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Projeções de analistas indicam que Moatize, em Moçambique, um dos projeto prioritários da Vale, poderá ter receita média de US$ 145 por tonelada. A conta considera um mix de 80% de carvão metalúrgico, na faixa de US$ 160 por tonelada, e de 20% de carvão térmico, da ordem de US$ 90 por tonelada.

Um analista, que preferiu não se identificar, estimou que o "custo caixa" de Moatize poderá ficar em US$ 85 por tonelada já considerando o carvão posto no navio no terminal marítimo de Nacala, em Moçambique, na costa leste da África. "Os números mostram que Moatize pode ter uma margem Ebitda de 40%", disse o analista. Ele considerou bom a percentagem levando-se em conta que Moatize é um projeto "simples", com mina a céu aberto, e integrado num projeto logístico de transporte via ferrovia.

A Vale confirmou a visão do mercado: "Moatize será a maior mina de carvão metalúrgico integrada do mundo e, quando atingir a sua capacidade plena, terá potencial de ser uma das minas com menor custo." A mineradora brasileira tem estado a trabalhar na expansão de Moatize, projeto que vai consumir investimentos totais de US$ 6,5 bilhões, incluindo a infra-estrutura logística para escoamento da commodity. A previsão é de que a expansão de Moatize, na província de Tete, esteja concluída no segundo semestre de 2015, quando Moatize II dará a arrancada com produção nominal estimada em 11 milhões de toneladas por ano, na sua maioria composta de carvão metalúrgico. A expansão inclui a construção de nova mina. Quando entrar em operação, Moatize terá capacidade total, considerando Moatize I e II, de 22 milhões de toneladas por ano. Moatize ainda opera, porém, bem abaixo da capacidade instalada de 11 milhões de toneladas. Em 2012, ela produziu 3,7 milhões de toneladas, entre carvão metalúrgico e térmico.

O investimento previsto para este ano na mina é de US$ 344 milhões de um total de US$ 2 bilhões, segundo informações da empresa do segundo trimestre. Até o fim de junho foram investidos US$ 600 milhões. Além da mina, estão previstos investimentos de US$ 4,4 bilhões, sendo US$ 1 bilhão aplicado neste ano na construção do Corredor de Nacala, infraestrutura de porto e ferrovia que vai conectar Moatize ao terminal marítimo de Nacala-à-Velha, em Nacala. Até junho foram aplicados US$ 701 milhões no Corredor Nacala.

Especialistas mostram-se otimista com o projeto de Moatize mesmo com as dificuldades pelas quais passa a indústria de carvão em função dos preços de mercado. Hoje boa parte dos produtores australianos de carvão metalúrgico está a perder dinheiro, dizem fontes. O preço do carvão metalúrgico, tendo a Austrália como referência, situa-se na faixa de US$ 152 por tonelada. Mas pode haver capacidade de recuperação nos preços considerando, inclusive, a possibilidade de fecho de alguma capacidade de produção.

Fonte: ESQUENTO – 02.10.2013

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Projeções de analistas indicam que Moatize, em Moçambique, um dos projeto prioritários da Vale, poderá ter receita média de US$ 145 por tonelada. A conta considera um mix de 80% de carvão metalúrgico, na faixa de US$ 160 por tonelada, e de 20% de carvão térmico, da ordem de US$ 90 por tonelada.

Um analista, que preferiu não se identificar, estimou que o "custo caixa" de Moatize poderá ficar em US$ 85 por tonelada já considerando o carvão posto no navio no terminal marítimo de Nacala, em Moçambique, na costa leste da África. "Os números mostram que Moatize pode ter uma margem Ebitda de 40%", disse o analista. Ele considerou bom a percentagem levando-se em conta que Moatize é um projeto "simples", com mina a céu aberto, e integrado num projeto logístico de transporte via ferrovia.

A Vale confirmou a visão do mercado: "Moatize será a maior mina de carvão metalúrgico integrada do mundo e, quando atingir a sua capacidade plena, terá potencial de ser uma das minas com menor custo." A mineradora brasileira tem estado a trabalhar na expansão de Moatize, projeto que vai consumir investimentos totais de US$ 6,5 bilhões, incluindo a infra-estrutura logística para escoamento da commodity. A previsão é de que a expansão de Moatize, na província de Tete, esteja concluída no segundo semestre de 2015, quando Moatize II dará a arrancada com produção nominal estimada em 11 milhões de toneladas por ano, na sua maioria composta de carvão metalúrgico. A expansão inclui a construção de nova mina. Quando entrar em operação, Moatize terá capacidade total, considerando Moatize I e II, de 22 milhões de toneladas por ano. Moatize ainda opera, porém, bem abaixo da capacidade instalada de 11 milhões de toneladas. Em 2012, ela produziu 3,7 milhões de toneladas, entre carvão metalúrgico e térmico.

