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O cenário mundial do carvão mineral está sendo discutido na Polônia. O Internacional Coal & Climate Summit começou na última segunda-feira, 18, em Varsóvia, e é organizado pela Associação Mundial do Carvão (WCA), com apoio do Ministério de Economia da Polônia. O evento conta com a participação do vice-primeiro ministro e ministro de Economia da Polônia, com a secretária executiva da ONU, Christiana Figueres, membros do parlamento europeu e diversas ONGs. Fernando Zancan, presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), está entre os convidados do evento.

Estão sendo debatidos aspectos das tecnologias de baixas emissões do carvão, as questões políticas e regulatórias para o uso do carvão em um mundo de baixo carbono. “O evento teve o objetivo de mostrar que o carvão pode contribuir com a redução das emissões. Enquanto os responsáveis pelas discussão sobre mudanças climáticas não discutirem o carvão nada vai melhorar. Precisamos de uma discussão pragmática não ideológica, baseada em ações do Greenpeace. O carvão irá passar o petróleo nos próximo anos como mais importante fonte de energia, isso já está estabelecido e dito por todas as agências que estudam energia (IEA, WEC, etc). Não é parando o carvão que vai reduzir a pobreza do mundo”, afirma o presidente da ABCM.

Um dos discursos mais esperados era o de Christiana Figueres, a secretária-executiva da convenção sobre mudança do clima das Nações Unidas, na abertura do evento da indústria do carvão. A secretária ressaltou que o carvão deve ser discutido como solução para mudança de clima e que precisa mudar para o bem de todos.

“O que queríamos foi obtido, precisava chamar a atenção para a discussão pragmática do assunto. O que o setor quer, está alinhado com estratégia do Word Energy Council (Conselho Mundial de Energia) e agora o IEA (Agência Internacional de Energia), precisa discutir pragmaticamente o problema. É inegável que em 2050 teremos cerca de 60 a 70 % de fósseis na matriz energética mundial, portanto se o fóssil é o problema vamos buscar as tecnologias mais eficientes incluindo o desenvolvimento da captura do CO2, algo que está totalmente subfinanciado”, explica Zancan. Nesta terça e quarta-feira (19 e 20/11), o presidente da ABCM participa da reunião da Associação Mundial do Carvão.

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O cenário mundial do carvão mineral está sendo discutido na Polônia. O Internacional Coal & Climate Summit começou na última segunda-feira, 18, em Varsóvia, e é organizado pela Associação Mundial do Carvão (WCA), com apoio do Ministério de Economia da Polônia. O evento conta com a participação do vice-primeiro ministro e ministro de Economia da Polônia, com a secretária executiva da ONU, Christiana Figueres, membros do parlamento europeu e diversas ONGs. Fernando Zancan, presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), está entre os convidados do evento.

Estão sendo debatidos aspectos das tecnologias de baixas emissões do carvão, as questões políticas e regulatórias para o uso do carvão em um mundo de baixo carbono. “O evento teve o objetivo de mostrar que o carvão pode contribuir com a redução das emissões. Enquanto os responsáveis pelas discussão sobre mudanças climáticas não discutirem o carvão nada vai melhorar. Precisamos de uma discussão pragmática não ideológica, baseada em ações do Greenpeace. O carvão irá passar o petróleo nos próximo anos como mais importante fonte de energia, isso já está estabelecido e dito por todas as agências que estudam energia (IEA, WEC, etc). Não é parando o carvão que vai reduzir a pobreza do mundo”, afirma o presidente da ABCM.

Um dos discursos mais esperados era o de Christiana Figueres, a secretária-executiva da convenção sobre mudança do clima das Nações Unidas, na abertura do evento da indústria do carvão. A secretária ressaltou que o carvão deve ser discutido como solução para mudança de clima e que precisa mudar para o bem de todos.

“O que queríamos foi obtido, precisava chamar a atenção para a discussão pragmática do assunto. O que o setor quer, está alinhado com estratégia do Word Energy Council (Conselho Mundial de Energia) e agora o IEA (Agência Internacional de Energia), precisa discutir pragmaticamente o problema. É inegável que em 2050 teremos cerca de 60 a 70 % de fósseis na matriz energética mundial, portanto se o fóssil é o problema vamos buscar as tecnologias mais eficientes incluindo o desenvolvimento da captura do CO2, algo que está totalmente subfinanciado”, explica Zancan. Nesta terça e quarta-feira (19 e 20/11), o presidente da ABCM participa da reunião da Associação Mundial do Carvão.

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Futuro do carvão mineral é discutido na Polônia

20/11/2013

Luas Jorge / Assessoria de imprensa Siecesc / ABCM

O cenário mundial do carvão mineral está sendo discutido na Polônia. O Internacional Coal & Climate Summit começou na última segunda-feira, 18, em Varsóvia, e é organizado pela Associação Mundial do Carvão (WCA), com apoio do Ministério de Economia da Polônia. O evento conta com a participação do vice-primeiro ministro e ministro de Economia da Polônia, com a secretária executiva da ONU, Christiana Figueres, membros do parlamento europeu e diversas ONGs. Fernando Zancan, presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), está entre os convidados do evento.

Estão sendo debatidos aspectos das tecnologias de baixas emissões do carvão, as questões políticas e regulatórias para o uso do carvão em um mundo de baixo carbono. “O evento teve o objetivo de mostrar que o carvão pode contribuir com a redução das emissões. Enquanto os responsáveis pelas discussão sobre mudanças climáticas não discutirem o carvão nada vai melhorar. Precisamos de uma discussão pragmática não ideológica, baseada em ações do Greenpeace. O carvão irá passar o petróleo nos próximo anos como mais importante fonte de energia, isso já está estabelecido e dito por todas as agências que estudam energia (IEA, WEC, etc). Não é parando o carvão que vai reduzir a pobreza do mundo”, afirma o presidente da ABCM.

Um dos discursos mais esperados era o de Christiana Figueres, a secretária-executiva da convenção sobre mudança do clima das Nações Unidas, na abertura do evento da indústria do carvão. A secretária ressaltou que o carvão deve ser discutido como solução para mudança de clima e que precisa mudar para o bem de todos.

“O que queríamos foi obtido, precisava chamar a atenção para a discussão pragmática do assunto. O que o setor quer, está alinhado com estratégia do Word Energy Council (Conselho Mundial de Energia) e agora o IEA (Agência Internacional de Energia), precisa discutir pragmaticamente o problema. É inegável que em 2050 teremos cerca de 60 a 70 % de fósseis na matriz energética mundial, portanto se o fóssil é o problema vamos buscar as tecnologias mais eficientes incluindo o desenvolvimento da captura do CO2, algo que está totalmente subfinanciado”, explica Zancan. Nesta terça e quarta-feira (19 e 20/11), o presidente da ABCM participa da reunião da Associação Mundial do Carvão.

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