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O Ministério de Minas e Energia estabeleceu preço-teto de R$ 122,00 por MWh para as fontes eólica e solar no leilão A-5 de 13 dezembro, o que virtualmente impede a participação de empreendimentos fotovoltaicos e helioelétricos no certame. A decisão surpreendeu até mesmo a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica, que aprovou o edital do A-5 nesta terça-feira, 12 de novembro.

O valor de referência definido para os empreendimentos solares e eólicos é inferior apenas ao preço-teto da ampliação da usina hidrelétrica de Santo Antônio, de R$ 102 por MWh.  Para as demais UHEs, os preços ficaram em R$ 107/MWh, no caso de São Manoel; R$ 139/MWh para Itaocara; R$ 139/MWh para Ribeiro Gonçalves  e R$ 135/MWh para Cachoeira. Pequenas centrais hidrelétricas e usinas termelétricas terão preço de  R$ 144/MWh.

O certame é destinado à contratação de energia  elétrica de novos empreendimentos de geração de fontes hidráulica, eólica, solar e termelétrica a biomassa, a carvão ou a gás natural em ciclo combinado, para entrega a partir de 1º de maio de 2018. Na prática, porém, ele deve excluir a fonte solar, que terá como competidores diretos os empreendimetos eólicos, incluídos no mesmo produto. Estão cadastrados na Empresa de Pesquisa Energética 152 projetos fotovoltaicos e dez heliotérmicos.

A surpresa com o preço definido para  a fonte foi explicitada pelo diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, que destacou o valor baixo para a solar e sua equivalência com a eólica, que já é uma energia competitiva. O diretor Andre Pepitone destacou o ineditismo da inclusão da energia solar, mas chamou a atenção para o valor inferior ao das PCHs e das hidrelétricas. "A meu ver, esse preço esta abaixo das expectatativas de mercado", afirmou Pepitone. Um regra já aplicada anterioremente e reintroduzida no edital é a inserção de subitem que prevê a execução de garantias de compradoras ou vendedoras que venham a praticar atos anticompetitivos.

Para evitar problemas recorrentes com as seguradoras, a Aneel aprimorou as regras que tratam das garantias de fiel cumprimento apresentadas sob a forma de seguro-garantia. O edital deixa mais evidente quais são as situações cobertas por esse seguro, como o atraso do cronograma de obras e o não aporte de garantias na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. A alteração relevante, porém, é que a partir de agora isso deve constar também da apólice de seguro, para não haver dúvidas na eventual execução dessas garantias.

Homologação - A diretoria da Aneel homologou o resultado do primeiro leilão de energia nova A-5 de 2013,  realizado no dia 29 de agosto. No certame foram negociados contratos energia  de 19 empreendimentos de geração hidrelétrica e termelétrica a biomassa, com início de suprimento em 1º de janeiro de 2018.

Esses empreendimentos têm capacidade instalada total de 1.265 MW. A lista de vencedores incluiu a hidrelétrica Sinop (MT-400 MW). A usina foi concedida ao Consórcio CES – formado pelas empresas Alupar, Chesf e Eletronorte – e teve a energia vendida ao preço de R$ 109,40/MWh.

Canal Energia - 12/11/2013

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O Ministério de Minas e Energia estabeleceu preço-teto de R$ 122,00 por MWh para as fontes eólica e solar no leilão A-5 de 13 dezembro, o que virtualmente impede a participação de empreendimentos fotovoltaicos e helioelétricos no certame. A decisão surpreendeu até mesmo a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica, que aprovou o edital do A-5 nesta terça-feira, 12 de novembro.

O valor de referência definido para os empreendimentos solares e eólicos é inferior apenas ao preço-teto da ampliação da usina hidrelétrica de Santo Antônio, de R$ 102 por MWh.  Para as demais UHEs, os preços ficaram em R$ 107/MWh, no caso de São Manoel; R$ 139/MWh para Itaocara; R$ 139/MWh para Ribeiro Gonçalves  e R$ 135/MWh para Cachoeira. Pequenas centrais hidrelétricas e usinas termelétricas terão preço de  R$ 144/MWh.

O certame é destinado à contratação de energia  elétrica de novos empreendimentos de geração de fontes hidráulica, eólica, solar e termelétrica a biomassa, a carvão ou a gás natural em ciclo combinado, para entrega a partir de 1º de maio de 2018. Na prática, porém, ele deve excluir a fonte solar, que terá como competidores diretos os empreendimetos eólicos, incluídos no mesmo produto. Estão cadastrados na Empresa de Pesquisa Energética 152 projetos fotovoltaicos e dez heliotérmicos.

