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O presidente da Cooperativa Regional de Eletrificação Rural Fronteira Sul LTDA. (Coopersul), Vital Cardoso Abreu, defendeu, em entrevista especial à FOLHA do SUL, ontem, a necessidade de construção de uma nova usina a carvão mineral para garantir energia suficiente para atender a demanda da região.

Ao comentar sobre os apagões que vêm atingindo o país, bem como a Campanha gaúcha, Abreu salienta: "estas ocorrências vêm causando sérios problemas na nossa área de atuação. Nós não temos de quem comprar. Soluções a curto prazo não existem. Penso eu que uma nova usina, a carvão, precisaria para a nossa região”. A escolha pelo uso do mineral, diz ele, é em função da segurança da produção, até porque não depende do clima para viabilizar a geração.

Conforme o presidente da Coopersul, a produção deve, de um modo ou de outro, ser ampliada. “Acho que só mais usina vai resolver esse problema. A população cresceu, a qualidade de vida ampliou a compra de equipamentos e isso reflete no consumo”, pondera.

Para viabilizar iniciativa, ele argumenta que deve ocorrer, uma ação, inicialmente, política. “Tem que haver uma mobilização dos prefeitos para levar ao Estado essa nossa necessidade. Temo um colapso que leve a um ou dois dias de apagão. Estou muito preocupado com esta demanda”, alerta. E completa: “não adianta pedir para economizar porque ninguém aguenta o calor”.

Falhas no sistema

Outro ponto citado, por Abreu, é quanto às falhas ocorridas junto à área de abrangência da Cooperativa, que corresponde à totalidade do município de Aceguá, cerca de 80% de Hulha Negra, 30% de Candiota, bem como 5% em Bagé.

“Acidentes acontecem. Um caminhão nosso, nesta semana, colidiu em Hulha Negra e derrubou sete postes. Tivemos que parar o que estávamos realizando e voltar ao que já estava pronto”, lembra. Outro fato ocorreu em Seival, no interior de Candiota. “Entre quarta e quinta-feira caiu um poste. Foi um acidente de percursos. O poste estava podre por dentro e caiu em cima da rede. A gente entrou em contato com CEEE e ela tomou as providências”, relata.

Funcionamento

A Coopersul, atualmente, compra energia da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) para distribuir. “A distribuição, somente depois, é direcionada aos nossos associados”, salienta Abreu.

O presidente aproveitou para informar que, na atualidade, a Coopersul conta com um quadro aproximado de 70 funcionários. “Todos eles treinados, reciclados em escolas, preparados para resolver os problemas. Temos uma equipe técnica em plantões 24 horas por dia”, ressalta.

Ele concluiu a entrevista informando que, para 2014, a cooperativa tem, entre seus objetivos, a concretização de dois projetos. “São de produtores da região, para a construção de pivôs. Encaminhamos os custos e aguardamos a decisão para começar a construção da rede”, adianta. Outra questão, porém de longo prazo, é ampliar a destinação de verbas públicas para reverter em ações. “Estamos buscando parcerias com o Governo Federal, a gente está trabalhando para buscar recursos para as melhorias pelo projeto Luz para Todos”, finaliza, ao solicitar a compreensão dos associados a respeito de qualquer transtorno ocorrido.

Folha do Sul - 10/02/2014

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O presidente da Cooperativa Regional de Eletrificação Rural Fronteira Sul LTDA. (Coopersul), Vital Cardoso Abreu, defendeu, em entrevista especial à FOLHA do SUL, ontem, a necessidade de construção de uma nova usina a carvão mineral para garantir energia suficiente para atender a demanda da região.

Ao comentar sobre os apagões que vêm atingindo o país, bem como a Campanha gaúcha, Abreu salienta: "estas ocorrências vêm causando sérios problemas na nossa área de atuação. Nós não temos de quem comprar. Soluções a curto prazo não existem. Penso eu que uma nova usina, a carvão, precisaria para a nossa região”. A escolha pelo uso do mineral, diz ele, é em função da segurança da produção, até porque não depende do clima para viabilizar a geração.

Conforme o presidente da Coopersul, a produção deve, de um modo ou de outro, ser ampliada. “Acho que só mais usina vai resolver esse problema. A população cresceu, a qualidade de vida ampliou a compra de equipamentos e isso reflete no consumo”, pondera.

Para viabilizar iniciativa, ele argumenta que deve ocorrer, uma ação, inicialmente, política. “Tem que haver uma mobilização dos prefeitos para levar ao Estado essa nossa necessidade. Temo um colapso que leve a um ou dois dias de apagão. Estou muito preocupado com esta demanda”, alerta. E completa: “não adianta pedir para economizar porque ninguém aguenta o calor”.

Falhas no sistema

Outro ponto citado, por Abreu, é quanto às falhas ocorridas junto à área de abrangência da Cooperativa, que corresponde à totalidade do município de Aceguá, cerca de 80% de Hulha Negra, 30% de Candiota, bem como 5% em Bagé.

