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O apagão ocorrido na terça-feira e o baixo nível dos reservatórios podem favorecer empresas que pretendem instalar usinas térmicas a carvão no país e que negociam com o governo um modelo diferente para o próximo leilão de energia.

Na última disputa do ano passado, o preço máximo estabelecido para o megawatt-hora de usinas a gás, a carvão, de biomassa e pequenas hidrelétricas foi de R$ 144.

Para o setor do carvão, porém, apenas valores acima de R$ 180 seriam viáveis.

"Desde 2012, o governo entende que as térmicas a carvão são necessárias. Só que, no ano passado, o preço estava muito baixo", afirma o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Zancan.

"Talvez outro formato de disputa funcione melhor", diz. A entidade está em negociação com o governo. Uma possibilidade seria adotar um preço-teto diferente para cada tipo de fonte.

"O custo de instalação de uma usina a carvão pode ser mais alto, mas para ativá-la é barato", defende Zancan.

"Os projetos de térmicas estão no Sul, que recebe energia de outras regiões do país. Instalar essas plantas aliviaria o sistema de transmissão."

UDOP - 07/02/2014

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O apagão ocorrido na terça-feira e o baixo nível dos reservatórios podem favorecer empresas que pretendem instalar usinas térmicas a carvão no país e que negociam com o governo um modelo diferente para o próximo leilão de energia.

Na última disputa do ano passado, o preço máximo estabelecido para o megawatt-hora de usinas a gás, a carvão, de biomassa e pequenas hidrelétricas foi de R$ 144.

Para o setor do carvão, porém, apenas valores acima de R$ 180 seriam viáveis.

"Desde 2012, o governo entende que as térmicas a carvão são necessárias. Só que, no ano passado, o preço estava muito baixo", afirma o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Zancan.

"Talvez outro formato de disputa funcione melhor", diz. A entidade está em negociação com o governo. Uma possibilidade seria adotar um preço-teto diferente para cada tipo de fonte.

"O custo de instalação de uma usina a carvão pode ser mais alto, mas para ativá-la é barato", defende Zancan.

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UDOP - 07/02/2014

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Térmicas a carvão defendem novo modelo de leilão

07/02/2014

Maria Cristina Frias com Luciana Dyniewicz, Leandro Martins e Isadora Spadoni Fonte: Folha de S. Pau

O apagão ocorrido na terça-feira e o baixo nível dos reservatórios podem favorecer empresas que pretendem instalar usinas térmicas a carvão no país e que negociam com o governo um modelo diferente para o próximo leilão de energia.

Na última disputa do ano passado, o preço máximo estabelecido para o megawatt-hora de usinas a gás, a carvão, de biomassa e pequenas hidrelétricas foi de R$ 144.

Para o setor do carvão, porém, apenas valores acima de R$ 180 seriam viáveis.

"Desde 2012, o governo entende que as térmicas a carvão são necessárias. Só que, no ano passado, o preço estava muito baixo", afirma o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Zancan.

"Talvez outro formato de disputa funcione melhor", diz. A entidade está em negociação com o governo. Uma possibilidade seria adotar um preço-teto diferente para cada tipo de fonte.

"O custo de instalação de uma usina a carvão pode ser mais alto, mas para ativá-la é barato", defende Zancan.

"Os projetos de térmicas estão no Sul, que recebe energia de outras regiões do país. Instalar essas plantas aliviaria o sistema de transmissão."

UDOP - 07/02/2014

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