A surpresa com o preço definido para  a fonte foi explicitada pelo diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, que destacou o valor baixo para a solar e sua equivalência com a eólica, que já é uma energia competitiva. O diretor Andre Pepitone destacou o ineditismo da inclusão da energia solar, mas chamou a atenção para o valor inferior ao das PCHs e das hidrelétricas. "A meu ver, esse preço esta abaixo das expectatativas de mercado", afirmou Pepitone. Um regra já aplicada anterioremente e reintroduzida no edital é a inserção de subitem que prevê a execução de garantias de compradoras ou vendedoras que venham a praticar atos anticompetitivos.

Para evitar problemas recorrentes com as seguradoras, a Aneel aprimorou as regras que tratam das garantias de fiel cumprimento apresentadas sob a forma de seguro-garantia. O edital deixa mais evidente quais são as situações cobertas por esse seguro, como o atraso do cronograma de obras e o não aporte de garantias na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. A alteração relevante, porém, é que a partir de agora isso deve constar também da apólice de seguro, para não haver dúvidas na eventual execução dessas garantias.

Homologação - A diretoria da Aneel homologou o resultado do primeiro leilão de energia nova A-5 de 2013,  realizado no dia 29 de agosto. No certame foram negociados contratos energia  de 19 empreendimentos de geração hidrelétrica e termelétrica a biomassa, com início de suprimento em 1º de janeiro de 2018.

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Canal Energia - 12/11/2013

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Leilão A-5: preço-teto para eólica e solar fica em R$ 122/MWh

12/11/2013

Sueli Montenegro, da Agência CanalEnergia

O Ministério de Minas e Energia estabeleceu preço-teto de R$ 122,00 por MWh para as fontes eólica e solar no leilão A-5 de 13 dezembro, o que virtualmente impede a participação de empreendimentos fotovoltaicos e helioelétricos no certame. A decisão surpreendeu até mesmo a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica, que aprovou o edital do A-5 nesta terça-feira, 12 de novembro.

O valor de referência definido para os empreendimentos solares e eólicos é inferior apenas ao preço-teto da ampliação da usina hidrelétrica de Santo Antônio, de R$ 102 por MWh.  Para as demais UHEs, os preços ficaram em R$ 107/MWh, no caso de São Manoel; R$ 139/MWh para Itaocara; R$ 139/MWh para Ribeiro Gonçalves  e R$ 135/MWh para Cachoeira. Pequenas centrais hidrelétricas e usinas termelétricas terão preço de  R$ 144/MWh.

O certame é destinado à contratação de energia  elétrica de novos empreendimentos de geração de fontes hidráulica, eólica, solar e termelétrica a biomassa, a carvão ou a gás natural em ciclo combinado, para entrega a partir de 1º de maio de 2018. Na prática, porém, ele deve excluir a fonte solar, que terá como competidores diretos os empreendimetos eólicos, incluídos no mesmo produto. Estão cadastrados na Empresa de Pesquisa Energética 152 projetos fotovoltaicos e dez heliotérmicos.

A surpresa com o preço definido para  a fonte foi explicitada pelo diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, que destacou o valor baixo para a solar e sua equivalência com a eólica, que já é uma energia competitiva. O diretor Andre Pepitone destacou o ineditismo da inclusão da energia solar, mas chamou a atenção para o valor inferior ao das PCHs e das hidrelétricas. "A meu ver, esse preço esta abaixo das expectatativas de mercado", afirmou Pepitone. Um regra já aplicada anterioremente e reintroduzida no edital é a inserção de subitem que prevê a execução de garantias de compradoras ou vendedoras que venham a praticar atos anticompetitivos.

Para evitar problemas recorrentes com as seguradoras, a Aneel aprimorou as regras que tratam das garantias de fiel cumprimento apresentadas sob a forma de seguro-garantia. O edital deixa mais evidente quais são as situações cobertas por esse seguro, como o atraso do cronograma de obras e o não aporte de garantias na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. A alteração relevante, porém, é que a partir de agora isso deve constar também da apólice de seguro, para não haver dúvidas na eventual execução dessas garantias.

Homologação - A diretoria da Aneel homologou o resultado do primeiro leilão de energia nova A-5 de 2013,  realizado no dia 29 de agosto. No certame foram negociados contratos energia  de 19 empreendimentos de geração hidrelétrica e termelétrica a biomassa, com início de suprimento em 1º de janeiro de 2018.

Esses empreendimentos têm capacidade instalada total de 1.265 MW. A lista de vencedores incluiu a hidrelétrica Sinop (MT-400 MW). A usina foi concedida ao Consórcio CES – formado pelas empresas Alupar, Chesf e Eletronorte – e teve a energia vendida ao preço de R$ 109,40/MWh.

Canal Energia - 12/11/2013

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