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Comitiva do pais asiático pretende prospectar negócios de mineração. Já o grupo da região do Veneto confere segmento da construção civil

A feira Sul Metal Mineração atrai empresários de vários países que são referências nos setores abrangidos pelos expositores. Um exemplo é a comitiva de Huaibei, na China, que enviou o vice-prefeito Yang Jun, que é o responsável pelo desenvolvimento do setor industrial no município. A missão tem o objetivo de prospectar negócios, principalmente no setor de extração de carvão. "È a minha primeira vez na feira e considero muito interessante o potencial da região, fiquei surpreso com a qualidade e a tecnologia das empresas locais de mineração. Criciúma é nossa parceira de negócios e é a única cidade da América Latina com que temos esse acordo, que foi aprovado pelo órgão chinês que é semelhante ao legislativo. E também é conhecida na China por ter atividades empresariais similares as de Huaibei", especifica Yang.

O italiano Piori Beneditto atua no ramo de equipamentos para a construção civil e veio à Criciúma representar a empresa Bisol, de Belluno e Treviso. "Tivemos interesse em conferir os negócios realizados nesse tipo de evento, que também é bastante comum em nossa província. Já visitei Criciúma várias vezes, mas esta é a primeira vez que participo da feira. Vim à cidade em 1999, para acompanhar o Festival Internacional de Corais, apaixonei-me pelo povo e aqui fiz amizades", especifica. Outro morador da região do Vêneto que se interessou pelas construtoras de Criciúma é Roberto Olivati. "Estou morando na cidade faz um ano e abri uma filial da minha empresa, e Eletroelsa, e aos poucos irei transferi-la inteiramente para cá. Trabalho aqui com tecnologia em elevadores e máquinas de reboco", sinaliza. Ele acredita que o futuro do setor da construção está no Brasil e mais especificamente em Criciúma.

Mas o principal foco da Sul Metal e Mineração são as empresas locais, de acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e Material Elétrico de Caravaggio (Simec), Rogério Mendes. "Em nosso distrito que possui uma população de cinco mil pessoas, temos 30 empresas associadas, que, juntas, empregam 2,5 mil trabalhadores. Temos uma capacidade de produção que concorre com grandes centros brasileiros que são destaques no setor metalmecânico", calcula. O Simec é um dos sindicatos idealizadores da feira e trouxe ao local cerca da metade de seus associados. "Nossos colaboradores visão participar dos eventos paralelos, como palestras e rodadas de negócios, para uma capacitação", sinaliza Mendes. Durante a abertura do evento, foi anunciada a data da edição de 2014. "Fizemos uma antecipação devido à Copa do Mundo que será sediada no Brasil. Tivemos um cuidado especial e alteramos a Sul Metal e Mineração em um mês, ocorrendo de 27 a 30 de maio", finaliza a coordenadora do Fabíola Taraskevicius.

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Comitiva do pais asiático pretende prospectar negócios de mineração. Já o grupo da região do Veneto confere segmento da construção civil

A feira Sul Metal Mineração atrai empresários de vários países que são referências nos setores abrangidos pelos expositores. Um exemplo é a comitiva de Huaibei, na China, que enviou o vice-prefeito Yang Jun, que é o responsável pelo desenvolvimento do setor industrial no município. A missão tem o objetivo de prospectar negócios, principalmente no setor de extração de carvão. "È a minha primeira vez na feira e considero muito interessante o potencial da região, fiquei surpreso com a qualidade e a tecnologia das empresas locais de mineração. Criciúma é nossa parceira de negócios e é a única cidade da América Latina com que temos esse acordo, que foi aprovado pelo órgão chinês que é semelhante ao legislativo. E também é conhecida na China por ter atividades empresariais similares as de Huaibei", especifica Yang.

O italiano Piori Beneditto atua no ramo de equipamentos para a construção civil e veio à Criciúma representar a empresa Bisol, de Belluno e Treviso. "Tivemos interesse em conferir os negócios realizados nesse tipo de evento, que também é bastante comum em nossa província. Já visitei Criciúma várias vezes, mas esta é a primeira vez que participo da feira. Vim à cidade em 1999, para acompanhar o Festival Internacional de Corais, apaixonei-me pelo povo e aqui fiz amizades", especifica. Outro morador da região do Vêneto que se interessou pelas construtoras de Criciúma é Roberto Olivati. "Estou morando na cidade faz um ano e abri uma filial da minha empresa, e Eletroelsa, e aos poucos irei transferi-la inteiramente para cá. Trabalho aqui com tecnologia em elevadores e máquinas de reboco", sinaliza. Ele acredita que o futuro do setor da construção está no Brasil e mais especificamente em Criciúma.

