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O Grupo A Tribuna recebeu representantes e empresários do setor carbonífero da região nesta quinta-feira, para mais uma entrevista da série "Eu Faço Pelo Sul", bandeira erguida pelo A Tribuna, que, por meio de um amplo debate com vários setores da sociedade, visa contribuir para um Sul mais forte e melhor para se viver. O setor passa por um momento decisivo deste ano, que ficará ainda mais decisivo em dezembro, quando disputa o fornecimento de energia no leilão do Governo Federal. Criar condições para que o mineral se torne competitivo e ocupe um lugar de destaque no Brasil estão entre os principais objetivos dos empresários do carvão.

Projetos a longo prazo

Para o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, também secretário executivo do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão Mineral do Estado de Santa Catarina (Siecesc), o setor visa, a longo prazo, atuar na captura de Dióxido de Carbono (CO2). "Nosso planejamento irá depender das discussões climáticas que acontecerão em 2015. Se o mundo entender que a questão da mudança climática é relevante e que isso só saberemos em 2015, a tecnologia de sequestro de carvão virá forte", diz Zancan.

Resposta na próxima semana

Se o projeto for aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), a região Sul terá o primeiro laboratório de captura de CO2 do Brasil , que será instalado na SATC. A resposta deve sair na próxima semana. "O investimento será de R$ 4,4 milhões. Trata-se de uma inovação mundial", observa Zancan. Pesquisas internacionais foram realizadas durante três anos para a elaboração do projeto. Aprovado, ele levaria cerca de quatro anos para começar a funcionar.

A Tribuna - 01/11/2013

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O Grupo A Tribuna recebeu representantes e empresários do setor carbonífero da região nesta quinta-feira, para mais uma entrevista da série "Eu Faço Pelo Sul", bandeira erguida pelo A Tribuna, que, por meio de um amplo debate com vários setores da sociedade, visa contribuir para um Sul mais forte e melhor para se viver. O setor passa por um momento decisivo deste ano, que ficará ainda mais decisivo em dezembro, quando disputa o fornecimento de energia no leilão do Governo Federal. Criar condições para que o mineral se torne competitivo e ocupe um lugar de destaque no Brasil estão entre os principais objetivos dos empresários do carvão.

Projetos a longo prazo

Para o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, também secretário executivo do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão Mineral do Estado de Santa Catarina (Siecesc), o setor visa, a longo prazo, atuar na captura de Dióxido de Carbono (CO2). "Nosso planejamento irá depender das discussões climáticas que acontecerão em 2015. Se o mundo entender que a questão da mudança climática é relevante e que isso só saberemos em 2015, a tecnologia de sequestro de carvão virá forte", diz Zancan.

Resposta na próxima semana

Se o projeto for aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), a região Sul terá o primeiro laboratório de captura de CO2 do Brasil , que será instalado na SATC. A resposta deve sair na próxima semana. "O investimento será de R$ 4,4 milhões. Trata-se de uma inovação mundial", observa Zancan. Pesquisas internacionais foram realizadas durante três anos para a elaboração do projeto. Aprovado, ele levaria cerca de quatro anos para começar a funcionar.

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Projeto para captura de CO2 espera aprovação

01/11/2013

Deize Felisberto - A Tribuna

O Grupo A Tribuna recebeu representantes e empresários do setor carbonífero da região nesta quinta-feira, para mais uma entrevista da série "Eu Faço Pelo Sul", bandeira erguida pelo A Tribuna, que, por meio de um amplo debate com vários setores da sociedade, visa contribuir para um Sul mais forte e melhor para se viver. O setor passa por um momento decisivo deste ano, que ficará ainda mais decisivo em dezembro, quando disputa o fornecimento de energia no leilão do Governo Federal. Criar condições para que o mineral se torne competitivo e ocupe um lugar de destaque no Brasil estão entre os principais objetivos dos empresários do carvão.

Projetos a longo prazo

Para o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, também secretário executivo do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão Mineral do Estado de Santa Catarina (Siecesc), o setor visa, a longo prazo, atuar na captura de Dióxido de Carbono (CO2). "Nosso planejamento irá depender das discussões climáticas que acontecerão em 2015. Se o mundo entender que a questão da mudança climática é relevante e que isso só saberemos em 2015, a tecnologia de sequestro de carvão virá forte", diz Zancan.

Resposta na próxima semana

Se o projeto for aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), a região Sul terá o primeiro laboratório de captura de CO2 do Brasil , que será instalado na SATC. A resposta deve sair na próxima semana. "O investimento será de R$ 4,4 milhões. Trata-se de uma inovação mundial", observa Zancan. Pesquisas internacionais foram realizadas durante três anos para a elaboração do projeto. Aprovado, ele levaria cerca de quatro anos para começar a funcionar.

A Tribuna - 01/11/2013

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