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O Leilão de Energia A-5 ocorrido no dia 13 de dezembro não teve a participação de projetos de usinas térmicas a carvão. Conforme o presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), o motivo é o preço-teto estipulado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), que ficou abaixo do necessário para viabilizar os projetos das termelétricas. 

Hamm comenta que em 2013 foram criados mecanismos para os empreendimentos a carvão como condições de financiamento, questões tributárias como Pis e Cofins, além da inclusão dos projetos nos leilões. No entanto, o preço-teto da energia inviabilizou o sucesso dos complexos, ficando estipulado para as térmicas o preço-teto de R$ 144 por megawatt-hora (MWh), o que não possibilitaria retorno aos investidores.

Preço-teto

Conforme o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, o preço mínimo para que os projetos de carvão entrassem na disputa teria de ser R$ 180/MWh. Zancan detalha que muitos esforços foram efetivados das lideranças do setor e dos órgãos competentes para que o carvão mineral pudesse, ao participar de forma competitiva, na matriz de geração de energia elétrica brasileira, contribuindo para a modicidade tarifária e com a segurança energética.

Na quinta-feira, a Frente Parlamentar do Carvão Mineral, entregou junto com a ABCM uma carta à Secretaria Executiva do Ministério de Minas e Energia reivindicando a revisão técnica do preço máximo a ser estabelecido para o próximo Leilão A-5 e a realização de um leilão regional ou por fonte de energia ainda no primeiro quadrimestre de 2014, com preços mais adequados para fonte fóssil. “O carvão mineral representa a geração de cinco mil empregos na região sul, em especial na de Candiota e nas regiões carboníferas de SC e RS. Além disso, movimenta uma cadeia produtiva que envolve, além da mineração, transporte e geração de energia elétrica que impacta 53 mil empregos indiretos”, observa Hamm ao salientar que em 2014, a Frente Parlamentar continuará trabalhando intensamente para que o carvão mineral brasileiro tenha papel relevante na matriz energética brasileira. 

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O Leilão de Energia A-5 ocorrido no dia 13 de dezembro não teve a participação de projetos de usinas térmicas a carvão. Conforme o presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), o motivo é o preço-teto estipulado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), que ficou abaixo do necessário para viabilizar os projetos das termelétricas. 

Hamm comenta que em 2013 foram criados mecanismos para os empreendimentos a carvão como condições de financiamento, questões tributárias como Pis e Cofins, além da inclusão dos projetos nos leilões. No entanto, o preço-teto da energia inviabilizou o sucesso dos complexos, ficando estipulado para as térmicas o preço-teto de R$ 144 por megawatt-hora (MWh), o que não possibilitaria retorno aos investidores.

Preço-teto

Conforme o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, o preço mínimo para que os projetos de carvão entrassem na disputa teria de ser R$ 180/MWh. Zancan detalha que muitos esforços foram efetivados das lideranças do setor e dos órgãos competentes para que o carvão mineral pudesse, ao participar de forma competitiva, na matriz de geração de energia elétrica brasileira, contribuindo para a modicidade tarifária e com a segurança energética.

Na quinta-feira, a Frente Parlamentar do Carvão Mineral, entregou junto com a ABCM uma carta à Secretaria Executiva do Ministério de Minas e Energia reivindicando a revisão técnica do preço máximo a ser estabelecido para o próximo Leilão A-5 e a realização de um leilão regional ou por fonte de energia ainda no primeiro quadrimestre de 2014, com preços mais adequados para fonte fóssil. “O carvão mineral representa a geração de cinco mil empregos na região sul, em especial na de Candiota e nas regiões carboníferas de SC e RS. Além disso, movimenta uma cadeia produtiva que envolve, além da mineração, transporte e geração de energia elétrica que impacta 53 mil empregos indiretos”, observa Hamm ao salientar que em 2014, a Frente Parlamentar continuará trabalhando intensamente para que o carvão mineral brasileiro tenha papel relevante na matriz energética brasileira. 

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Lideranças do carvão mineral reivindicam novo leilão A-5 para até abril de 2014

13/12/2013

O Leilão de Energia A-5 ocorrido no dia 13 de dezembro não teve a participação de projetos de usinas térmicas a carvão. Conforme o presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), o motivo é o preço-teto estipulado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), que ficou abaixo do necessário para viabilizar os projetos das termelétricas. 

Hamm comenta que em 2013 foram criados mecanismos para os empreendimentos a carvão como condições de financiamento, questões tributárias como Pis e Cofins, além da inclusão dos projetos nos leilões. No entanto, o preço-teto da energia inviabilizou o sucesso dos complexos, ficando estipulado para as térmicas o preço-teto de R$ 144 por megawatt-hora (MWh), o que não possibilitaria retorno aos investidores.

Preço-teto

Conforme o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, o preço mínimo para que os projetos de carvão entrassem na disputa teria de ser R$ 180/MWh. Zancan detalha que muitos esforços foram efetivados das lideranças do setor e dos órgãos competentes para que o carvão mineral pudesse, ao participar de forma competitiva, na matriz de geração de energia elétrica brasileira, contribuindo para a modicidade tarifária e com a segurança energética.

Na quinta-feira, a Frente Parlamentar do Carvão Mineral, entregou junto com a ABCM uma carta à Secretaria Executiva do Ministério de Minas e Energia reivindicando a revisão técnica do preço máximo a ser estabelecido para o próximo Leilão A-5 e a realização de um leilão regional ou por fonte de energia ainda no primeiro quadrimestre de 2014, com preços mais adequados para fonte fóssil. “O carvão mineral representa a geração de cinco mil empregos na região sul, em especial na de Candiota e nas regiões carboníferas de SC e RS. Além disso, movimenta uma cadeia produtiva que envolve, além da mineração, transporte e geração de energia elétrica que impacta 53 mil empregos indiretos”, observa Hamm ao salientar que em 2014, a Frente Parlamentar continuará trabalhando intensamente para que o carvão mineral brasileiro tenha papel relevante na matriz energética brasileira. 

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