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Ocorre durante esta semana o Congresso Mundial de Energia. O evento, organizado pelo Conselho Mundial Energia (WEC), na Coréia do Sul, tem como um dos temas debatidos o Carvão Mineral. O Brasil participa das discussões com o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan. O congresso é o maior evento sobre energia do mundo, com mais de cinco mil participantes. O carvão participa do Comitê de Fossil Fuels Systems (Sistemas de Combustíveis Fósseis) do WEC desde 1995 e já realizou vários eventos internacionais com o apoio do WEC.

O congresso teve início nesta segunda-feira (14) e foi aberto com um pedido do WEC, organização não governamental que tem cerca de 90 anos de existência, para que haja uma visão pragmática sobre o mundo da energia. “Mesmo que as energias renováveis cresçam muito, o mundo terá uma demanda enorme para o uso dos combustíveis fósseis. O uso do carvão continuará e deverá passar o petróleo em 2018”, afirma o presidente da ABCM, Fernando Luiz Zancan.

O carvão foi o combustíveis fóssil que mais cresceu em 2012, aproximadamente 170 milhões de toneladas a mais de demanda. Na China, que hoje gera cerca de 5000 TWh (Terawatts hora) de energia elétrica, dez vezes mais que o Brasil, no ano de 2012 adicionou um Brasil só de usinas de carvão. O consumo continuará e cerca de 46% do incremento de energia elétrica até 2020 será de carvão. 

“Fica claro que o carvão continuará sendo fundamental na matriz energética mundial e para reduzir as emissões de carbono a Captura e Armazenamento do Carbono (CCS), é fundamental que seja apoiado no seu desenvolvimento para que em 2030 tenhamos um preço de energia competitivo com outras fontes de energia de baixo carbono”, explica Zancan. Além da ABCM, o Brasil tem representantes da Eletrobrás, Petrobras, BNDES, entre outras entidades participando do congresso.

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Ocorre durante esta semana o Congresso Mundial de Energia. O evento, organizado pelo Conselho Mundial Energia (WEC), na Coréia do Sul, tem como um dos temas debatidos o Carvão Mineral. O Brasil participa das discussões com o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan. O congresso é o maior evento sobre energia do mundo, com mais de cinco mil participantes. O carvão participa do Comitê de Fossil Fuels Systems (Sistemas de Combustíveis Fósseis) do WEC desde 1995 e já realizou vários eventos internacionais com o apoio do WEC.

O congresso teve início nesta segunda-feira (14) e foi aberto com um pedido do WEC, organização não governamental que tem cerca de 90 anos de existência, para que haja uma visão pragmática sobre o mundo da energia. “Mesmo que as energias renováveis cresçam muito, o mundo terá uma demanda enorme para o uso dos combustíveis fósseis. O uso do carvão continuará e deverá passar o petróleo em 2018”, afirma o presidente da ABCM, Fernando Luiz Zancan.

O carvão foi o combustíveis fóssil que mais cresceu em 2012, aproximadamente 170 milhões de toneladas a mais de demanda. Na China, que hoje gera cerca de 5000 TWh (Terawatts hora) de energia elétrica, dez vezes mais que o Brasil, no ano de 2012 adicionou um Brasil só de usinas de carvão. O consumo continuará e cerca de 46% do incremento de energia elétrica até 2020 será de carvão. 

“Fica claro que o carvão continuará sendo fundamental na matriz energética mundial e para reduzir as emissões de carbono a Captura e Armazenamento do Carbono (CCS), é fundamental que seja apoiado no seu desenvolvimento para que em 2030 tenhamos um preço de energia competitivo com outras fontes de energia de baixo carbono”, explica Zancan. Além da ABCM, o Brasil tem representantes da Eletrobrás, Petrobras, BNDES, entre outras entidades participando do congresso.

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Carvão Mineral representado no Congresso Mundial de Energia

17/10/2013

Lucas Jorge / Assessoria Siecesc / ABCM

Ocorre durante esta semana o Congresso Mundial de Energia. O evento, organizado pelo Conselho Mundial Energia (WEC), na Coréia do Sul, tem como um dos temas debatidos o Carvão Mineral. O Brasil participa das discussões com o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan. O congresso é o maior evento sobre energia do mundo, com mais de cinco mil participantes. O carvão participa do Comitê de Fossil Fuels Systems (Sistemas de Combustíveis Fósseis) do WEC desde 1995 e já realizou vários eventos internacionais com o apoio do WEC.

O congresso teve início nesta segunda-feira (14) e foi aberto com um pedido do WEC, organização não governamental que tem cerca de 90 anos de existência, para que haja uma visão pragmática sobre o mundo da energia. “Mesmo que as energias renováveis cresçam muito, o mundo terá uma demanda enorme para o uso dos combustíveis fósseis. O uso do carvão continuará e deverá passar o petróleo em 2018”, afirma o presidente da ABCM, Fernando Luiz Zancan.

O carvão foi o combustíveis fóssil que mais cresceu em 2012, aproximadamente 170 milhões de toneladas a mais de demanda. Na China, que hoje gera cerca de 5000 TWh (Terawatts hora) de energia elétrica, dez vezes mais que o Brasil, no ano de 2012 adicionou um Brasil só de usinas de carvão. O consumo continuará e cerca de 46% do incremento de energia elétrica até 2020 será de carvão. 

“Fica claro que o carvão continuará sendo fundamental na matriz energética mundial e para reduzir as emissões de carbono a Captura e Armazenamento do Carbono (CCS), é fundamental que seja apoiado no seu desenvolvimento para que em 2030 tenhamos um preço de energia competitivo com outras fontes de energia de baixo carbono”, explica Zancan. Além da ABCM, o Brasil tem representantes da Eletrobrás, Petrobras, BNDES, entre outras entidades participando do congresso.

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