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Uma delegação da Associação Chinesa de Carvão chega a Porto Alegre - RS (02/12) para assinatura de um protocolo de cooperação com a Associação Brasileira do Carvão Mineral – ABCM. A delegação é chefiada pelo Diretor Geral de Políticas do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da China, Sr. Zhnag Hong, e composta pelo Sr. Liu Zengin, Diretor Geral do Centro de Segurança de Mineração; Sr. Zhnag Ruixin, Diretor Geral do Centro de Informação sobre Segurança de Minas; Sr. Liang Jiakun, Vice Presidente; Sr. Sun Xiaolei, Engenheiro e Sra. Su Chuanrong, Vice Diretora Geral.

O documento é um Memorando de Entendimento – MOU – cujo escopo é desenvolver atividades conjuntas como estruturar visitas técnicas, encontros empresariais, seminários tecnológicos. As áreas cobertas pelo MOU, são mineração subterrânea, céu aberro, tecnologias de uso de carvão com baixa emissão, gasificação de carvão, liquefação de carvão, equipamentos de mineração e troca de informações nas áreas de segurança de mina e meio ambiente. O acordo terá validade por cinco anos.

A cerimônia de assinatura acontece no Hotel Sheraton às 20h30, do mesmo dia com a presença do Presidente da Frente Parlamentar do Carvão, Deputado  Afonso Hamm, e do Deputado Ronaldo Zulke, representantes do setor carbonífero e do governo do Estado do Rio Grande do Sul.  No dia 03 a delegação chinesa visitará a mina da Empresa Copelmi S.A., no município de Butiá, onde verá as técnicas de recuperação ambiental.

Em 16 de outubro o Presidente da ABCM, Eng. Fernando L Zancan esteve em visita à sede da Associação Chinesa de Carvão, em Beijing, onde participou de um encontro com o Presidente da Associação e membros da diretoria onde foram discutidas ações conjuntas. A primeira dela é a visita da delegação do Estado do RS no dia 02.12 à China, onde tem um encontro com membros da indústria de carvão chinesa. Essa visita foi organizada pela Associação Chinesa de Carvão em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento do RS.

A importância desta cooperação para indústria do carvão do Brasil é muito grande, pois a China hoje representa cerca de 50% do consumo e produção mundial de carvão.  Do total da capacidade instalada de geração de energia elétrica, em 2012 na China, 1150 GW - 10 vezes o total de toda a energia produzida no Brasil, 758 GW ou seja, 66,22% é de carvão.

A China instalou, ano passado, 476 TWh de usinas novas a carvão o que representa o total do Brasil no ano de 2012.  A China pretende ainda construir cerca de 335 GW até 2035 de usinas a carvão. A China está construindo as usinas mais modernas do mundo, já tendo 54 usinas de 1000 MW com tecnologia ultrasupercritica, com equipamentos de alta eficiência na redução das emissões.

A China tem um programa de modernização de seu parque termelétrico antigo, onde fecha unidades antigas que não tinham sistemas de proteção ao meio ambiente e instala novas unidades com sistema de alta eficiência ambiental. Mas não é só na geração de eletricidade que a China é importante. Processos de conversão de carvão em produtos de alto valor agregado (plásticos, olefinas, metanol, fertilizantes, etc) por meio da carboquímica estão em franco desenvolvimento com tecnologia chinesa.

Existem projetos aprovados de carboquímica que até 2020 utilizarão cerca de 180 milhões de toneladas de carvão (mais que 10 vezes que produção do Brasil). A China hoje é líder no desenvolvimento tecnologia em gasificação e conversão.

Na área de mineração a China produziu cerca de 3,6 bilhões de toneladas no ano de 2012 com cerca de 90% da produção em subsolo, com profundidade média de 600 m. Hoje, no Brasil mineramos em média 150 m, mas temos jazidas como a região de Osório/RS que tem  profundidades similares as chinesas.

A área de segurança de minas na China, prioridade da indústria de mineração chinesa, e a produção de equipamentos de mineração tem muito a contribuir com tecnologias para a lavra subterrânea brasileira. Portanto, a iteração da indústria brasileira com a chinesa é muito importante para viabilizar parcerias empresarias e tecnológicas para que possamos alavancar a indústria de carvão no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento das nossa regiões carboníferas do sul do Brasil.

A Associação Brasileira do Carvão Mineral – ABCM – dá mais um passo para estruturar a indústria do carvão nacional cumprindo sua visão de viabilizar e incrementar o uso sustentável do carvão mineral nacional  e de seus subprodutos.

