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A convite da Câmara dos Deputados, o deputado Valdeci Oliveira (PT), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Carvão Mineral, participou, em Brasília, de uma audiência pública sobre a matriz energética nacional. Promovida pela Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa do Carvão, a atividade reuniu especialistas nacionais no tema, como o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, o diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, e o secretário adjunto da Secretaria de Geologia do Ministério de Minas e Energia, Telton Corrêa, na última quarta (9).

Na abertura da audiência, o coordenador da Frente do Carvão no Congresso, deputado Afonso Hamm (PP), demonstrou otimismo para o resultado do leilão de energia A-5, que será realizado no próximo dia 13 de dezembro e que poderá viabilizar projetos de usinas termelétricas à base de carvão no Estado e em Santa Catarina. “Estamos muito confiantes que esse leilão não será deserto como o anterior, o qual serviu mais de parâmetro para o setor. Precisamos muito fortalecer o carvão. Cada 600 megawatts de energia gerados através do carvão representa a criação de três mil empregos”, afirmou.

O diretor do ONS, Hermes Chipp, salientou a importância do investimento em todas as matrizes energéticas. “Há espaço para todos os tipos de fontes. O consumo cresce em média 4% ao ano no Brasil. Devido as restrições ambientais, a construção de reservatórios está limitada. É preciso compensar isto com geração térmica”, apontou.

O impacto ambiental da cadeia do carvão também foi abordado na audiência. “O Brasil possui uma das matrizes energética mais limpas do mundo. A ampliação da produção de carvão mesmo que seja elevada consideravelmente não mudará este quadro”, afirmou Chipp. A mesma posição foi defendida pelo presidente da ABCM, Fernando Zancan. “O Brasil não perderá a condição de líder mundial em energia renovável com um melhor e maior aproveitamento das reservas que possui”, destacou. Zancan também enumerou iniciativas para mudar o quadro atual de baixo aproveitamento do carvão, que responde apenas por 1,4% da matriz energética nacional. “Temos de investir muito mais em pesquisa, estruturar uma política industrial para a cadeia e criar a cultura do carvão no Brasil”, reivindicou.

Para o deputado Valdeci, a audiência mostrou que o trabalho e a mobilização desempenhada pela Frente do Carvão têm respaldo nacional. “A questão do carvão deixou de ser uma pauta do Rio Grande e de Santa Catarina. É uma demanda do Brasil. O país todo depende dessa ampliação. Os países desenvolvidos têm, no carvão, quase 50% da sua matriz energética contra 1,4 % aqui. O leilão do dia 13 de dezembro pode representar um passo importante para a mudança”, afirmou.

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A convite da Câmara dos Deputados, o deputado Valdeci Oliveira (PT), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Carvão Mineral, participou, em Brasília, de uma audiência pública sobre a matriz energética nacional. Promovida pela Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa do Carvão, a atividade reuniu especialistas nacionais no tema, como o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, o diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, e o secretário adjunto da Secretaria de Geologia do Ministério de Minas e Energia, Telton Corrêa, na última quarta (9).

Na abertura da audiência, o coordenador da Frente do Carvão no Congresso, deputado Afonso Hamm (PP), demonstrou otimismo para o resultado do leilão de energia A-5, que será realizado no próximo dia 13 de dezembro e que poderá viabilizar projetos de usinas termelétricas à base de carvão no Estado e em Santa Catarina. “Estamos muito confiantes que esse leilão não será deserto como o anterior, o qual serviu mais de parâmetro para o setor. Precisamos muito fortalecer o carvão. Cada 600 megawatts de energia gerados através do carvão representa a criação de três mil empregos”, afirmou.

O diretor do ONS, Hermes Chipp, salientou a importância do investimento em todas as matrizes energéticas. “Há espaço para todos os tipos de fontes. O consumo cresce em média 4% ao ano no Brasil. Devido as restrições ambientais, a construção de reservatórios está limitada. É preciso compensar isto com geração térmica”, apontou.

