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Mais de 400 projetos de investimento para Moçambique foram aprovados ao longo do corrente ano e o interesse em investir em Moçambique continua muito forte, disse há dias Nuno Maposse, porta-voz do Centro para a Promoção de Investimentos (CPI).

Maposse falava durante a conferência de investimentos, um evento de dois dias e que decorreu na cidade de Londres, capital britânica. A mesma tinha como enfoque investimentos em Moçambique.

Segundo o diretor da conferência, Harry Chapman, cerca de 150 delegados participam no evento organizado pela empresa Resourceful Events.

Chapman explicou que entre os participantes se destacam representantes de investidores institucionais, investidores privados, instituições financeiras internacionais, entre outros.

Também existem delegados de instituições financeiras portuguesas, incluindo o Banco Espírito Santo (BES) e a Caixa Geral de Depósitos (CGD).

A CGD é o maior acionista do Banco Comercial de Investimentos (BCI), o segundo maior banco comercial em Moçambique, enquanto o BES é o maior acionista do MozaBanco, um banco de menor expressão no país.

Chapman explicou que depois do sucesso das conferências de investidores organizadas na Mongólia e Myanmar, a sua empresa decidiu virar as suas atenções para Moçambique devido as suas “boas perspectivas econômicas”.

Para o caso de Moçambique, este evento poderá ser realizado com uma periodicidade anual depois do sucesso desta conferência. Parte considerável das atenções estão viradas para a construção de infraestruturas e a necessidade para a melhoria da rede de transportes.

Comentando sobre o assunto, Ambrósio Sitoe, diretor nacional do Ministério dos Transportes, destacou o rápido desenvolvimento das infraestruturas ferroviárias. Ele vincou a necessidade de satisfazer a crescente demanda da capacidade para o escoamento de carvão mineral da província central de Tete até ao porto mais próximo para exportação.

Sitoe destacou, particularmente, que estão sendo desenvolvidas linhas-férreas para o porto de Nacala-à-Velha, na província de Nampula, e que deverá ser construído um novo porto em Macuse, na província da Zambézia, ambos com uma ligação com a bacia carbonífera de Moatize dentro dos próximos quatro a cinco anos.

Muitos delegados fizeram questão de mencionar a existência de um ambiente positivo de investimento em Moçambique. Ben James, da companhia mineira Baobab Resources, apresentou a experiência da sua companhia em Tete, onde tenciona instalar um projeto para a produção de ferro gusa.

Ele manifestou o seu apreço com a ministra moçambicana dos Recursos Naturais, Esperança Bias, que faz questão de seguir atentamente todos os desenvolvimentos no setor que dirige.

James vincou que a sua empresa tem um projeto que visa usar a eletricidade produzida em Moçambique, carvão térmico e minério de ferro para acrescentar valor através da produção de ferro gusa e eventualmente aço.

Alguns delegados falaram dos problemas causados pela crise financeira internacional, e outros vincaram as perspectivas positivas para a produção de gás natural liquefeito (GNL) em Moçambique, em parte devido ao crescimento econômico no resto do Continente Africano.

Os delegados aproveitaram a oportunidade para discutir, a margem da conferência, a instabilidade política causada pelas recentes confrontos entre os homens armados da Renamo e as Forças de Defesa e Segurança, na região centro de Moçambique.

Um representante de um grande fundo de investimento disse num breve contacto com AIM que os seus clientes estão habituados a estar envolvidos em projetos em países tais como a Rússia e, por isso, não deixarão de aproveitar as oportunidades de investimento existentes em Moçambique.

Explicou que a atual instabilidade política em Moçambique é considerada como sendo um fenômeno passageiro, razão pela qual não vai afugentar os investidores com projetos a longo prazo.

John Hughes, da AIM, em Londres

Portal de Angola - 09/11/2013

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Mais de 400 projetos de investimento para Moçambique foram aprovados ao longo do corrente ano e o interesse em investir em Moçambique continua muito forte, disse há dias Nuno Maposse, porta-voz do Centro para a Promoção de Investimentos (CPI).

Maposse falava durante a conferência de investimentos, um evento de dois dias e que decorreu na cidade de Londres, capital britânica. A mesma tinha como enfoque investimentos em Moçambique.

Segundo o diretor da conferência, Harry Chapman, cerca de 150 delegados participam no evento organizado pela empresa Resourceful Events.

Chapman explicou que entre os participantes se destacam representantes de investidores institucionais, investidores privados, instituições financeiras internacionais, entre outros.

Também existem delegados de instituições financeiras portuguesas, incluindo o Banco Espírito Santo (BES) e a Caixa Geral de Depósitos (CGD).

A CGD é o maior acionista do Banco Comercial de Investimentos (BCI), o segundo maior banco comercial em Moçambique, enquanto o BES é o maior acionista do MozaBanco, um banco de menor expressão no país.

Chapman explicou que depois do sucesso das conferências de investidores organizadas na Mongólia e Myanmar, a sua empresa decidiu virar as suas atenções para Moçambique devido as suas “boas perspectivas econômicas”.

Para o caso de Moçambique, este evento poderá ser realizado com uma periodicidade anual depois do sucesso desta conferência. Parte considerável das atenções estão viradas para a construção de infraestruturas e a necessidade para a melhoria da rede de transportes.

Comentando sobre o assunto, Ambrósio Sitoe, diretor nacional do Ministério dos Transportes, destacou o rápido desenvolvimento das infraestruturas ferroviárias. Ele vincou a necessidade de satisfazer a crescente demanda da capacidade para o escoamento de carvão mineral da província central de Tete até ao porto mais próximo para exportação.