“Acidentes acontecem. Um caminhão nosso, nesta semana, colidiu em Hulha Negra e derrubou sete postes. Tivemos que parar o que estávamos realizando e voltar ao que já estava pronto”, lembra. Outro fato ocorreu em Seival, no interior de Candiota. “Entre quarta e quinta-feira caiu um poste. Foi um acidente de percursos. O poste estava podre por dentro e caiu em cima da rede. A gente entrou em contato com CEEE e ela tomou as providências”, relata.

Funcionamento

A Coopersul, atualmente, compra energia da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) para distribuir. “A distribuição, somente depois, é direcionada aos nossos associados”, salienta Abreu.

O presidente aproveitou para informar que, na atualidade, a Coopersul conta com um quadro aproximado de 70 funcionários. “Todos eles treinados, reciclados em escolas, preparados para resolver os problemas. Temos uma equipe técnica em plantões 24 horas por dia”, ressalta.

Ele concluiu a entrevista informando que, para 2014, a cooperativa tem, entre seus objetivos, a concretização de dois projetos. “São de produtores da região, para a construção de pivôs. Encaminhamos os custos e aguardamos a decisão para começar a construção da rede”, adianta. Outra questão, porém de longo prazo, é ampliar a destinação de verbas públicas para reverter em ações. “Estamos buscando parcerias com o Governo Federal, a gente está trabalhando para buscar recursos para as melhorias pelo projeto Luz para Todos”, finaliza, ao solicitar a compreensão dos associados a respeito de qualquer transtorno ocorrido.

Folha do Sul - 10/02/2014

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Presidente da Coopersul defende construção de nova usina a carvão mineral

10/02/2014

Folha do Sul

O presidente da Cooperativa Regional de Eletrificação Rural Fronteira Sul LTDA. (Coopersul), Vital Cardoso Abreu, defendeu, em entrevista especial à FOLHA do SUL, ontem, a necessidade de construção de uma nova usina a carvão mineral para garantir energia suficiente para atender a demanda da região.

Ao comentar sobre os apagões que vêm atingindo o país, bem como a Campanha gaúcha, Abreu salienta: "estas ocorrências vêm causando sérios problemas na nossa área de atuação. Nós não temos de quem comprar. Soluções a curto prazo não existem. Penso eu que uma nova usina, a carvão, precisaria para a nossa região”. A escolha pelo uso do mineral, diz ele, é em função da segurança da produção, até porque não depende do clima para viabilizar a geração.

Conforme o presidente da Coopersul, a produção deve, de um modo ou de outro, ser ampliada. “Acho que só mais usina vai resolver esse problema. A população cresceu, a qualidade de vida ampliou a compra de equipamentos e isso reflete no consumo”, pondera.

Para viabilizar iniciativa, ele argumenta que deve ocorrer, uma ação, inicialmente, política. “Tem que haver uma mobilização dos prefeitos para levar ao Estado essa nossa necessidade. Temo um colapso que leve a um ou dois dias de apagão. Estou muito preocupado com esta demanda”, alerta. E completa: “não adianta pedir para economizar porque ninguém aguenta o calor”.

Falhas no sistema

Outro ponto citado, por Abreu, é quanto às falhas ocorridas junto à área de abrangência da Cooperativa, que corresponde à totalidade do município de Aceguá, cerca de 80% de Hulha Negra, 30% de Candiota, bem como 5% em Bagé.

“Acidentes acontecem. Um caminhão nosso, nesta semana, colidiu em Hulha Negra e derrubou sete postes. Tivemos que parar o que estávamos realizando e voltar ao que já estava pronto”, lembra. Outro fato ocorreu em Seival, no interior de Candiota. “Entre quarta e quinta-feira caiu um poste. Foi um acidente de percursos. O poste estava podre por dentro e caiu em cima da rede. A gente entrou em contato com CEEE e ela tomou as providências”, relata.

Funcionamento

A Coopersul, atualmente, compra energia da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) para distribuir. “A distribuição, somente depois, é direcionada aos nossos associados”, salienta Abreu.

O presidente aproveitou para informar que, na atualidade, a Coopersul conta com um quadro aproximado de 70 funcionários. “Todos eles treinados, reciclados em escolas, preparados para resolver os problemas. Temos uma equipe técnica em plantões 24 horas por dia”, ressalta.

Ele concluiu a entrevista informando que, para 2014, a cooperativa tem, entre seus objetivos, a concretização de dois projetos. “São de produtores da região, para a construção de pivôs. Encaminhamos os custos e aguardamos a decisão para começar a construção da rede”, adianta. Outra questão, porém de longo prazo, é ampliar a destinação de verbas públicas para reverter em ações. “Estamos buscando parcerias com o Governo Federal, a gente está trabalhando para buscar recursos para as melhorias pelo projeto Luz para Todos”, finaliza, ao solicitar a compreensão dos associados a respeito de qualquer transtorno ocorrido.

Folha do Sul - 10/02/2014

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