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Um projeto inovador voltado à utilização de novas tecnologias de controle de emissões com a instalação de um equipamento para abatimento das emissões atmosféricas geradas na Usina Termoelétricas de Carvão Mineral de Candiota – fase B, foi apresentado na tarde de segunda-feira, 17, em Porto Alegre, ao secretário Adjunto da Fazenda do Governo do RS, André Luiz Barreto de Paiva Filho. A agenda foi marcada pelo deputado estadual, Pedro Westphalen, a pedido do presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP-RS). Trata-se da primeira planta a ser instalada no Brasil com perspectivas de expansão para novos empreendimentos.

O encontro também contou com a presença do prefeito de Candiota, Luís Carlos Folador e dos representantes da Marsulex Environmental Technologies Corporation (MET), Delaware-Estados Unidos: presidente e CEO Ph.D, Robert Cardell, vice-presidente sênior da área financeira MET, Lori Evans, representante comercial no Brasil, Maristela Siviero, Sofia Mata e vice-presidente Sênior da área executiva, Lance Austenber e Edson Lorczeski.

A nova tecnologia tem como propósito a utilização do enxofre que faz relação com amônia e propicia o fertilizante sulfato. Conforme Hamm, o carvão mineral tem alto índice de enxofre. De acordo com os investidores, esta tecnologia irá propiciar o controle de 99% nas emissões de enxofre no ar e gerar a potencialização de fertilizantes, que hoje o RS importa a totalidade e o Brasil mais de 90% de fertilizante nitrogenado, além de ser de suma importância para agricultura brasileira.

Produção

O encontro teve por objetivo fazer a discussão técnica e ambiental para promover o conhecimento desta tecnologia e fomentar investimentos tanto na região de Candiota, assim como, nas regiões carboníferas no Rio Grande do Sul e criciúma-SC. No mundo, existem quatro plantas em funcionamento que utilizam esta tecnologia: China, Polônia, Estados Unidos e Canadá.

Um exemplo ressaltado pelo presidente da Frente do Carvão Mineral, é que uma Usina que gera 300 MW, realizando a fixação de enxofre, tem potencial de produzir 200 mil toneladas/ano de sulfato de amônia, que hoje está na média de R$ 700,00 a tonelada. “O projeto tem como propósito reduzir o impacto ambiental, além de trazer economicidade, gerando energia associada à renda. Portanto, o sulfato de amônia tem condições de baixar o custo da geração de energia firme, aproveitando o carvão mineral e obtendo importante fertilizante para agricultura gaúcha e brasileira”.

Após a reunião, ficou definida a realização de um debate para apresentar as intenções desse projeto, que também vem contemplar uma das propostas que deverá ser instalada em Candiota, com o EcoParque.

“Importante projeto de visão de responsabilidade ambiental e segurança energética, além de promover o desenvolvimento econômico e social e aproveitar a potencialidade do carvão mineral”, conclui Afonso Hamm.

Dep. Afonso Hamm

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Um projeto inovador voltado à utilização de novas tecnologias de controle de emissões com a instalação de um equipamento para abatimento das emissões atmosféricas geradas na Usina Termoelétricas de Carvão Mineral de Candiota – fase B, foi apresentado na tarde de segunda-feira, 17, em Porto Alegre, ao secretário Adjunto da Fazenda do Governo do RS, André Luiz Barreto de Paiva Filho. A agenda foi marcada pelo deputado estadual, Pedro Westphalen, a pedido do presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP-RS). Trata-se da primeira planta a ser instalada no Brasil com perspectivas de expansão para novos empreendimentos.

O encontro também contou com a presença do prefeito de Candiota, Luís Carlos Folador e dos representantes da Marsulex Environmental Technologies Corporation (MET), Delaware-Estados Unidos: presidente e CEO Ph.D, Robert Cardell, vice-presidente sênior da área financeira MET, Lori Evans, representante comercial no Brasil, Maristela Siviero, Sofia Mata e vice-presidente Sênior da área executiva, Lance Austenber e Edson Lorczeski.

A nova tecnologia tem como propósito a utilização do enxofre que faz relação com amônia e propicia o fertilizante sulfato. Conforme Hamm, o carvão mineral tem alto índice de enxofre. De acordo com os investidores, esta tecnologia irá propiciar o controle de 99% nas emissões de enxofre no ar e gerar a potencialização de fertilizantes, que hoje o RS importa a totalidade e o Brasil mais de 90% de fertilizante nitrogenado, além de ser de suma importância para agricultura brasileira.

