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A gaseificação do carvão é a alternativa viável para o aproveitamento do mineral abundante no Rio Grande do Sul, podendo resultar em diversas vantagens econômicas e sociais. O escopo da proposta de estudos encaminhada pela Companhia Riograndense de Mineração (CRM) ao governo do Estado pretende provocar um processo de transformação na Região Carbonífera para geração de emprego, renda e desenvolvimento. O projeto servirá para direcionar a aplicação da tecnologia, já largamente utilizada em diversos países, para apontar as melhores aplicações ao carvão gaúcho, seja para a geração de eletricidade, gás natural, fabricação de combustíveis líquidos ou fertilizantes.

Tendo como principais componentes o hidrogênio e o monóxido de carbono, o gás de síntese gerado é o ponto de partida para diversos produtos, podendo gerar simultaneamente mais de um derivado. Merecem destaque os fertilizantes nitrogenados, criados a partir do metanol, amônia e uréia. A conversão em hidrocarbonetos abre caminho para a geração de combustíveis para os diversos modais de transporte, inclusive para aviação. E a geração térmica, através do ciclo combinado, possibilita a produção de energia com a remoção prévia do dióxido de carbono.

O processo tem menores custos operacionais, acrescentando valor agregado aos subprodutos gerados, como enxofre e ácido sulfúrico, que são comercialmente viáveis. As grandes reservas do Estado ressaltam boas possibilidades para o carvão tornar-se até mais atrativo financeiramente que o gás natural proveniente do gasoduto Bolívia-Brasil. Além disso, respeita as regulamentações ambientais vigentes, e os níveis de emissões são ínfimos.

Muitos afirmam que o carvão é uma das maiores riquezas de nosso Estado, porém, esta realidade só se confirma quando retirado do solo e transformado em energia. Ao apontar novos rumos à produção do mineral, abrem-se possibilidades a um importante retorno econômico e social em termos de energia limpa, abundante e economicamente viável. O carvão gaúcho tem grandes possibilidades de protagonizar uma nova realidade econômica e com maior sustentabilidade ambiental.

* Presidente da Companhia Riograndense de Mineração

Jornal do Comércio - 30/01/2014

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A gaseificação do carvão é a alternativa viável para o aproveitamento do mineral abundante no Rio Grande do Sul, podendo resultar em diversas vantagens econômicas e sociais. O escopo da proposta de estudos encaminhada pela Companhia Riograndense de Mineração (CRM) ao governo do Estado pretende provocar um processo de transformação na Região Carbonífera para geração de emprego, renda e desenvolvimento. O projeto servirá para direcionar a aplicação da tecnologia, já largamente utilizada em diversos países, para apontar as melhores aplicações ao carvão gaúcho, seja para a geração de eletricidade, gás natural, fabricação de combustíveis líquidos ou fertilizantes.

Tendo como principais componentes o hidrogênio e o monóxido de carbono, o gás de síntese gerado é o ponto de partida para diversos produtos, podendo gerar simultaneamente mais de um derivado. Merecem destaque os fertilizantes nitrogenados, criados a partir do metanol, amônia e uréia. A conversão em hidrocarbonetos abre caminho para a geração de combustíveis para os diversos modais de transporte, inclusive para aviação. E a geração térmica, através do ciclo combinado, possibilita a produção de energia com a remoção prévia do dióxido de carbono.

O processo tem menores custos operacionais, acrescentando valor agregado aos subprodutos gerados, como enxofre e ácido sulfúrico, que são comercialmente viáveis. As grandes reservas do Estado ressaltam boas possibilidades para o carvão tornar-se até mais atrativo financeiramente que o gás natural proveniente do gasoduto Bolívia-Brasil. Além disso, respeita as regulamentações ambientais vigentes, e os níveis de emissões são ínfimos.

Muitos afirmam que o carvão é uma das maiores riquezas de nosso Estado, porém, esta realidade só se confirma quando retirado do solo e transformado em energia. Ao apontar novos rumos à produção do mineral, abrem-se possibilidades a um importante retorno econômico e social em termos de energia limpa, abundante e economicamente viável. O carvão gaúcho tem grandes possibilidades de protagonizar uma nova realidade econômica e com maior sustentabilidade ambiental.

* Presidente da Companhia Riograndense de Mineração

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Gaseificação e o carvão mineral gaúcho

30/01/2014

Elifas Simas

A gaseificação do carvão é a alternativa viável para o aproveitamento do mineral abundante no Rio Grande do Sul, podendo resultar em diversas vantagens econômicas e sociais. O escopo da proposta de estudos encaminhada pela Companhia Riograndense de Mineração (CRM) ao governo do Estado pretende provocar um processo de transformação na Região Carbonífera para geração de emprego, renda e desenvolvimento. O projeto servirá para direcionar a aplicação da tecnologia, já largamente utilizada em diversos países, para apontar as melhores aplicações ao carvão gaúcho, seja para a geração de eletricidade, gás natural, fabricação de combustíveis líquidos ou fertilizantes.

Tendo como principais componentes o hidrogênio e o monóxido de carbono, o gás de síntese gerado é o ponto de partida para diversos produtos, podendo gerar simultaneamente mais de um derivado. Merecem destaque os fertilizantes nitrogenados, criados a partir do metanol, amônia e uréia. A conversão em hidrocarbonetos abre caminho para a geração de combustíveis para os diversos modais de transporte, inclusive para aviação. E a geração térmica, através do ciclo combinado, possibilita a produção de energia com a remoção prévia do dióxido de carbono.

O processo tem menores custos operacionais, acrescentando valor agregado aos subprodutos gerados, como enxofre e ácido sulfúrico, que são comercialmente viáveis. As grandes reservas do Estado ressaltam boas possibilidades para o carvão tornar-se até mais atrativo financeiramente que o gás natural proveniente do gasoduto Bolívia-Brasil. Além disso, respeita as regulamentações ambientais vigentes, e os níveis de emissões são ínfimos.

Muitos afirmam que o carvão é uma das maiores riquezas de nosso Estado, porém, esta realidade só se confirma quando retirado do solo e transformado em energia. Ao apontar novos rumos à produção do mineral, abrem-se possibilidades a um importante retorno econômico e social em termos de energia limpa, abundante e economicamente viável. O carvão gaúcho tem grandes possibilidades de protagonizar uma nova realidade econômica e com maior sustentabilidade ambiental.

* Presidente da Companhia Riograndense de Mineração

Jornal do Comércio - 30/01/2014

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