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A Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM) recepcionou nesta segunda-feira, 2, em Porto Alegre, a delegação composta por seis membros da Associação Chinesa de Carvão. A vinda dos chineses ao Brasil foi para firmar assinatura de um memorando de entendimento (MOU) com a ABCM. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que preside a Frente Parlamentar do Carvão Mineral, participou do ato, no Hotel Sheraton.

Conforme o presidente da ABCM, Fernando Zancan, o MOU tem como propósito desenvolver atividades conjuntas como estruturar visitas técnicas, encontros empresariais, seminários tecnológicos. As áreas cobertas pelo MOU são: mineração subterrânea, a céu aberto, tecnologias de uso de carvão com baixa emissão, gasificação de carvão, liquefação de carvão, equipamentos de mineração e troca de informações nas áreas de segurança de mina e meio ambiente. O acordo terá validade por cinco anos.

A programação terá sequência na terça-feira, dia 3, quando os visitantes irão visitar a mina da Empresa Copelmi AS, no município de Butiá. Na oportunidade, serão apresentadas as técnicas de recuperação ambiental.

Produção na China

Hamm destaca a importância desta cooperação para indústria do carvão mineral brasileiro. Atualmente, a China representa cerca de 50% do consumo e produção mundial de carvão. “Trata-se de importante passo para estruturar a indústria de carvão nacional, cumprindo, assim, sua visão de viabilizar e incrementar o uso sustentável do carvão mineral nacional e de seus subprodutos”, ressalta.

Do total da capacidade instalada de geração de energia elétrica em 2012 (1150 GW - 10 vezes o Brasil) na China, 758 GW ou seja 66,22% é de carvão. A China instalou o ano passado 476 TWh de usinas novas a carvão o que representa o total do Brasil no ano de 2012. A China pretende ainda construir 335 GW até 2035 de usinas a carvão. Além disso, a China está construindo as usinas mais modernas do mundo, já tendo 54 usinas de 1000 MW com tecnologia ultrasupercritica com equipamentos de alta eficiência na redução das emissões. 

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A Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM) recepcionou nesta segunda-feira, 2, em Porto Alegre, a delegação composta por seis membros da Associação Chinesa de Carvão. A vinda dos chineses ao Brasil foi para firmar assinatura de um memorando de entendimento (MOU) com a ABCM. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que preside a Frente Parlamentar do Carvão Mineral, participou do ato, no Hotel Sheraton.

Conforme o presidente da ABCM, Fernando Zancan, o MOU tem como propósito desenvolver atividades conjuntas como estruturar visitas técnicas, encontros empresariais, seminários tecnológicos. As áreas cobertas pelo MOU são: mineração subterrânea, a céu aberto, tecnologias de uso de carvão com baixa emissão, gasificação de carvão, liquefação de carvão, equipamentos de mineração e troca de informações nas áreas de segurança de mina e meio ambiente. O acordo terá validade por cinco anos.

A programação terá sequência na terça-feira, dia 3, quando os visitantes irão visitar a mina da Empresa Copelmi AS, no município de Butiá. Na oportunidade, serão apresentadas as técnicas de recuperação ambiental.

Produção na China

Hamm destaca a importância desta cooperação para indústria do carvão mineral brasileiro. Atualmente, a China representa cerca de 50% do consumo e produção mundial de carvão. “Trata-se de importante passo para estruturar a indústria de carvão nacional, cumprindo, assim, sua visão de viabilizar e incrementar o uso sustentável do carvão mineral nacional e de seus subprodutos”, ressalta.

Do total da capacidade instalada de geração de energia elétrica em 2012 (1150 GW - 10 vezes o Brasil) na China, 758 GW ou seja 66,22% é de carvão. A China instalou o ano passado 476 TWh de usinas novas a carvão o que representa o total do Brasil no ano de 2012. A China pretende ainda construir 335 GW até 2035 de usinas a carvão. Além disso, a China está construindo as usinas mais modernas do mundo, já tendo 54 usinas de 1000 MW com tecnologia ultrasupercritica com equipamentos de alta eficiência na redução das emissões. 

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Presidente da Frente do Carvão Mineral participa de ato entre ABCM e chineses

02/12/2013

A Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM) recepcionou nesta segunda-feira, 2, em Porto Alegre, a delegação composta por seis membros da Associação Chinesa de Carvão. A vinda dos chineses ao Brasil foi para firmar assinatura de um memorando de entendimento (MOU) com a ABCM. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que preside a Frente Parlamentar do Carvão Mineral, participou do ato, no Hotel Sheraton.

Conforme o presidente da ABCM, Fernando Zancan, o MOU tem como propósito desenvolver atividades conjuntas como estruturar visitas técnicas, encontros empresariais, seminários tecnológicos. As áreas cobertas pelo MOU são: mineração subterrânea, a céu aberto, tecnologias de uso de carvão com baixa emissão, gasificação de carvão, liquefação de carvão, equipamentos de mineração e troca de informações nas áreas de segurança de mina e meio ambiente. O acordo terá validade por cinco anos.

A programação terá sequência na terça-feira, dia 3, quando os visitantes irão visitar a mina da Empresa Copelmi AS, no município de Butiá. Na oportunidade, serão apresentadas as técnicas de recuperação ambiental.

Produção na China

Hamm destaca a importância desta cooperação para indústria do carvão mineral brasileiro. Atualmente, a China representa cerca de 50% do consumo e produção mundial de carvão. “Trata-se de importante passo para estruturar a indústria de carvão nacional, cumprindo, assim, sua visão de viabilizar e incrementar o uso sustentável do carvão mineral nacional e de seus subprodutos”, ressalta.

Do total da capacidade instalada de geração de energia elétrica em 2012 (1150 GW - 10 vezes o Brasil) na China, 758 GW ou seja 66,22% é de carvão. A China instalou o ano passado 476 TWh de usinas novas a carvão o que representa o total do Brasil no ano de 2012. A China pretende ainda construir 335 GW até 2035 de usinas a carvão. Além disso, a China está construindo as usinas mais modernas do mundo, já tendo 54 usinas de 1000 MW com tecnologia ultrasupercritica com equipamentos de alta eficiência na redução das emissões. 

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