 12 % a mais que no ano passado, segundo dados na indústria.
 
"Não podemos excluir carvão quando pensamos a melhor escolha de energia para o 
Japão para manter um custo de energia estável", disse Naoya Domoto, presidente de 
operações de energia e IHI Corp, Promotor uma chamada a- USC (Advanced Ultra 
supercrítico vapor -Technology), que emprega carvão para produzir vapor a uma 
temperatura mais elevada." Uma maneira de fazer isso é usar carvão de forma eficiente."
 
O apetite do Japão pelo carvão é similar às tendências já encontradas na Europa e nos 
Estados Unidos, onde os esforços para obter a eletricidade mais barata das regras que 
limitam o uso de combustíveis fósseis para energia mais limpa. Nos Estados Unidos, um 
inverno frio impulsionou o preço do gás natural, proporcionando o catalisador para 
prolongar a vida das usinas mais sujas, o carvão. Alemanha, Espanha e Grã-Bretanha 
reduziram seus subsídios para as energias renováveis, a fim de controlar o custo de sua 
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Japão depois de Fukushima preferem carvão às energia renovável

22/04/2014

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, incentiva a indústria carbonífera a desenvolver 
seus negócios no mercado interno e no exterior, minando as esperanças dos 
ambientalistas de converter a nação para as energias renováveis após o acidente nuclear 
de Fukushima.
 
A nova política energética, aprovada pelo gabinete japonês em 11 de abril, refere-se ao 
carvão como principal fonte de energia no longo prazo, renunciando ao estabelecimento 
de metas específicas, tais como a energia limpa, eólica, solar e geotérmica. Essa política 
também dá a mesma importância à energia nuclear do que a de carvão na estratégia 
energética no Japão.
 
De muitas maneiras, os serviços já estão à frente dos tomadores de decisão. Com 
reatores nucleares ociosos para controles de segurança, 10 empresas de energia no 
Japão consumiram 5,66 milhões de toneladas de carvão em janeiro, um recorde mensal, 
e 12 % a mais que no ano passado, segundo dados na indústria.
 
"Não podemos excluir carvão quando pensamos a melhor escolha de energia para o 
Japão para manter um custo de energia estável", disse Naoya Domoto, presidente de 
operações de energia e IHI Corp, Promotor uma chamada a- USC (Advanced Ultra 
supercrítico vapor -Technology), que emprega carvão para produzir vapor a uma 
temperatura mais elevada." Uma maneira de fazer isso é usar carvão de forma eficiente."
 
O apetite do Japão pelo carvão é similar às tendências já encontradas na Europa e nos 
Estados Unidos, onde os esforços para obter a eletricidade mais barata das regras que 
limitam o uso de combustíveis fósseis para energia mais limpa. Nos Estados Unidos, um 
inverno frio impulsionou o preço do gás natural, proporcionando o catalisador para 
prolongar a vida das usinas mais sujas, o carvão. Alemanha, Espanha e Grã-Bretanha 
reduziram seus subsídios para as energias renováveis, a fim de controlar o custo de sua 
eletricidade.

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