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Quando noticiamos, na semana passada, que a Companhia Riograndense de Mineração (CRM) quer que sejam feitas pesquisas sobre gaseificação do carvão de Candiota, provocamos a Cientec, que há muitos anos se dedica a tais pesquisas. O presidente da Fundação de Ciência e Tecnologia, Luiz Antonio Antoniazzi, respondeu que as pesquisas em gaseificação e combustão de carvão mineral e biomassa, em leito fluidizado, vêm desde 1975, e que a fundação detém tecnologias de gaseificação em leito fluidizado sob condição atmosférica e pressurizada a 15 atm, para geração de gás combustível (processos Civogás e Cigás), tecnologia transferida para a indústria cerâmica.

Atualmente, desenvolve pesquisa de gaseificação de carvão mineral para obtenção de gás de síntese (syngas), matéria-prima para a indústria carboquímica. Em combustão de carvão mineral, realiza pesquisa para o desenvolvimento da tecnologia de oxicombustão, com objetivo de reduzir emissões de CO2, minimizando o efeito estufa. “Detemos, também, tecnologias para aproveitamento das cinzas provenientes desses processos, que são transformadas em materiais para construção civil e pavimentação (produtos Cipecal, Cicasol e Cincal).” É um belo e importante trabalho, sem dúvida, mas faltou informar o quanto toda essa tecnologia amplia a utilização das imensas reservas gaúchas de carvão mineral, que é o que interessa à CRM.

Jornal do Comércio - 13/01/2014

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Quando noticiamos, na semana passada, que a Companhia Riograndense de Mineração (CRM) quer que sejam feitas pesquisas sobre gaseificação do carvão de Candiota, provocamos a Cientec, que há muitos anos se dedica a tais pesquisas. O presidente da Fundação de Ciência e Tecnologia, Luiz Antonio Antoniazzi, respondeu que as pesquisas em gaseificação e combustão de carvão mineral e biomassa, em leito fluidizado, vêm desde 1975, e que a fundação detém tecnologias de gaseificação em leito fluidizado sob condição atmosférica e pressurizada a 15 atm, para geração de gás combustível (processos Civogás e Cigás), tecnologia transferida para a indústria cerâmica.

Atualmente, desenvolve pesquisa de gaseificação de carvão mineral para obtenção de gás de síntese (syngas), matéria-prima para a indústria carboquímica. Em combustão de carvão mineral, realiza pesquisa para o desenvolvimento da tecnologia de oxicombustão, com objetivo de reduzir emissões de CO2, minimizando o efeito estufa. “Detemos, também, tecnologias para aproveitamento das cinzas provenientes desses processos, que são transformadas em materiais para construção civil e pavimentação (produtos Cipecal, Cicasol e Cincal).” É um belo e importante trabalho, sem dúvida, mas faltou informar o quanto toda essa tecnologia amplia a utilização das imensas reservas gaúchas de carvão mineral, que é o que interessa à CRM.

Jornal do Comércio - 13/01/2014

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Gaseificação de carvão

14/01/2014

Danilo Uchoa / Jornal do Comércio

Quando noticiamos, na semana passada, que a Companhia Riograndense de Mineração (CRM) quer que sejam feitas pesquisas sobre gaseificação do carvão de Candiota, provocamos a Cientec, que há muitos anos se dedica a tais pesquisas. O presidente da Fundação de Ciência e Tecnologia, Luiz Antonio Antoniazzi, respondeu que as pesquisas em gaseificação e combustão de carvão mineral e biomassa, em leito fluidizado, vêm desde 1975, e que a fundação detém tecnologias de gaseificação em leito fluidizado sob condição atmosférica e pressurizada a 15 atm, para geração de gás combustível (processos Civogás e Cigás), tecnologia transferida para a indústria cerâmica.

Atualmente, desenvolve pesquisa de gaseificação de carvão mineral para obtenção de gás de síntese (syngas), matéria-prima para a indústria carboquímica. Em combustão de carvão mineral, realiza pesquisa para o desenvolvimento da tecnologia de oxicombustão, com objetivo de reduzir emissões de CO2, minimizando o efeito estufa. “Detemos, também, tecnologias para aproveitamento das cinzas provenientes desses processos, que são transformadas em materiais para construção civil e pavimentação (produtos Cipecal, Cicasol e Cincal).” É um belo e importante trabalho, sem dúvida, mas faltou informar o quanto toda essa tecnologia amplia a utilização das imensas reservas gaúchas de carvão mineral, que é o que interessa à CRM.

Jornal do Comércio - 13/01/2014

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