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Uma delegação da Associação Chinesa de Carvão chega a Porto Alegre - RS (02/12) para assinatura de um protocolo de cooperação com a Associação Brasileira do Carvão Mineral – ABCM. A delegação é chefiada pelo Diretor Geral de Políticas do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da China, Sr. Zhnag Hong, e composta pelo Sr. Liu Zengin, Diretor Geral do Centro de Segurança de Mineração; Sr. Zhnag Ruixin, Diretor Geral do Centro de Informação sobre Segurança de Minas; Sr. Liang Jiakun, Vice Presidente; Sr. Sun Xiaolei, Engenheiro e Sra. Su Chuanrong, Vice Diretora Geral.

O documento é um Memorando de Entendimento – MOU – cujo escopo é desenvolver atividades conjuntas como estruturar visitas técnicas, encontros empresariais, seminários tecnológicos. As áreas cobertas pelo MOU, são mineração subterrânea, céu aberro, tecnologias de uso de carvão com baixa emissão, gasificação de carvão, liquefação de carvão, equipamentos de mineração e troca de informações nas áreas de segurança de mina e meio ambiente. O acordo terá validade por cinco anos.

A cerimônia de assinatura acontece no Hotel Sheraton às 20h30, do mesmo dia com a presença do Presidente da Frente Parlamentar do Carvão, Deputado  Afonso Hamm, e do Deputado Ronaldo Zulke, representantes do setor carbonífero e do governo do Estado do Rio Grande do Sul.  No dia 03 a delegação chinesa visitará a mina da Empresa Copelmi S.A., no município de Butiá, onde verá as técnicas de recuperação ambiental.

Em 16 de outubro o Presidente da ABCM, Eng. Fernando L Zancan esteve em visita à sede da Associação Chinesa de Carvão, em Beijing, onde participou de um encontro com o Presidente da Associação e membros da diretoria onde foram discutidas ações conjuntas. A primeira dela é a visita da delegação do Estado do RS no dia 02.12 à China, onde tem um encontro com membros da indústria de carvão chinesa. Essa visita foi organizada pela Associação Chinesa de Carvão em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento do RS.

A importância desta cooperação para indústria do carvão do Brasil é muito grande, pois a China hoje representa cerca de 50% do consumo e produção mundial de carvão.  Do total da capacidade instalada de geração de energia elétrica, em 2012 na China, 1150 GW - 10 vezes o total de toda a energia produzida no Brasil, 758 GW ou seja, 66,22% é de carvão.

A China instalou, ano passado, 476 TWh de usinas novas a carvão o que representa o total do Brasil no ano de 2012.  A China pretende ainda construir cerca de 335 GW até 2035 de usinas a carvão. A China está construindo as usinas mais modernas do mundo, já tendo 54 usinas de 1000 MW com tecnologia ultrasupercritica, com equipamentos de alta eficiência na redução das emissões.

A China tem um programa de modernização de seu parque termelétrico antigo, onde fecha unidades antigas que não tinham sistemas de proteção ao meio ambiente e instala novas unidades com sistema de alta eficiência ambiental. Mas não é só na geração de eletricidade que a China é importante. Processos de conversão de carvão em produtos de alto valor agregado (plásticos, olefinas, metanol, fertilizantes, etc) por meio da carboquímica estão em franco desenvolvimento com tecnologia chinesa.

Existem projetos aprovados de carboquímica que até 2020 utilizarão cerca de 180 milhões de toneladas de carvão (mais que 10 vezes que produção do Brasil). A China hoje é líder no desenvolvimento tecnologia em gasificação e conversão.

Na área de mineração a China produziu cerca de 3,6 bilhões de toneladas no ano de 2012 com cerca de 90% da produção em subsolo, com profundidade média de 600 m. Hoje, no Brasil mineramos em média 150 m, mas temos jazidas como a região de Osório/RS que tem  profundidades similares as chinesas.

A área de segurança de minas na China, prioridade da indústria de mineração chinesa, e a produção de equipamentos de mineração tem muito a contribuir com tecnologias para a lavra subterrânea brasileira. Portanto, a iteração da indústria brasileira com a chinesa é muito importante para viabilizar parcerias empresarias e tecnológicas para que possamos alavancar a indústria de carvão no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento das nossa regiões carboníferas do sul do Brasil.

A Associação Brasileira do Carvão Mineral – ABCM – dá mais um passo para estruturar a indústria do carvão nacional cumprindo sua visão de viabilizar e incrementar o uso sustentável do carvão mineral nacional  e de seus subprodutos.

