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Integrantes dos Sindicatos dos Mineiros de Criciúma e Região impedem desde as 5h30min desta manhã a entrada de carvão na caixa de embarque da mina Metropolitana, de Siderópolis, e da mina Novo Horizonte, no bairro Ana Maria, em Criciúma. Conforme o vice-presidente do Sindicato dos Mineiros de Criciúma e Região, Fernando Valentim, os trabalhadores pleiteiam aumento salarial e cláusulas sociais. A categoria almeja 10% de aumento real mais a inflação de 5,56%; no entanto, o sindicato patronal oferece aos trabalhadores um aumento de 1,44% mais a inflação.

“Esse valor não iremos aceitar. Hoje estamos fazendo um protesto, e não greve, é como se fosse um aviso. No fim do dia vamos nos reunir para decidirmos se iremos ou não continuar com este ato amanhã”, adianta. Neste sábado, a categoria fará uma assembleia, sendo que na próxima semana outras medidas poderão ser tomadas, como a interdição na malha férrea ou o fechamento das empresas. “Durante o encontro vamos definir por uma greve. A assembleia vai ocorrer com todos os sindicatos da região”.

Até as 10h30min, 24 caminhões haviam sido barrados em Siderópolis. Em Criciúma, 12 caminhões foram impedidos de entrar na mina. “Todos esses caminhões transportavam carvão gaúcho. Esta é outra reinvindicação nossa, a proibição da compra do carvão do Rio Grande do Sul, pois a compra tira o emprego dos mineiros da região”, frisa. Entre as cláusulas sociais, segundo Valentim, os profissionais almejam uma cesta básica, plano de saúde, lucro e resultados no rendimento da empresa, entre outras reinvindicações.

Em Siderópolis, impedem a entrada de carvão integrantes do sindicato do próprio município e de Lauro Müller. Em Criciúma, estão integrantes do sindicato de Forquilhinha, Urussanga e Criciúma. Em relação à falta de carvão e o comprometimento de energia na região por parte da Tractebel Energia, de acordo com Valentim, não haverá problemas imediatos. Ele acrescenta que a empresa possui estoque de carvão para o fornecimento de energia durante 15 dias.

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc), Ruy Hülse, 10% de aumento é inviável. “Oferecemos 1,44% de ganho real e esperamos uma contraproposta da categoria. A primeira proposta foi de 1%”. Ainda conforme Hülse, a Tractebel Energia possui estoque para cerca de dez dias de abastecimento. São utilizados 300 mil toneladas de carvão por mês pela Tractebel. “A segurança energética é importante e isso agrava ainda mais a situação. Como este carvão não consegue chegar às minas pode haver o comprometimento de energia, que é interligado pelo país. O Governo Federal não quer que falte energia e neste caso vai haver alguma intervenção", salienta.

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Integrantes dos Sindicatos dos Mineiros de Criciúma e Região impedem desde as 5h30min desta manhã a entrada de carvão na caixa de embarque da mina Metropolitana, de Siderópolis, e da mina Novo Horizonte, no bairro Ana Maria, em Criciúma. Conforme o vice-presidente do Sindicato dos Mineiros de Criciúma e Região, Fernando Valentim, os trabalhadores pleiteiam aumento salarial e cláusulas sociais. A categoria almeja 10% de aumento real mais a inflação de 5,56%; no entanto, o sindicato patronal oferece aos trabalhadores um aumento de 1,44% mais a inflação.

“Esse valor não iremos aceitar. Hoje estamos fazendo um protesto, e não greve, é como se fosse um aviso. No fim do dia vamos nos reunir para decidirmos se iremos ou não continuar com este ato amanhã”, adianta. Neste sábado, a categoria fará uma assembleia, sendo que na próxima semana outras medidas poderão ser tomadas, como a interdição na malha férrea ou o fechamento das empresas. “Durante o encontro vamos definir por uma greve. A assembleia vai ocorrer com todos os sindicatos da região”.

Até as 10h30min, 24 caminhões haviam sido barrados em Siderópolis. Em Criciúma, 12 caminhões foram impedidos de entrar na mina. “Todos esses caminhões transportavam carvão gaúcho. Esta é outra reinvindicação nossa, a proibição da compra do carvão do Rio Grande do Sul, pois a compra tira o emprego dos mineiros da região”, frisa. Entre as cláusulas sociais, segundo Valentim, os profissionais almejam uma cesta básica, plano de saúde, lucro e resultados no rendimento da empresa, entre outras reinvindicações.