O impacto ambiental da cadeia do carvão também foi abordado na audiência. “O Brasil possui uma das matrizes energética mais limpas do mundo. A ampliação da produção de carvão mesmo que seja elevada consideravelmente não mudará este quadro”, afirmou Chipp. A mesma posição foi defendida pelo presidente da ABCM, Fernando Zancan. “O Brasil não perderá a condição de líder mundial em energia renovável com um melhor e maior aproveitamento das reservas que possui”, destacou. Zancan também enumerou iniciativas para mudar o quadro atual de baixo aproveitamento do carvão, que responde apenas por 1,4% da matriz energética nacional. “Temos de investir muito mais em pesquisa, estruturar uma política industrial para a cadeia e criar a cultura do carvão no Brasil”, reivindicou.

Para o deputado Valdeci, a audiência mostrou que o trabalho e a mobilização desempenhada pela Frente do Carvão têm respaldo nacional. “A questão do carvão deixou de ser uma pauta do Rio Grande e de Santa Catarina. É uma demanda do Brasil. O país todo depende dessa ampliação. Os países desenvolvidos têm, no carvão, quase 50% da sua matriz energética contra 1,4 % aqui. O leilão do dia 13 de dezembro pode representar um passo importante para a mudança”, afirmou.

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Valdeci discute matriz energética nacional em Brasília

17/10/2013

A convite da Câmara dos Deputados, o deputado Valdeci Oliveira (PT), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Carvão Mineral, participou, em Brasília, de uma audiência pública sobre a matriz energética nacional. Promovida pela Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa do Carvão, a atividade reuniu especialistas nacionais no tema, como o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, o diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, e o secretário adjunto da Secretaria de Geologia do Ministério de Minas e Energia, Telton Corrêa, na última quarta (9).

Na abertura da audiência, o coordenador da Frente do Carvão no Congresso, deputado Afonso Hamm (PP), demonstrou otimismo para o resultado do leilão de energia A-5, que será realizado no próximo dia 13 de dezembro e que poderá viabilizar projetos de usinas termelétricas à base de carvão no Estado e em Santa Catarina. “Estamos muito confiantes que esse leilão não será deserto como o anterior, o qual serviu mais de parâmetro para o setor. Precisamos muito fortalecer o carvão. Cada 600 megawatts de energia gerados através do carvão representa a criação de três mil empregos”, afirmou.

O diretor do ONS, Hermes Chipp, salientou a importância do investimento em todas as matrizes energéticas. “Há espaço para todos os tipos de fontes. O consumo cresce em média 4% ao ano no Brasil. Devido as restrições ambientais, a construção de reservatórios está limitada. É preciso compensar isto com geração térmica”, apontou.

O impacto ambiental da cadeia do carvão também foi abordado na audiência. “O Brasil possui uma das matrizes energética mais limpas do mundo. A ampliação da produção de carvão mesmo que seja elevada consideravelmente não mudará este quadro”, afirmou Chipp. A mesma posição foi defendida pelo presidente da ABCM, Fernando Zancan. “O Brasil não perderá a condição de líder mundial em energia renovável com um melhor e maior aproveitamento das reservas que possui”, destacou. Zancan também enumerou iniciativas para mudar o quadro atual de baixo aproveitamento do carvão, que responde apenas por 1,4% da matriz energética nacional. “Temos de investir muito mais em pesquisa, estruturar uma política industrial para a cadeia e criar a cultura do carvão no Brasil”, reivindicou.

Para o deputado Valdeci, a audiência mostrou que o trabalho e a mobilização desempenhada pela Frente do Carvão têm respaldo nacional. “A questão do carvão deixou de ser uma pauta do Rio Grande e de Santa Catarina. É uma demanda do Brasil. O país todo depende dessa ampliação. Os países desenvolvidos têm, no carvão, quase 50% da sua matriz energética contra 1,4 % aqui. O leilão do dia 13 de dezembro pode representar um passo importante para a mudança”, afirmou.

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