Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 200
    [i_conteudo] => 200
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2013-10-09
    [dt_conteudo] => 2013-10-09
    [4] => Comissão debate participação do carvão mineral na matriz energética do Brasil
    [titulo] => Comissão debate participação do carvão mineral na matriz energética do Brasil
    [5] => 
    [autor] => 
    [6] => A participação do carvão mineral na matriz energética brasileira é o tema da audiência pública que a Comissão de Minas e Energia realizará na quarta-feira (9), às 11 horas.
    [resumo] => A participação do carvão mineral na matriz energética brasileira é o tema da audiência pública que a Comissão de Minas e Energia realizará na quarta-feira (9), às 11 horas.
    [7] => 

A participação do carvão mineral na matriz energética brasileira é o tema da audiência pública que a Comissão de Minas e Energia realizará na quarta-feira (9), às 11 horas.

Os deputados Eduardo da Fonte (PP-PE) e Ronaldo Benedet (PMDB-SC), que solicitaram o debate, ressaltam que as usinas termelétricas – que utilizam gás natural, óleo combustível e diesel, e carvão mineral – deverão aumentar sua participação na matriz energética do País nos próximos anos, devido ao crescimento da demanda de energia elétrica e a restrição da construção de novas hidrelétricas apenas a usinas a fio d’água.

Nesse contexto, a utilização de carvão mineral nas termelétricas, por ter vantagens como custo mais baixo em relação a gás, óleo e diesel, é essencial para a expansão, na avaliação dos parlamentares. Eles ressaltam ainda que essa expansão é urgente, para garantir a segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Para os dois deputados, essa situação impõe a revisão de alguns aspectos da política energética do Brasil, e a maior participação das termelétricas na oferta de energia torna seus custos de geração mais relevantes para a modicidade das tarifas. “A política energética deve incluir, portanto, entre seus objetivos, a redução do diferencial entre o custo de geração dessas usinas e o das usinas hidrelétricas, de modo a minorar o impacto nas tarifas de energia da mudança prevista dos pesos relativos dessas duas fontes de energia na oferta do setor”, acreditam.

Convidados
Foram chamados para o debate:

  • o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann;
  • o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Jorge Chipp;
  • o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Donizete Rufino;
  • o presidente da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine), Luiz Fernando Leone Vianna;
  • o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim;
  • o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan;
  • o presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado Afonso Hamm (PP-RS); e
  • o consultor Eduardo Augusto de Almeida Guimarães.

A audiência será realizada no Plenário 14.

Fonte: Câmara - 07/10/2013

[conteudo] =>

A participação do carvão mineral na matriz energética brasileira é o tema da audiência pública que a Comissão de Minas e Energia realizará na quarta-feira (9), às 11 horas.

Os deputados Eduardo da Fonte (PP-PE) e Ronaldo Benedet (PMDB-SC), que solicitaram o debate, ressaltam que as usinas termelétricas – que utilizam gás natural, óleo combustível e diesel, e carvão mineral – deverão aumentar sua participação na matriz energética do País nos próximos anos, devido ao crescimento da demanda de energia elétrica e a restrição da construção de novas hidrelétricas apenas a usinas a fio d’água.

Nesse contexto, a utilização de carvão mineral nas termelétricas, por ter vantagens como custo mais baixo em relação a gás, óleo e diesel, é essencial para a expansão, na avaliação dos parlamentares. Eles ressaltam ainda que essa expansão é urgente, para garantir a segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Para os dois deputados, essa situação impõe a revisão de alguns aspectos da política energética do Brasil, e a maior participação das termelétricas na oferta de energia torna seus custos de geração mais relevantes para a modicidade das tarifas. “A política energética deve incluir, portanto, entre seus objetivos, a redução do diferencial entre o custo de geração dessas usinas e o das usinas hidrelétricas, de modo a minorar o impacto nas tarifas de energia da mudança prevista dos pesos relativos dessas duas fontes de energia na oferta do setor”, acreditam.

Convidados
Foram chamados para o debate:

  • o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann;
  • o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Jorge Chipp;
  • o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Donizete Rufino;
  • o presidente da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine), Luiz Fernando Leone Vianna;
  • o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim;
  • o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan;
  • o presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado Afonso Hamm (PP-RS); e
  • o consultor Eduardo Augusto de Almeida Guimarães.

A audiência será realizada no Plenário 14.

Fonte: Câmara - 07/10/2013

[8] => [palavra_chave] => [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2013-10-09 11:18:38 [dt_sistema] => 2013-10-09 11:18:38 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

Comissão debate participação do carvão mineral na matriz energética do Brasil

09/10/2013

A participação do carvão mineral na matriz energética brasileira é o tema da audiência pública que a Comissão de Minas e Energia realizará na quarta-feira (9), às 11 horas.

Os deputados Eduardo da Fonte (PP-PE) e Ronaldo Benedet (PMDB-SC), que solicitaram o debate, ressaltam que as usinas termelétricas – que utilizam gás natural, óleo combustível e diesel, e carvão mineral – deverão aumentar sua participação na matriz energética do País nos próximos anos, devido ao crescimento da demanda de energia elétrica e a restrição da construção de novas hidrelétricas apenas a usinas a fio d’água.

Nesse contexto, a utilização de carvão mineral nas termelétricas, por ter vantagens como custo mais baixo em relação a gás, óleo e diesel, é essencial para a expansão, na avaliação dos parlamentares. Eles ressaltam ainda que essa expansão é urgente, para garantir a segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Para os dois deputados, essa situação impõe a revisão de alguns aspectos da política energética do Brasil, e a maior participação das termelétricas na oferta de energia torna seus custos de geração mais relevantes para a modicidade das tarifas. “A política energética deve incluir, portanto, entre seus objetivos, a redução do diferencial entre o custo de geração dessas usinas e o das usinas hidrelétricas, de modo a minorar o impacto nas tarifas de energia da mudança prevista dos pesos relativos dessas duas fontes de energia na oferta do setor”, acreditam.

Convidados
Foram chamados para o debate:

  • o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann;
  • o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Jorge Chipp;
  • o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Donizete Rufino;
  • o presidente da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine), Luiz Fernando Leone Vianna;
  • o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim;
  • o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan;
  • o presidente da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado Afonso Hamm (PP-RS); e
  • o consultor Eduardo Augusto de Almeida Guimarães.

A audiência será realizada no Plenário 14.

Fonte: Câmara - 07/10/2013

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351