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A Empresa de Pequisa Energética divulgou na semana passada que 3,34 GW de capacidade instalada em térmicas a carvão foram inscritas para o leilão A-5 de dezembro. Apesar do volume, a perspectiva não é das melhores para a fonte, o principal motivo é o preço-teto, que está bem abaixo do que é necessário para a fonte conseguir vender energia nos certames. Se considerar o preço teto do A-5 de 29 de agosto, de R$ 140 por MWh o valor para a fonte estaria cerca de R$ 40 por MWh abaixo do necessário.

A avaliação é do presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Luiz Zancan. O executivo não se mostrou otimista com o próximo certame e disse que esse volume inscrito refere-se ao montante de projetos que está já pronto e sempre se inscreve nos leilões. O problema, conta ele, é que o valor estabelecido não reflete a realidade do setor, diferentemente do que acontece com outras fontes, como a eólica. Ele cita que pessoal da Renova afirmou que R$ 110 por MWh é um patamar adequado para a fonte.

"Com R$ 126 por MWh [o valor do A-3] então, eles estão tranquilos", avaliou Zancan. "Esse era o valor pelo qual as térmicas a carvão venderam energia em 2004, os R$ 170 por MWh seria apenas uma atualização pela inflação", disse ele à Agência CanalEnergia.

Em setembro, a entidade entregou ao Ministério de Desenvolvimento da Indústria e Comércio (Mdic) uma proposta de política industrial para tentar reverter a situação da indústria do carvão mineral, onde, a geração de energia elétrica seria apenas um dos produtos do carvão. Segundo o executivo disse à época, a ideia seria de construir no sul do país um polo carboquímico que utilizaria o insumo, de alta incidência naquela área, para além de gerar energia, transformar o carvão em gás e a partir daí diversificar a aplicação da molécula do insumo que é competitivo, principalmente na região Sul, para manter a segurança energética naquela porção do Brasil.

Zancan disse que apesar dessa política, é necessário que o governo sinalize o caminho que o carvão mineral terá nos próximos anos. Na questão da geração de energia, a incerteza da disponibilidade e da competitividade do gás natural.

Agência Canal Energia - 01/11/2013

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A Empresa de Pequisa Energética divulgou na semana passada que 3,34 GW de capacidade instalada em térmicas a carvão foram inscritas para o leilão A-5 de dezembro. Apesar do volume, a perspectiva não é das melhores para a fonte, o principal motivo é o preço-teto, que está bem abaixo do que é necessário para a fonte conseguir vender energia nos certames. Se considerar o preço teto do A-5 de 29 de agosto, de R$ 140 por MWh o valor para a fonte estaria cerca de R$ 40 por MWh abaixo do necessário.

A avaliação é do presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Luiz Zancan. O executivo não se mostrou otimista com o próximo certame e disse que esse volume inscrito refere-se ao montante de projetos que está já pronto e sempre se inscreve nos leilões. O problema, conta ele, é que o valor estabelecido não reflete a realidade do setor, diferentemente do que acontece com outras fontes, como a eólica. Ele cita que pessoal da Renova afirmou que R$ 110 por MWh é um patamar adequado para a fonte.

"Com R$ 126 por MWh [o valor do A-3] então, eles estão tranquilos", avaliou Zancan. "Esse era o valor pelo qual as térmicas a carvão venderam energia em 2004, os R$ 170 por MWh seria apenas uma atualização pela inflação", disse ele à Agência CanalEnergia.

Em setembro, a entidade entregou ao Ministério de Desenvolvimento da Indústria e Comércio (Mdic) uma proposta de política industrial para tentar reverter a situação da indústria do carvão mineral, onde, a geração de energia elétrica seria apenas um dos produtos do carvão. Segundo o executivo disse à época, a ideia seria de construir no sul do país um polo carboquímico que utilizaria o insumo, de alta incidência naquela área, para além de gerar energia, transformar o carvão em gás e a partir daí diversificar a aplicação da molécula do insumo que é competitivo, principalmente na região Sul, para manter a segurança energética naquela porção do Brasil.

Zancan disse que apesar dessa política, é necessário que o governo sinalize o caminho que o carvão mineral terá nos próximos anos. Na questão da geração de energia, a incerteza da disponibilidade e da competitividade do gás natural.

Agência Canal Energia - 01/11/2013

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Térmicas a carvão precisam de preço-teto de R$ 180 por MWh, diz ABCM

01/11/2013

Mauricio Godoi, da Agência CanalEnergia, de São Paulo, Planejamento e Expansão

A Empresa de Pequisa Energética divulgou na semana passada que 3,34 GW de capacidade instalada em térmicas a carvão foram inscritas para o leilão A-5 de dezembro. Apesar do volume, a perspectiva não é das melhores para a fonte, o principal motivo é o preço-teto, que está bem abaixo do que é necessário para a fonte conseguir vender energia nos certames. Se considerar o preço teto do A-5 de 29 de agosto, de R$ 140 por MWh o valor para a fonte estaria cerca de R$ 40 por MWh abaixo do necessário.

A avaliação é do presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, Fernando Luiz Zancan. O executivo não se mostrou otimista com o próximo certame e disse que esse volume inscrito refere-se ao montante de projetos que está já pronto e sempre se inscreve nos leilões. O problema, conta ele, é que o valor estabelecido não reflete a realidade do setor, diferentemente do que acontece com outras fontes, como a eólica. Ele cita que pessoal da Renova afirmou que R$ 110 por MWh é um patamar adequado para a fonte.

"Com R$ 126 por MWh [o valor do A-3] então, eles estão tranquilos", avaliou Zancan. "Esse era o valor pelo qual as térmicas a carvão venderam energia em 2004, os R$ 170 por MWh seria apenas uma atualização pela inflação", disse ele à Agência CanalEnergia.

Em setembro, a entidade entregou ao Ministério de Desenvolvimento da Indústria e Comércio (Mdic) uma proposta de política industrial para tentar reverter a situação da indústria do carvão mineral, onde, a geração de energia elétrica seria apenas um dos produtos do carvão. Segundo o executivo disse à época, a ideia seria de construir no sul do país um polo carboquímico que utilizaria o insumo, de alta incidência naquela área, para além de gerar energia, transformar o carvão em gás e a partir daí diversificar a aplicação da molécula do insumo que é competitivo, principalmente na região Sul, para manter a segurança energética naquela porção do Brasil.

Zancan disse que apesar dessa política, é necessário que o governo sinalize o caminho que o carvão mineral terá nos próximos anos. Na questão da geração de energia, a incerteza da disponibilidade e da competitividade do gás natural.

Agência Canal Energia - 01/11/2013

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