Sitoe destacou, particularmente, que estão sendo desenvolvidas linhas-férreas para o porto de Nacala-à-Velha, na província de Nampula, e que deverá ser construído um novo porto em Macuse, na província da Zambézia, ambos com uma ligação com a bacia carbonífera de Moatize dentro dos próximos quatro a cinco anos.

Muitos delegados fizeram questão de mencionar a existência de um ambiente positivo de investimento em Moçambique. Ben James, da companhia mineira Baobab Resources, apresentou a experiência da sua companhia em Tete, onde tenciona instalar um projeto para a produção de ferro gusa.

Ele manifestou o seu apreço com a ministra moçambicana dos Recursos Naturais, Esperança Bias, que faz questão de seguir atentamente todos os desenvolvimentos no setor que dirige.

James vincou que a sua empresa tem um projeto que visa usar a eletricidade produzida em Moçambique, carvão térmico e minério de ferro para acrescentar valor através da produção de ferro gusa e eventualmente aço.

Alguns delegados falaram dos problemas causados pela crise financeira internacional, e outros vincaram as perspectivas positivas para a produção de gás natural liquefeito (GNL) em Moçambique, em parte devido ao crescimento econômico no resto do Continente Africano.

Os delegados aproveitaram a oportunidade para discutir, a margem da conferência, a instabilidade política causada pelas recentes confrontos entre os homens armados da Renamo e as Forças de Defesa e Segurança, na região centro de Moçambique.

Um representante de um grande fundo de investimento disse num breve contacto com AIM que os seus clientes estão habituados a estar envolvidos em projetos em países tais como a Rússia e, por isso, não deixarão de aproveitar as oportunidades de investimento existentes em Moçambique.

Explicou que a atual instabilidade política em Moçambique é considerada como sendo um fenômeno passageiro, razão pela qual não vai afugentar os investidores com projetos a longo prazo.

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09/11/2013

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Maposse falava durante a conferência de investimentos, um evento de dois dias e que decorreu na cidade de Londres, capital britânica. A mesma tinha como enfoque investimentos em Moçambique.

Segundo o diretor da conferência, Harry Chapman, cerca de 150 delegados participam no evento organizado pela empresa Resourceful Events.

Chapman explicou que entre os participantes se destacam representantes de investidores institucionais, investidores privados, instituições financeiras internacionais, entre outros.

Também existem delegados de instituições financeiras portuguesas, incluindo o Banco Espírito Santo (BES) e a Caixa Geral de Depósitos (CGD).

A CGD é o maior acionista do Banco Comercial de Investimentos (BCI), o segundo maior banco comercial em Moçambique, enquanto o BES é o maior acionista do MozaBanco, um banco de menor expressão no país.

Chapman explicou que depois do sucesso das conferências de investidores organizadas na Mongólia e Myanmar, a sua empresa decidiu virar as suas atenções para Moçambique devido as suas “boas perspectivas econômicas”.

Para o caso de Moçambique, este evento poderá ser realizado com uma periodicidade anual depois do sucesso desta conferência. Parte considerável das atenções estão viradas para a construção de infraestruturas e a necessidade para a melhoria da rede de transportes.

Comentando sobre o assunto, Ambrósio Sitoe, diretor nacional do Ministério dos Transportes, destacou o rápido desenvolvimento das infraestruturas ferroviárias. Ele vincou a necessidade de satisfazer a crescente demanda da capacidade para o escoamento de carvão mineral da província central de Tete até ao porto mais próximo para exportação.

Sitoe destacou, particularmente, que estão sendo desenvolvidas linhas-férreas para o porto de Nacala-à-Velha, na província de Nampula, e que deverá ser construído um novo porto em Macuse, na província da Zambézia, ambos com uma ligação com a bacia carbonífera de Moatize dentro dos próximos quatro a cinco anos.

Muitos delegados fizeram questão de mencionar a existência de um ambiente positivo de investimento em Moçambique. Ben James, da companhia mineira Baobab Resources, apresentou a experiência da sua companhia em Tete, onde tenciona instalar um projeto para a produção de ferro gusa.

Ele manifestou o seu apreço com a ministra moçambicana dos Recursos Naturais, Esperança Bias, que faz questão de seguir atentamente todos os desenvolvimentos no setor que dirige.

James vincou que a sua empresa tem um projeto que visa usar a eletricidade produzida em Moçambique, carvão térmico e minério de ferro para acrescentar valor através da produção de ferro gusa e eventualmente aço.

Alguns delegados falaram dos problemas causados pela crise financeira internacional, e outros vincaram as perspectivas positivas para a produção de gás natural liquefeito (GNL) em Moçambique, em parte devido ao crescimento econômico no resto do Continente Africano.

Os delegados aproveitaram a oportunidade para discutir, a margem da conferência, a instabilidade política causada pelas recentes confrontos entre os homens armados da Renamo e as Forças de Defesa e Segurança, na região centro de Moçambique.

Um representante de um grande fundo de investimento disse num breve contacto com AIM que os seus clientes estão habituados a estar envolvidos em projetos em países tais como a Rússia e, por isso, não deixarão de aproveitar as oportunidades de investimento existentes em Moçambique.

Explicou que a atual instabilidade política em Moçambique é considerada como sendo um fenômeno passageiro, razão pela qual não vai afugentar os investidores com projetos a longo prazo.

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Portal de Angola - 09/11/2013

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