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Já voltou a operar a esteira transportadora da Termelétrica Porto do Pecém Geração de Energia S/A, que havia tido sua licença de operação embargada pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) em julho passado, acatando recomendação do Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE). Preocupada que a nova correia a ser instalada no Complexo Industrial e Portuário apresentasse os mesmos problemas encontrados naquela da térmica, a Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) solicitou renovação da Licença de Instalação deste segundo equipamento.

A ordem para a paralisação das operações da correia – que transporta carvão mineral à termelétrica da Eneva e da EDP – ocorreu após o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Semace terem feito medições sobre a poluição do ar e sonora e identificarem que a esteira poderia causar danos, tanto ao meio ambiente quanto à comunidade. Os motivos para isso seriam a dispersão de materiais e o nível de ruídos sonoros no descarregamento de dois navios com carvão mineral.

Retorno aos padrões

“Após vistorias técnicas da Semace, ficou constatado que as emissões estão dentro dos padrões. A Semace continuará monitorando o funcionamento do equipamento”, informou ontem o órgão, por meio de sua assessoria de imprensa. Inaugurada em agosto do ano passado, a correia da termelétrica foi executada, ao custo de R$ 148,3 milhões, pelo consórcio CPKN (formado pelas empresas Koch do Brasil e Normatel Engenharia), o mesmo que venceu da licitação para a implantação da nova correia.

A ordem de serviço para o novo equipamento foi dada em outubro passado, mas as obras ainda estão à espera na revisão do licenciamento.

Regularização

“A Semace informa que a Seinfra requereu uma regularização de Licença de Instalação, e que, no momento, aguarda o órgão enviar o EVA (Estudo de Viabilidade Ambiental), a ser elaborado pela empresa contratada pela Seinfra. Tão logo a superintendência receba o EVA e finalize a análise técnica, poderá esclarecer mais sobre o assunto”, disse o órgão licenciador.

2ª correia

A segunda correia transportadora do Pecém será responsável pela movimentação de minério aos empreendimentos instalados na região e que utilizarão granéis sólidos de alta densidade. A principal beneficiada, no momento, é a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), que receberá minério de ferro para transformá-lo em placas de aço. O equipamento será do tipo tubular (impedindo a dispersão do produto pelo meio ambiente) e poderá transportar até 2.400 toneladas/hora do minério através dos seus 8,9 quilômetros de extensão.

A esteira partirá do berço interno do Píer 1 do Porto do Pecém, seguindo até um ponto de entrega na faixa norte de infraestruturas do Cipp. A instalação da correia já acumula atrasos por conta de uma suspensão no processo de licitação da obra, devido a questionamentos em relação ao preço estabelecido em edital. O investimento será pago com recursos do governo do Estado e de financiamento do BNDES.

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Já voltou a operar a esteira transportadora da Termelétrica Porto do Pecém Geração de Energia S/A, que havia tido sua licença de operação embargada pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) em julho passado, acatando recomendação do Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE). Preocupada que a nova correia a ser instalada no Complexo Industrial e Portuário apresentasse os mesmos problemas encontrados naquela da térmica, a Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) solicitou renovação da Licença de Instalação deste segundo equipamento.

A ordem para a paralisação das operações da correia – que transporta carvão mineral à termelétrica da Eneva e da EDP – ocorreu após o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Semace terem feito medições sobre a poluição do ar e sonora e identificarem que a esteira poderia causar danos, tanto ao meio ambiente quanto à comunidade. Os motivos para isso seriam a dispersão de materiais e o nível de ruídos sonoros no descarregamento de dois navios com carvão mineral.

Retorno aos padrões

“Após vistorias técnicas da Semace, ficou constatado que as emissões estão dentro dos padrões. A Semace continuará monitorando o funcionamento do equipamento”, informou ontem o órgão, por meio de sua assessoria de imprensa. Inaugurada em agosto do ano passado, a correia da termelétrica foi executada, ao custo de R$ 148,3 milhões, pelo consórcio CPKN (formado pelas empresas Koch do Brasil e Normatel Engenharia), o mesmo que venceu da licitação para a implantação da nova correia.

