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A multinacional Essar, da Índia, acaba de juntar-se à empresa pública Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) para a construção de um novo terminal de carvão com uma capacidade anual de manuseamento de cerca de 20 milhões de toneladas do minério da cidade da Beira, na província Central de Sofala.

A iniciativa acaba de ter o aval do Governo moçambicano visando a constituição de uma sociedade comercial com os CFM para a sua operacionalização a partir de finais de 2015, segundo apurou o Correio da manhã de fonte governamental ligada ao processo.

A infra-estrutura vai responder às necessidades de escoamento do carvão mineral que está a ser extraído na província de Tete e o projecto surge numa altura em que os CFM acabam de anunciar a conclusão da dragagem de emergência no porto da Beira.

Refira-se que, em 2011, o terminal de carvão da Beira beneficiou de uma reabilitação temporária que permitiu o melhoramento da sua capacidade de manuseamento daquele minério produzido em Tete, na ordem de cinco milhões de toneladas por ano.

A Essar, refira-se, é uma empresa multinacional indiana com investimentos nas áreas de Aço, Energia, Infra-estrutura e Serviços, empregando perto de 73 mil assalariados em mais de 25 países.

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A multinacional Essar, da Índia, acaba de juntar-se à empresa pública Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) para a construção de um novo terminal de carvão com uma capacidade anual de manuseamento de cerca de 20 milhões de toneladas do minério da cidade da Beira, na província Central de Sofala.

A iniciativa acaba de ter o aval do Governo moçambicano visando a constituição de uma sociedade comercial com os CFM para a sua operacionalização a partir de finais de 2015, segundo apurou o Correio da manhã de fonte governamental ligada ao processo.

A infra-estrutura vai responder às necessidades de escoamento do carvão mineral que está a ser extraído na província de Tete e o projecto surge numa altura em que os CFM acabam de anunciar a conclusão da dragagem de emergência no porto da Beira.

Refira-se que, em 2011, o terminal de carvão da Beira beneficiou de uma reabilitação temporária que permitiu o melhoramento da sua capacidade de manuseamento daquele minério produzido em Tete, na ordem de cinco milhões de toneladas por ano.

A Essar, refira-se, é uma empresa multinacional indiana com investimentos nas áreas de Aço, Energia, Infra-estrutura e Serviços, empregando perto de 73 mil assalariados em mais de 25 países.

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Grupo indiano alia-se aos CFM para construção de terminal de carvão na Beira

26/03/2014

Correio da Manhã

A multinacional Essar, da Índia, acaba de juntar-se à empresa pública Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) para a construção de um novo terminal de carvão com uma capacidade anual de manuseamento de cerca de 20 milhões de toneladas do minério da cidade da Beira, na província Central de Sofala.

A iniciativa acaba de ter o aval do Governo moçambicano visando a constituição de uma sociedade comercial com os CFM para a sua operacionalização a partir de finais de 2015, segundo apurou o Correio da manhã de fonte governamental ligada ao processo.

A infra-estrutura vai responder às necessidades de escoamento do carvão mineral que está a ser extraído na província de Tete e o projecto surge numa altura em que os CFM acabam de anunciar a conclusão da dragagem de emergência no porto da Beira.

Refira-se que, em 2011, o terminal de carvão da Beira beneficiou de uma reabilitação temporária que permitiu o melhoramento da sua capacidade de manuseamento daquele minério produzido em Tete, na ordem de cinco milhões de toneladas por ano.

A Essar, refira-se, é uma empresa multinacional indiana com investimentos nas áreas de Aço, Energia, Infra-estrutura e Serviços, empregando perto de 73 mil assalariados em mais de 25 países.

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