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Associação Chinesa de Carvão assina memorando com ABCM

05/12/2013

Uma delegação da Associação Chinesa de Carvão chega a Porto Alegre - RS (02/12) para assinatura de um protocolo de cooperação com a Associação Brasileira do Carvão Mineral – ABCM. A delegação é chefiada pelo Diretor Geral de Políticas do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da China, Sr. Zhnag Hong, e composta pelo Sr. Liu Zengin, Diretor Geral do Centro de Segurança de Mineração; Sr. Zhnag Ruixin, Diretor Geral do Centro de Informação sobre Segurança de Minas; Sr. Liang Jiakun, Vice Presidente; Sr. Sun Xiaolei, Engenheiro e Sra. Su Chuanrong, Vice Diretora Geral.

O documento é um Memorando de Entendimento – MOU – cujo escopo é desenvolver atividades conjuntas como estruturar visitas técnicas, encontros empresariais, seminários tecnológicos. As áreas cobertas pelo MOU, são mineração subterrânea, céu aberro, tecnologias de uso de carvão com baixa emissão, gasificação de carvão, liquefação de carvão, equipamentos de mineração e troca de informações nas áreas de segurança de mina e meio ambiente. O acordo terá validade por cinco anos.

A cerimônia de assinatura acontece no Hotel Sheraton às 20h30, do mesmo dia com a presença do Presidente da Frente Parlamentar do Carvão, Deputado  Afonso Hamm, e do Deputado Ronaldo Zulke, representantes do setor carbonífero e do governo do Estado do Rio Grande do Sul.  No dia 03 a delegação chinesa visitará a mina da Empresa Copelmi S.A., no município de Butiá, onde verá as técnicas de recuperação ambiental.

Em 16 de outubro o Presidente da ABCM, Eng. Fernando L Zancan esteve em visita à sede da Associação Chinesa de Carvão, em Beijing, onde participou de um encontro com o Presidente da Associação e membros da diretoria onde foram discutidas ações conjuntas. A primeira dela é a visita da delegação do Estado do RS no dia 02.12 à China, onde tem um encontro com membros da indústria de carvão chinesa. Essa visita foi organizada pela Associação Chinesa de Carvão em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento do RS.

A importância desta cooperação para indústria do carvão do Brasil é muito grande, pois a China hoje representa cerca de 50% do consumo e produção mundial de carvão.  Do total da capacidade instalada de geração de energia elétrica, em 2012 na China, 1150 GW - 10 vezes o total de toda a energia produzida no Brasil, 758 GW ou seja, 66,22% é de carvão.

A China instalou, ano passado, 476 TWh de usinas novas a carvão o que representa o total do Brasil no ano de 2012.  A China pretende ainda construir cerca de 335 GW até 2035 de usinas a carvão. A China está construindo as usinas mais modernas do mundo, já tendo 54 usinas de 1000 MW com tecnologia ultrasupercritica, com equipamentos de alta eficiência na redução das emissões.

A China tem um programa de modernização de seu parque termelétrico antigo, onde fecha unidades antigas que não tinham sistemas de proteção ao meio ambiente e instala novas unidades com sistema de alta eficiência ambiental. Mas não é só na geração de eletricidade que a China é importante. Processos de conversão de carvão em produtos de alto valor agregado (plásticos, olefinas, metanol, fertilizantes, etc) por meio da carboquímica estão em franco desenvolvimento com tecnologia chinesa.

Existem projetos aprovados de carboquímica que até 2020 utilizarão cerca de 180 milhões de toneladas de carvão (mais que 10 vezes que produção do Brasil). A China hoje é líder no desenvolvimento tecnologia em gasificação e conversão.

Na área de mineração a China produziu cerca de 3,6 bilhões de toneladas no ano de 2012 com cerca de 90% da produção em subsolo, com profundidade média de 600 m. Hoje, no Brasil mineramos em média 150 m, mas temos jazidas como a região de Osório/RS que tem  profundidades similares as chinesas.

A área de segurança de minas na China, prioridade da indústria de mineração chinesa, e a produção de equipamentos de mineração tem muito a contribuir com tecnologias para a lavra subterrânea brasileira. Portanto, a iteração da indústria brasileira com a chinesa é muito importante para viabilizar parcerias empresarias e tecnológicas para que possamos alavancar a indústria de carvão no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento das nossa regiões carboníferas do sul do Brasil.

A Associação Brasileira do Carvão Mineral – ABCM – dá mais um passo para estruturar a indústria do carvão nacional cumprindo sua visão de viabilizar e incrementar o uso sustentável do carvão mineral nacional  e de seus subprodutos.

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
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