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O governador Raimundo Colombo assina nesta sexta-feira (29), em Criciúma,  convênio para transferência de recursos à Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (SATC).  A proposta da entidade foi contemplada na Chamada Pública nº 08/2013 – Valorização do Carvão Mineral, da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Com isso, a SATC receberá R$ 4,4 milhões para desenvolver um projeto que deve dar origem ao primeiro laboratório de captura de gás carbônico do Brasil.

Também assinam o convênio – às 18hs desta sexta, na Associação Empresarial de Criciúma – o presidente da Fapesc, Sergio Gargioni, e o representante legal da SATC, Luiz Fernando Zancan. Por meio dele, os recursos serão destinados ao projeto Captura de gás carbônico proveniente da combustão de carvão mineral - Infraestrutura laboratorial, síntese e teste de novos adsorventes, idealizado ao longo de três anos, com base em estudos internacionais. O anúncio sobre a escolha do projeto foi feito na terça-feira (26) e dois dias depois (28 de novembro) já ficou combinado a assinatura do convênio nesta sexta.

“Recebemos essa notícia com bastante alegria já que é um projeto inovador e ousado. Precisamos investir em tecnologia e a captura de CO2 se mostra como uma forma viável para reduzir as emissões provenientes da combustão do carvão mineral”, observa o diretor do Centro Tecnológico do Carvão Limpo (CTCL), da SATC, Carlos Ferreira. Ele explica que agora será feita a assinatura do projeto para, na sequência, a execução, incluindo o detalhamento da planta com a avaliação, por exemplo, da melhor rota de captura de Gás Carbônico. O laboratório será construído junto ao CTCL, em Criciúma, e, conforme Ferreira, abre perspectivas para outras iniciativas de desenvolvimento tecnológico, já que faz parte de acordo internacional.

ADJORI/SC - 29/11/2013

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Também assinam o convênio – às 18hs desta sexta, na Associação Empresarial de Criciúma – o presidente da Fapesc, Sergio Gargioni, e o representante legal da SATC, Luiz Fernando Zancan. Por meio dele, os recursos serão destinados ao projeto Captura de gás carbônico proveniente da combustão de carvão mineral - Infraestrutura laboratorial, síntese e teste de novos adsorventes, idealizado ao longo de três anos, com base em estudos internacionais. O anúncio sobre a escolha do projeto foi feito na terça-feira (26) e dois dias depois (28 de novembro) já ficou combinado a assinatura do convênio nesta sexta.

“Recebemos essa notícia com bastante alegria já que é um projeto inovador e ousado. Precisamos investir em tecnologia e a captura de CO2 se mostra como uma forma viável para reduzir as emissões provenientes da combustão do carvão mineral”, observa o diretor do Centro Tecnológico do Carvão Limpo (CTCL), da SATC, Carlos Ferreira. Ele explica que agora será feita a assinatura do projeto para, na sequência, a execução, incluindo o detalhamento da planta com a avaliação, por exemplo, da melhor rota de captura de Gás Carbônico. O laboratório será construído junto ao CTCL, em Criciúma, e, conforme Ferreira, abre perspectivas para outras iniciativas de desenvolvimento tecnológico, já que faz parte de acordo internacional.

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Fapesc investe no primeiro laboratório de captura de gás carbônico do Brasil

29/11/2013

ADJORI/SC

O governador Raimundo Colombo assina nesta sexta-feira (29), em Criciúma,  convênio para transferência de recursos à Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (SATC).  A proposta da entidade foi contemplada na Chamada Pública nº 08/2013 – Valorização do Carvão Mineral, da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Com isso, a SATC receberá R$ 4,4 milhões para desenvolver um projeto que deve dar origem ao primeiro laboratório de captura de gás carbônico do Brasil.

Também assinam o convênio – às 18hs desta sexta, na Associação Empresarial de Criciúma – o presidente da Fapesc, Sergio Gargioni, e o representante legal da SATC, Luiz Fernando Zancan. Por meio dele, os recursos serão destinados ao projeto Captura de gás carbônico proveniente da combustão de carvão mineral - Infraestrutura laboratorial, síntese e teste de novos adsorventes, idealizado ao longo de três anos, com base em estudos internacionais. O anúncio sobre a escolha do projeto foi feito na terça-feira (26) e dois dias depois (28 de novembro) já ficou combinado a assinatura do convênio nesta sexta.

“Recebemos essa notícia com bastante alegria já que é um projeto inovador e ousado. Precisamos investir em tecnologia e a captura de CO2 se mostra como uma forma viável para reduzir as emissões provenientes da combustão do carvão mineral”, observa o diretor do Centro Tecnológico do Carvão Limpo (CTCL), da SATC, Carlos Ferreira. Ele explica que agora será feita a assinatura do projeto para, na sequência, a execução, incluindo o detalhamento da planta com a avaliação, por exemplo, da melhor rota de captura de Gás Carbônico. O laboratório será construído junto ao CTCL, em Criciúma, e, conforme Ferreira, abre perspectivas para outras iniciativas de desenvolvimento tecnológico, já que faz parte de acordo internacional.

ADJORI/SC - 29/11/2013

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