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Atualmente, o carvão participa com 1,4% na matriz brasileira de geração de energia elétrica e poderá dar garantia ao sistema elétrico brasileiro. Na análise do presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM) e secretário executivo do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão Mineral do Estado de Santa Catarina (Siecesc), Fernando Zancan, à medida em que o potencial hidráulico, na próxima década, diminuir e com a ampliação de fontes renováveis intermitentes, haverá espaço para geração de energia elétrica a partir do carvão, recurso que representa cerca de 42% dos recursos energéticos brasileiros.

“O carvão é hoje a fonte disponível que temos. Precisamos que os projetos sejam aprovados e que o Governo pare com essa dicotomia. No plano de política pública para 2022, não aparece o carvão. Eu digo que o carvão sobre de ‘bullying’”, comenta Zancan. "Está mapeado, tem reserva, tem geologia. Não podemos querer esconder o carvão, ele é a maior fonte energética que o Brasil tem, por isso que o nosso caminho será a política industrial do carvão", completa.

Para os próximos 20 anos, o Brasil precisará de investimentos anuais de R$ 36 bilhões em geração de energia elétrica, e o carvão pode ser um grande aliado.

Exemplo chinês

Segundo Zancan, a política industrial do carvão está em análise e projetos como os vistos na China servem de exemplo para o Brasil e para Santa Catarina.

"Conheci, recentemente, na China, o projeto de uma carboquímica fazendo metanol. Esse projeto tem todas as tecnologias aplicáveis ao carvão brasileiro, com tecnologia de gasificação do carvão e, além disso, a combustão em leito fluidizado, que é o projeto da Usitesc, com limpeza dos gases com amônia para produzir sulfato de amônia, que também era a ideia original da Usitesc. Eu vi a Usitesc nesse projeto, vi a gasificação do carvão que precisamos trazer para suprir o gás que não temos aqui", comenta Zancan.

Para ele, esse tipo de projeto pode ser realizado em parceria com o Rio Grande do Sul. "A empresa de carvão não está vendendo pedra de carvão, está vendendo produto acabado, agregando valor. Iremos mostrar isso ao governador do estado; esse é um projeto de Estado. Isso faz parte da nossa política industrial do carvão", conclui.

A Tribuna - 01/11/2013

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Atualmente, o carvão participa com 1,4% na matriz brasileira de geração de energia elétrica e poderá dar garantia ao sistema elétrico brasileiro. Na análise do presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM) e secretário executivo do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão Mineral do Estado de Santa Catarina (Siecesc), Fernando Zancan, à medida em que o potencial hidráulico, na próxima década, diminuir e com a ampliação de fontes renováveis intermitentes, haverá espaço para geração de energia elétrica a partir do carvão, recurso que representa cerca de 42% dos recursos energéticos brasileiros.

“O carvão é hoje a fonte disponível que temos. Precisamos que os projetos sejam aprovados e que o Governo pare com essa dicotomia. No plano de política pública para 2022, não aparece o carvão. Eu digo que o carvão sobre de ‘bullying’”, comenta Zancan. "Está mapeado, tem reserva, tem geologia. Não podemos querer esconder o carvão, ele é a maior fonte energética que o Brasil tem, por isso que o nosso caminho será a política industrial do carvão", completa.

Para os próximos 20 anos, o Brasil precisará de investimentos anuais de R$ 36 bilhões em geração de energia elétrica, e o carvão pode ser um grande aliado.

Exemplo chinês

Segundo Zancan, a política industrial do carvão está em análise e projetos como os vistos na China servem de exemplo para o Brasil e para Santa Catarina.

"Conheci, recentemente, na China, o projeto de uma carboquímica fazendo metanol. Esse projeto tem todas as tecnologias aplicáveis ao carvão brasileiro, com tecnologia de gasificação do carvão e, além disso, a combustão em leito fluidizado, que é o projeto da Usitesc, com limpeza dos gases com amônia para produzir sulfato de amônia, que também era a ideia original da Usitesc. Eu vi a Usitesc nesse projeto, vi a gasificação do carvão que precisamos trazer para suprir o gás que não temos aqui", comenta Zancan.

Para ele, esse tipo de projeto pode ser realizado em parceria com o Rio Grande do Sul. "A empresa de carvão não está vendendo pedra de carvão, está vendendo produto acabado, agregando valor. Iremos mostrar isso ao governador do estado; esse é um projeto de Estado. Isso faz parte da nossa política industrial do carvão", conclui.

A Tribuna - 01/11/2013

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Carvão mineral é a fonte disponível atual

01/11/2013

Deize Felisberto - A Tribuna

Atualmente, o carvão participa com 1,4% na matriz brasileira de geração de energia elétrica e poderá dar garantia ao sistema elétrico brasileiro. Na análise do presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM) e secretário executivo do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão Mineral do Estado de Santa Catarina (Siecesc), Fernando Zancan, à medida em que o potencial hidráulico, na próxima década, diminuir e com a ampliação de fontes renováveis intermitentes, haverá espaço para geração de energia elétrica a partir do carvão, recurso que representa cerca de 42% dos recursos energéticos brasileiros.

“O carvão é hoje a fonte disponível que temos. Precisamos que os projetos sejam aprovados e que o Governo pare com essa dicotomia. No plano de política pública para 2022, não aparece o carvão. Eu digo que o carvão sobre de ‘bullying’”, comenta Zancan. "Está mapeado, tem reserva, tem geologia. Não podemos querer esconder o carvão, ele é a maior fonte energética que o Brasil tem, por isso que o nosso caminho será a política industrial do carvão", completa.

Para os próximos 20 anos, o Brasil precisará de investimentos anuais de R$ 36 bilhões em geração de energia elétrica, e o carvão pode ser um grande aliado.

Exemplo chinês

Segundo Zancan, a política industrial do carvão está em análise e projetos como os vistos na China servem de exemplo para o Brasil e para Santa Catarina.

"Conheci, recentemente, na China, o projeto de uma carboquímica fazendo metanol. Esse projeto tem todas as tecnologias aplicáveis ao carvão brasileiro, com tecnologia de gasificação do carvão e, além disso, a combustão em leito fluidizado, que é o projeto da Usitesc, com limpeza dos gases com amônia para produzir sulfato de amônia, que também era a ideia original da Usitesc. Eu vi a Usitesc nesse projeto, vi a gasificação do carvão que precisamos trazer para suprir o gás que não temos aqui", comenta Zancan.

Para ele, esse tipo de projeto pode ser realizado em parceria com o Rio Grande do Sul. "A empresa de carvão não está vendendo pedra de carvão, está vendendo produto acabado, agregando valor. Iremos mostrar isso ao governador do estado; esse é um projeto de Estado. Isso faz parte da nossa política industrial do carvão", conclui.

A Tribuna - 01/11/2013

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