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Em visita ao Oriente, o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan, foi até a província de Henan, cidade de Yima, sudoeste de Beijing, na China, onde visitou uma planta de gasificação de carvão. O projeto comercial de gasificação de carvão com tecnologia de leito fluidizado ( GTI/SES) produz metanol a partir de carvão com 45% de cinzas.

“Essa visita a um projeto que produz metanol a partir do carvão demonstrou que existe tecnologia comercial para gasificar os carvões brasileiros. A província de Henan produz 30 milhões de carvão. Mais que o dobro que produzimos no Brasil”, explica o presidente da ABCM.

Segundo Zancan, essa tecnologia que foi visitada permite afirmar que é possível desenvolver uma carboquímica no Brasil. “A China produz tudo a partir do carvão, nessa planta além de produzir 300 mil toneladas de metanol produz também sulfato de amônia, que é um fertilizante”, afirma.

A gasificação do carvão mineral já foi discutida no mês de setembro, entre representantes do Sindicato da Indústria Cerâmica (Sindiceram) e a multinacional GE Power para a criação de uma planta piloto para transformar o carvão mineral em gás, e utilizá-lo na indústria cerâmica da região Sul de Santa Catarina.

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Em visita ao Oriente, o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan, foi até a província de Henan, cidade de Yima, sudoeste de Beijing, na China, onde visitou uma planta de gasificação de carvão. O projeto comercial de gasificação de carvão com tecnologia de leito fluidizado ( GTI/SES) produz metanol a partir de carvão com 45% de cinzas.

“Essa visita a um projeto que produz metanol a partir do carvão demonstrou que existe tecnologia comercial para gasificar os carvões brasileiros. A província de Henan produz 30 milhões de carvão. Mais que o dobro que produzimos no Brasil”, explica o presidente da ABCM.

Segundo Zancan, essa tecnologia que foi visitada permite afirmar que é possível desenvolver uma carboquímica no Brasil. “A China produz tudo a partir do carvão, nessa planta além de produzir 300 mil toneladas de metanol produz também sulfato de amônia, que é um fertilizante”, afirma.

A gasificação do carvão mineral já foi discutida no mês de setembro, entre representantes do Sindicato da Indústria Cerâmica (Sindiceram) e a multinacional GE Power para a criação de uma planta piloto para transformar o carvão mineral em gás, e utilizá-lo na indústria cerâmica da região Sul de Santa Catarina.

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Tecnologia para gasificação do carvão é visitada na China

22/10/2013

Lucas Jorge /Assessoria de Imprensa do Siecesc

Em visita ao Oriente, o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan, foi até a província de Henan, cidade de Yima, sudoeste de Beijing, na China, onde visitou uma planta de gasificação de carvão. O projeto comercial de gasificação de carvão com tecnologia de leito fluidizado ( GTI/SES) produz metanol a partir de carvão com 45% de cinzas.

“Essa visita a um projeto que produz metanol a partir do carvão demonstrou que existe tecnologia comercial para gasificar os carvões brasileiros. A província de Henan produz 30 milhões de carvão. Mais que o dobro que produzimos no Brasil”, explica o presidente da ABCM.

Segundo Zancan, essa tecnologia que foi visitada permite afirmar que é possível desenvolver uma carboquímica no Brasil. “A China produz tudo a partir do carvão, nessa planta além de produzir 300 mil toneladas de metanol produz também sulfato de amônia, que é um fertilizante”, afirma.

A gasificação do carvão mineral já foi discutida no mês de setembro, entre representantes do Sindicato da Indústria Cerâmica (Sindiceram) e a multinacional GE Power para a criação de uma planta piloto para transformar o carvão mineral em gás, e utilizá-lo na indústria cerâmica da região Sul de Santa Catarina.

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