Em Siderópolis, impedem a entrada de carvão integrantes do sindicato do próprio município e de Lauro Müller. Em Criciúma, estão integrantes do sindicato de Forquilhinha, Urussanga e Criciúma. Em relação à falta de carvão e o comprometimento de energia na região por parte da Tractebel Energia, de acordo com Valentim, não haverá problemas imediatos. Ele acrescenta que a empresa possui estoque de carvão para o fornecimento de energia durante 15 dias.

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc), Ruy Hülse, 10% de aumento é inviável. “Oferecemos 1,44% de ganho real e esperamos uma contraproposta da categoria. A primeira proposta foi de 1%”. Ainda conforme Hülse, a Tractebel Energia possui estoque para cerca de dez dias de abastecimento. São utilizados 300 mil toneladas de carvão por mês pela Tractebel. “A segurança energética é importante e isso agrava ainda mais a situação. Como este carvão não consegue chegar às minas pode haver o comprometimento de energia, que é interligado pelo país. O Governo Federal não quer que falte energia e neste caso vai haver alguma intervenção", salienta.

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Mineiros impedem entrada de carvão em minas

27/02/2014

Douglas Saviato - Portal Engeplus

Integrantes dos Sindicatos dos Mineiros de Criciúma e Região impedem desde as 5h30min desta manhã a entrada de carvão na caixa de embarque da mina Metropolitana, de Siderópolis, e da mina Novo Horizonte, no bairro Ana Maria, em Criciúma. Conforme o vice-presidente do Sindicato dos Mineiros de Criciúma e Região, Fernando Valentim, os trabalhadores pleiteiam aumento salarial e cláusulas sociais. A categoria almeja 10% de aumento real mais a inflação de 5,56%; no entanto, o sindicato patronal oferece aos trabalhadores um aumento de 1,44% mais a inflação.

“Esse valor não iremos aceitar. Hoje estamos fazendo um protesto, e não greve, é como se fosse um aviso. No fim do dia vamos nos reunir para decidirmos se iremos ou não continuar com este ato amanhã”, adianta. Neste sábado, a categoria fará uma assembleia, sendo que na próxima semana outras medidas poderão ser tomadas, como a interdição na malha férrea ou o fechamento das empresas. “Durante o encontro vamos definir por uma greve. A assembleia vai ocorrer com todos os sindicatos da região”.

Até as 10h30min, 24 caminhões haviam sido barrados em Siderópolis. Em Criciúma, 12 caminhões foram impedidos de entrar na mina. “Todos esses caminhões transportavam carvão gaúcho. Esta é outra reinvindicação nossa, a proibição da compra do carvão do Rio Grande do Sul, pois a compra tira o emprego dos mineiros da região”, frisa. Entre as cláusulas sociais, segundo Valentim, os profissionais almejam uma cesta básica, plano de saúde, lucro e resultados no rendimento da empresa, entre outras reinvindicações.

Em Siderópolis, impedem a entrada de carvão integrantes do sindicato do próprio município e de Lauro Müller. Em Criciúma, estão integrantes do sindicato de Forquilhinha, Urussanga e Criciúma. Em relação à falta de carvão e o comprometimento de energia na região por parte da Tractebel Energia, de acordo com Valentim, não haverá problemas imediatos. Ele acrescenta que a empresa possui estoque de carvão para o fornecimento de energia durante 15 dias.

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc), Ruy Hülse, 10% de aumento é inviável. “Oferecemos 1,44% de ganho real e esperamos uma contraproposta da categoria. A primeira proposta foi de 1%”. Ainda conforme Hülse, a Tractebel Energia possui estoque para cerca de dez dias de abastecimento. São utilizados 300 mil toneladas de carvão por mês pela Tractebel. “A segurança energética é importante e isso agrava ainda mais a situação. Como este carvão não consegue chegar às minas pode haver o comprometimento de energia, que é interligado pelo país. O Governo Federal não quer que falte energia e neste caso vai haver alguma intervenção", salienta.

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