A ordem de serviço para o novo equipamento foi dada em outubro passado, mas as obras ainda estão à espera na revisão do licenciamento.

Regularização

“A Semace informa que a Seinfra requereu uma regularização de Licença de Instalação, e que, no momento, aguarda o órgão enviar o EVA (Estudo de Viabilidade Ambiental), a ser elaborado pela empresa contratada pela Seinfra. Tão logo a superintendência receba o EVA e finalize a análise técnica, poderá esclarecer mais sobre o assunto”, disse o órgão licenciador.

2ª correia

A segunda correia transportadora do Pecém será responsável pela movimentação de minério aos empreendimentos instalados na região e que utilizarão granéis sólidos de alta densidade. A principal beneficiada, no momento, é a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), que receberá minério de ferro para transformá-lo em placas de aço. O equipamento será do tipo tubular (impedindo a dispersão do produto pelo meio ambiente) e poderá transportar até 2.400 toneladas/hora do minério através dos seus 8,9 quilômetros de extensão.

A esteira partirá do berço interno do Píer 1 do Porto do Pecém, seguindo até um ponto de entrega na faixa norte de infraestruturas do Cipp. A instalação da correia já acumula atrasos por conta de uma suspensão no processo de licitação da obra, devido a questionamentos em relação ao preço estabelecido em edital. O investimento será pago com recursos do governo do Estado e de financiamento do BNDES.

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Correia transportadora volta a operar no Pecém

10/12/2013

Diário do Nordeste

Já voltou a operar a esteira transportadora da Termelétrica Porto do Pecém Geração de Energia S/A, que havia tido sua licença de operação embargada pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) em julho passado, acatando recomendação do Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE). Preocupada que a nova correia a ser instalada no Complexo Industrial e Portuário apresentasse os mesmos problemas encontrados naquela da térmica, a Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) solicitou renovação da Licença de Instalação deste segundo equipamento.

A ordem para a paralisação das operações da correia – que transporta carvão mineral à termelétrica da Eneva e da EDP – ocorreu após o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Semace terem feito medições sobre a poluição do ar e sonora e identificarem que a esteira poderia causar danos, tanto ao meio ambiente quanto à comunidade. Os motivos para isso seriam a dispersão de materiais e o nível de ruídos sonoros no descarregamento de dois navios com carvão mineral.

Retorno aos padrões

“Após vistorias técnicas da Semace, ficou constatado que as emissões estão dentro dos padrões. A Semace continuará monitorando o funcionamento do equipamento”, informou ontem o órgão, por meio de sua assessoria de imprensa. Inaugurada em agosto do ano passado, a correia da termelétrica foi executada, ao custo de R$ 148,3 milhões, pelo consórcio CPKN (formado pelas empresas Koch do Brasil e Normatel Engenharia), o mesmo que venceu da licitação para a implantação da nova correia.

A ordem de serviço para o novo equipamento foi dada em outubro passado, mas as obras ainda estão à espera na revisão do licenciamento.

Regularização

“A Semace informa que a Seinfra requereu uma regularização de Licença de Instalação, e que, no momento, aguarda o órgão enviar o EVA (Estudo de Viabilidade Ambiental), a ser elaborado pela empresa contratada pela Seinfra. Tão logo a superintendência receba o EVA e finalize a análise técnica, poderá esclarecer mais sobre o assunto”, disse o órgão licenciador.

2ª correia

A segunda correia transportadora do Pecém será responsável pela movimentação de minério aos empreendimentos instalados na região e que utilizarão granéis sólidos de alta densidade. A principal beneficiada, no momento, é a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), que receberá minério de ferro para transformá-lo em placas de aço. O equipamento será do tipo tubular (impedindo a dispersão do produto pelo meio ambiente) e poderá transportar até 2.400 toneladas/hora do minério através dos seus 8,9 quilômetros de extensão.

A esteira partirá do berço interno do Píer 1 do Porto do Pecém, seguindo até um ponto de entrega na faixa norte de infraestruturas do Cipp. A instalação da correia já acumula atrasos por conta de uma suspensão no processo de licitação da obra, devido a questionamentos em relação ao preço estabelecido em edital. O investimento será pago com recursos do governo do Estado e de financiamento do BNDES.

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