O investimento previsto para este ano na mina é de US$ 344 milhões de um total de US$ 2 bilhões, segundo informações da empresa do segundo trimestre. Até o fim de junho foram investidos US$ 600 milhões. Além da mina, estão previstos investimentos de US$ 4,4 bilhões, sendo US$ 1 bilhão aplicado neste ano na construção do Corredor de Nacala, infraestrutura de porto e ferrovia que vai conectar Moatize ao terminal marítimo de Nacala-à-Velha, em Nacala. Até junho foram aplicados US$ 701 milhões no Corredor Nacala.

Especialistas mostram-se otimista com o projeto de Moatize mesmo com as dificuldades pelas quais passa a indústria de carvão em função dos preços de mercado. Hoje boa parte dos produtores australianos de carvão metalúrgico está a perder dinheiro, dizem fontes. O preço do carvão metalúrgico, tendo a Austrália como referência, situa-se na faixa de US$ 152 por tonelada. Mas pode haver capacidade de recuperação nos preços considerando, inclusive, a possibilidade de fecho de alguma capacidade de produção.

Fonte: ESQUENTO – 02.10.2013

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A Vale avança para ter um dos projetos de produção de carvão de mais baixo custo

02/10/2013

Projeções de analistas indicam que Moatize, em Moçambique, um dos projeto prioritários da Vale, poderá ter receita média de US$ 145 por tonelada. A conta considera um mix de 80% de carvão metalúrgico, na faixa de US$ 160 por tonelada, e de 20% de carvão térmico, da ordem de US$ 90 por tonelada.

Um analista, que preferiu não se identificar, estimou que o "custo caixa" de Moatize poderá ficar em US$ 85 por tonelada já considerando o carvão posto no navio no terminal marítimo de Nacala, em Moçambique, na costa leste da África. "Os números mostram que Moatize pode ter uma margem Ebitda de 40%", disse o analista. Ele considerou bom a percentagem levando-se em conta que Moatize é um projeto "simples", com mina a céu aberto, e integrado num projeto logístico de transporte via ferrovia.

A Vale confirmou a visão do mercado: "Moatize será a maior mina de carvão metalúrgico integrada do mundo e, quando atingir a sua capacidade plena, terá potencial de ser uma das minas com menor custo." A mineradora brasileira tem estado a trabalhar na expansão de Moatize, projeto que vai consumir investimentos totais de US$ 6,5 bilhões, incluindo a infra-estrutura logística para escoamento da commodity. A previsão é de que a expansão de Moatize, na província de Tete, esteja concluída no segundo semestre de 2015, quando Moatize II dará a arrancada com produção nominal estimada em 11 milhões de toneladas por ano, na sua maioria composta de carvão metalúrgico. A expansão inclui a construção de nova mina. Quando entrar em operação, Moatize terá capacidade total, considerando Moatize I e II, de 22 milhões de toneladas por ano. Moatize ainda opera, porém, bem abaixo da capacidade instalada de 11 milhões de toneladas. Em 2012, ela produziu 3,7 milhões de toneladas, entre carvão metalúrgico e térmico.

O investimento previsto para este ano na mina é de US$ 344 milhões de um total de US$ 2 bilhões, segundo informações da empresa do segundo trimestre. Até o fim de junho foram investidos US$ 600 milhões. Além da mina, estão previstos investimentos de US$ 4,4 bilhões, sendo US$ 1 bilhão aplicado neste ano na construção do Corredor de Nacala, infraestrutura de porto e ferrovia que vai conectar Moatize ao terminal marítimo de Nacala-à-Velha, em Nacala. Até junho foram aplicados US$ 701 milhões no Corredor Nacala.

Especialistas mostram-se otimista com o projeto de Moatize mesmo com as dificuldades pelas quais passa a indústria de carvão em função dos preços de mercado. Hoje boa parte dos produtores australianos de carvão metalúrgico está a perder dinheiro, dizem fontes. O preço do carvão metalúrgico, tendo a Austrália como referência, situa-se na faixa de US$ 152 por tonelada. Mas pode haver capacidade de recuperação nos preços considerando, inclusive, a possibilidade de fecho de alguma capacidade de produção.

Fonte: ESQUENTO – 02.10.2013

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