Mas o principal foco da Sul Metal e Mineração são as empresas locais, de acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e Material Elétrico de Caravaggio (Simec), Rogério Mendes. "Em nosso distrito que possui uma população de cinco mil pessoas, temos 30 empresas associadas, que, juntas, empregam 2,5 mil trabalhadores. Temos uma capacidade de produção que concorre com grandes centros brasileiros que são destaques no setor metalmecânico", calcula. O Simec é um dos sindicatos idealizadores da feira e trouxe ao local cerca da metade de seus associados. "Nossos colaboradores visão participar dos eventos paralelos, como palestras e rodadas de negócios, para uma capacitação", sinaliza Mendes. Durante a abertura do evento, foi anunciada a data da edição de 2014. "Fizemos uma antecipação devido à Copa do Mundo que será sediada no Brasil. Tivemos um cuidado especial e alteramos a Sul Metal e Mineração em um mês, ocorrendo de 27 a 30 de maio", finaliza a coordenadora do Fabíola Taraskevicius.

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Empresários chineses e italianos prestigiam evento

27/06/2012

Jornal da Manhã

Comitiva do pais asiático pretende prospectar negócios de mineração. Já o grupo da região do Veneto confere segmento da construção civil

A feira Sul Metal Mineração atrai empresários de vários países que são referências nos setores abrangidos pelos expositores. Um exemplo é a comitiva de Huaibei, na China, que enviou o vice-prefeito Yang Jun, que é o responsável pelo desenvolvimento do setor industrial no município. A missão tem o objetivo de prospectar negócios, principalmente no setor de extração de carvão. "È a minha primeira vez na feira e considero muito interessante o potencial da região, fiquei surpreso com a qualidade e a tecnologia das empresas locais de mineração. Criciúma é nossa parceira de negócios e é a única cidade da América Latina com que temos esse acordo, que foi aprovado pelo órgão chinês que é semelhante ao legislativo. E também é conhecida na China por ter atividades empresariais similares as de Huaibei", especifica Yang.

O italiano Piori Beneditto atua no ramo de equipamentos para a construção civil e veio à Criciúma representar a empresa Bisol, de Belluno e Treviso. "Tivemos interesse em conferir os negócios realizados nesse tipo de evento, que também é bastante comum em nossa província. Já visitei Criciúma várias vezes, mas esta é a primeira vez que participo da feira. Vim à cidade em 1999, para acompanhar o Festival Internacional de Corais, apaixonei-me pelo povo e aqui fiz amizades", especifica. Outro morador da região do Vêneto que se interessou pelas construtoras de Criciúma é Roberto Olivati. "Estou morando na cidade faz um ano e abri uma filial da minha empresa, e Eletroelsa, e aos poucos irei transferi-la inteiramente para cá. Trabalho aqui com tecnologia em elevadores e máquinas de reboco", sinaliza. Ele acredita que o futuro do setor da construção está no Brasil e mais especificamente em Criciúma.

Mas o principal foco da Sul Metal e Mineração são as empresas locais, de acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e Material Elétrico de Caravaggio (Simec), Rogério Mendes. "Em nosso distrito que possui uma população de cinco mil pessoas, temos 30 empresas associadas, que, juntas, empregam 2,5 mil trabalhadores. Temos uma capacidade de produção que concorre com grandes centros brasileiros que são destaques no setor metalmecânico", calcula. O Simec é um dos sindicatos idealizadores da feira e trouxe ao local cerca da metade de seus associados. "Nossos colaboradores visão participar dos eventos paralelos, como palestras e rodadas de negócios, para uma capacitação", sinaliza Mendes. Durante a abertura do evento, foi anunciada a data da edição de 2014. "Fizemos uma antecipação devido à Copa do Mundo que será sediada no Brasil. Tivemos um cuidado especial e alteramos a Sul Metal e Mineração em um mês, ocorrendo de 27 a 30 de maio", finaliza a coordenadora do Fabíola Taraskevicius.

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