Produção

O encontro teve por objetivo fazer a discussão técnica e ambiental para promover o conhecimento desta tecnologia e fomentar investimentos tanto na região de Candiota, assim como, nas regiões carboníferas no Rio Grande do Sul e criciúma-SC. No mundo, existem quatro plantas em funcionamento que utilizam esta tecnologia: China, Polônia, Estados Unidos e Canadá.

Um exemplo ressaltado pelo presidente da Frente do Carvão Mineral, é que uma Usina que gera 300 MW, realizando a fixação de enxofre, tem potencial de produzir 200 mil toneladas/ano de sulfato de amônia, que hoje está na média de R$ 700,00 a tonelada. “O projeto tem como propósito reduzir o impacto ambiental, além de trazer economicidade, gerando energia associada à renda. Portanto, o sulfato de amônia tem condições de baixar o custo da geração de energia firme, aproveitando o carvão mineral e obtendo importante fertilizante para agricultura gaúcha e brasileira”.

Após a reunião, ficou definida a realização de um debate para apresentar as intenções desse projeto, que também vem contemplar uma das propostas que deverá ser instalada em Candiota, com o EcoParque.

“Importante projeto de visão de responsabilidade ambiental e segurança energética, além de promover o desenvolvimento econômico e social e aproveitar a potencialidade do carvão mineral”, conclui Afonso Hamm.

Dep. Afonso Hamm

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Rio Grande do Sul atrai investimento internacional na área do Carvão Mineral e produção de fertiliza

18/02/2014

Um projeto inovador voltado à utilização de novas tecnologias de controle de emissões com a instalação de um equipamento para abatimento das emissões atmosféricas geradas na Usina Termoelétricas de Carvão Mineral de Candiota – fase B, foi apresentado na tarde de segunda-feira, 17, em Porto Alegre, ao secretário Adjunto da Fazenda do Governo do RS, André Luiz Barreto de Paiva Filho. A agenda foi marcada pelo deputado estadual, Pedro Westphalen, a pedido do presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP-RS). Trata-se da primeira planta a ser instalada no Brasil com perspectivas de expansão para novos empreendimentos.

O encontro também contou com a presença do prefeito de Candiota, Luís Carlos Folador e dos representantes da Marsulex Environmental Technologies Corporation (MET), Delaware-Estados Unidos: presidente e CEO Ph.D, Robert Cardell, vice-presidente sênior da área financeira MET, Lori Evans, representante comercial no Brasil, Maristela Siviero, Sofia Mata e vice-presidente Sênior da área executiva, Lance Austenber e Edson Lorczeski.

A nova tecnologia tem como propósito a utilização do enxofre que faz relação com amônia e propicia o fertilizante sulfato. Conforme Hamm, o carvão mineral tem alto índice de enxofre. De acordo com os investidores, esta tecnologia irá propiciar o controle de 99% nas emissões de enxofre no ar e gerar a potencialização de fertilizantes, que hoje o RS importa a totalidade e o Brasil mais de 90% de fertilizante nitrogenado, além de ser de suma importância para agricultura brasileira.

Produção

O encontro teve por objetivo fazer a discussão técnica e ambiental para promover o conhecimento desta tecnologia e fomentar investimentos tanto na região de Candiota, assim como, nas regiões carboníferas no Rio Grande do Sul e criciúma-SC. No mundo, existem quatro plantas em funcionamento que utilizam esta tecnologia: China, Polônia, Estados Unidos e Canadá.

Um exemplo ressaltado pelo presidente da Frente do Carvão Mineral, é que uma Usina que gera 300 MW, realizando a fixação de enxofre, tem potencial de produzir 200 mil toneladas/ano de sulfato de amônia, que hoje está na média de R$ 700,00 a tonelada. “O projeto tem como propósito reduzir o impacto ambiental, além de trazer economicidade, gerando energia associada à renda. Portanto, o sulfato de amônia tem condições de baixar o custo da geração de energia firme, aproveitando o carvão mineral e obtendo importante fertilizante para agricultura gaúcha e brasileira”.

Após a reunião, ficou definida a realização de um debate para apresentar as intenções desse projeto, que também vem contemplar uma das propostas que deverá ser instalada em Candiota, com o EcoParque.

“Importante projeto de visão de responsabilidade ambiental e segurança energética, além de promover o desenvolvimento econômico e social e aproveitar a potencialidade do carvão mineral”, conclui Afonso Hamm.

Dep. Afonso Hamm

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