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O grande desafio do setor no momento é entrar no leilão de energia A-5 em 13 de dezembro. "Se ganharmos o leilão, a Usitesc vai alavancar a economia da região. Em quatro anos e meio, estaremos produzindo carvão na usina", assegura o presidente do Siecesc, Ruy Hülse. O diretor comercial da Carbonífera Criciúma, José Luís Freitas de Castro, explica que, de imediato, iniciará a preparação das minas para atender à termoelétrica.

Para ser competitivo no leilão, o preço-teto do mineral precisa estar acima de R$ 140 por megawatt/hora, valor que deixou o carvão fora do leilão realizado neste ano, no mês de agosto. O ideal, segundo os empresários, seria o preço de R$ 170 por megawatt/hora.

"Conseguimos condições iguais de financiamentos em relação a outras fontes, PIS e COFINS, mas há quatro pontos que nos fizeram ficar fora do último leilão. Três deles técnicos (dois já resolvidos pelo Governo Federal). Ainda temos a questão da garantia física e do preço-teto", esclarece o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM) e secretário executivo do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão Mineral do Estado de Santa Catarina (Siecesc), Fernando Zancan.

Centro de segurança com referência nacional
Entre os projetos atuais do carvão, também está o reforço ao sistema de segurança nas minas. Uma emenda parlamentar do deputado Edinho Bez, se aprovada, deverá destinar R$ 3 milhões para a criação de um centro de segurança para treinar profissionais, inclusive bombeiros, para atuar no subsolo das minas. "Podemos usar a Mina de Visitação de Criciúma como laboratório de treinamento", sugere Zancan.

A Tribuna - 01/11/2013

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O grande desafio do setor no momento é entrar no leilão de energia A-5 em 13 de dezembro. "Se ganharmos o leilão, a Usitesc vai alavancar a economia da região. Em quatro anos e meio, estaremos produzindo carvão na usina", assegura o presidente do Siecesc, Ruy Hülse. O diretor comercial da Carbonífera Criciúma, José Luís Freitas de Castro, explica que, de imediato, iniciará a preparação das minas para atender à termoelétrica.

Para ser competitivo no leilão, o preço-teto do mineral precisa estar acima de R$ 140 por megawatt/hora, valor que deixou o carvão fora do leilão realizado neste ano, no mês de agosto. O ideal, segundo os empresários, seria o preço de R$ 170 por megawatt/hora.

"Conseguimos condições iguais de financiamentos em relação a outras fontes, PIS e COFINS, mas há quatro pontos que nos fizeram ficar fora do último leilão. Três deles técnicos (dois já resolvidos pelo Governo Federal). Ainda temos a questão da garantia física e do preço-teto", esclarece o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM) e secretário executivo do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão Mineral do Estado de Santa Catarina (Siecesc), Fernando Zancan.

Centro de segurança com referência nacional
Entre os projetos atuais do carvão, também está o reforço ao sistema de segurança nas minas. Uma emenda parlamentar do deputado Edinho Bez, se aprovada, deverá destinar R$ 3 milhões para a criação de um centro de segurança para treinar profissionais, inclusive bombeiros, para atuar no subsolo das minas. "Podemos usar a Mina de Visitação de Criciúma como laboratório de treinamento", sugere Zancan.

A Tribuna - 01/11/2013

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Foco no leilão de 13 de dezembro

01/11/2013

Deize Felisberto - A Tribuna

O grande desafio do setor no momento é entrar no leilão de energia A-5 em 13 de dezembro. "Se ganharmos o leilão, a Usitesc vai alavancar a economia da região. Em quatro anos e meio, estaremos produzindo carvão na usina", assegura o presidente do Siecesc, Ruy Hülse. O diretor comercial da Carbonífera Criciúma, José Luís Freitas de Castro, explica que, de imediato, iniciará a preparação das minas para atender à termoelétrica.

Para ser competitivo no leilão, o preço-teto do mineral precisa estar acima de R$ 140 por megawatt/hora, valor que deixou o carvão fora do leilão realizado neste ano, no mês de agosto. O ideal, segundo os empresários, seria o preço de R$ 170 por megawatt/hora.

"Conseguimos condições iguais de financiamentos em relação a outras fontes, PIS e COFINS, mas há quatro pontos que nos fizeram ficar fora do último leilão. Três deles técnicos (dois já resolvidos pelo Governo Federal). Ainda temos a questão da garantia física e do preço-teto", esclarece o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM) e secretário executivo do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão Mineral do Estado de Santa Catarina (Siecesc), Fernando Zancan.

Centro de segurança com referência nacional
Entre os projetos atuais do carvão, também está o reforço ao sistema de segurança nas minas. Uma emenda parlamentar do deputado Edinho Bez, se aprovada, deverá destinar R$ 3 milhões para a criação de um centro de segurança para treinar profissionais, inclusive bombeiros, para atuar no subsolo das minas. "Podemos usar a Mina de Visitação de Criciúma como laboratório de treinamento", sugere Zancan.

A Tribuna - 01/11/2013

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