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Nesta semana, uma comitiva foi a Brasília para discutir algumas reivindicações para o carvão mineral. Duas reuniões foram realizadas no Ministério de Minas e Energia (MME). A primeira contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Edson Lobão. Um agradecimento foi feito ao ministério, pelo apoio que vem dando ao setor carbonífero.

“Foi informado o porquê de não haver a participação de investidores em usinas térmicas no leilão de agosto e solicitado que imediatamente houvesse uma discussão com o MME  sobre o que é necessário para viabilizar esta participação para o próximo leilão”, explica o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan.

O ministro atendeu ao pedido e, nesta quarta-feira (2/10), uma discussão sobre o leilão “A-5”, que será realizado em dezembro, foi feita. Até o fim da semana uma portaria deverá ser publicada no Diário Oficial com algumas alterações no processo para o leilão do fim do ano.

“Saímos das reuniões com um sentimento positivo. Essa discussão mostrou que o governo está interessado em ter o carvão no leilão. A portaria já deve ter algumas mudanças em relação ao que pleiteamos, em relação às questões técnicas. Vamos esperar durante o mês como vai evoluir, mas até esta sexta-feira (4/10) já teremos alguma mudança”, afirma Zancan.

A comitiva que foi a Brasília para discutir o carvão mineral era composta pelos senadores Paulo Bauer (PSDB/SC), Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC) e Ana Amélia (PP/RS); os deputados Afonso  Hamm (PP/RS), Ronaldo Zulke (PT/RS), Edinho Bez (PMDB/SC) e Ronaldo Benedet (PMDB/SC); o senhor Otmar Müller (representando o Comitê de Energia da Fiesc), o senhor Carlos Faria (representando o Comitê de Energia da Fiergs), representantes da Copelmi e da Eneva (antiga MPX), Luiz Carlos Folador (prefeito de Candiota), o secretário executivo do MME, Márcio Zimmermann, e o secretário de Geologia e Minas, Carlos Nogueira.

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Nesta semana, uma comitiva foi a Brasília para discutir algumas reivindicações para o carvão mineral. Duas reuniões foram realizadas no Ministério de Minas e Energia (MME). A primeira contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Edson Lobão. Um agradecimento foi feito ao ministério, pelo apoio que vem dando ao setor carbonífero.

“Foi informado o porquê de não haver a participação de investidores em usinas térmicas no leilão de agosto e solicitado que imediatamente houvesse uma discussão com o MME  sobre o que é necessário para viabilizar esta participação para o próximo leilão”, explica o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan.

O ministro atendeu ao pedido e, nesta quarta-feira (2/10), uma discussão sobre o leilão “A-5”, que será realizado em dezembro, foi feita. Até o fim da semana uma portaria deverá ser publicada no Diário Oficial com algumas alterações no processo para o leilão do fim do ano.

“Saímos das reuniões com um sentimento positivo. Essa discussão mostrou que o governo está interessado em ter o carvão no leilão. A portaria já deve ter algumas mudanças em relação ao que pleiteamos, em relação às questões técnicas. Vamos esperar durante o mês como vai evoluir, mas até esta sexta-feira (4/10) já teremos alguma mudança”, afirma Zancan.

A comitiva que foi a Brasília para discutir o carvão mineral era composta pelos senadores Paulo Bauer (PSDB/SC), Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC) e Ana Amélia (PP/RS); os deputados Afonso  Hamm (PP/RS), Ronaldo Zulke (PT/RS), Edinho Bez (PMDB/SC) e Ronaldo Benedet (PMDB/SC); o senhor Otmar Müller (representando o Comitê de Energia da Fiesc), o senhor Carlos Faria (representando o Comitê de Energia da Fiergs), representantes da Copelmi e da Eneva (antiga MPX), Luiz Carlos Folador (prefeito de Candiota), o secretário executivo do MME, Márcio Zimmermann, e o secretário de Geologia e Minas, Carlos Nogueira.

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Comitiva do carvão sai com sentimento positivo de Brasília

03/10/2013

Lucas Jorge / Assessor de Imprensa Siecesc

Nesta semana, uma comitiva foi a Brasília para discutir algumas reivindicações para o carvão mineral. Duas reuniões foram realizadas no Ministério de Minas e Energia (MME). A primeira contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Edson Lobão. Um agradecimento foi feito ao ministério, pelo apoio que vem dando ao setor carbonífero.

“Foi informado o porquê de não haver a participação de investidores em usinas térmicas no leilão de agosto e solicitado que imediatamente houvesse uma discussão com o MME  sobre o que é necessário para viabilizar esta participação para o próximo leilão”, explica o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan.

O ministro atendeu ao pedido e, nesta quarta-feira (2/10), uma discussão sobre o leilão “A-5”, que será realizado em dezembro, foi feita. Até o fim da semana uma portaria deverá ser publicada no Diário Oficial com algumas alterações no processo para o leilão do fim do ano.

“Saímos das reuniões com um sentimento positivo. Essa discussão mostrou que o governo está interessado em ter o carvão no leilão. A portaria já deve ter algumas mudanças em relação ao que pleiteamos, em relação às questões técnicas. Vamos esperar durante o mês como vai evoluir, mas até esta sexta-feira (4/10) já teremos alguma mudança”, afirma Zancan.

A comitiva que foi a Brasília para discutir o carvão mineral era composta pelos senadores Paulo Bauer (PSDB/SC), Luiz Henrique da Silveira (PMDB/SC) e Ana Amélia (PP/RS); os deputados Afonso  Hamm (PP/RS), Ronaldo Zulke (PT/RS), Edinho Bez (PMDB/SC) e Ronaldo Benedet (PMDB/SC); o senhor Otmar Müller (representando o Comitê de Energia da Fiesc), o senhor Carlos Faria (representando o Comitê de Energia da Fiergs), representantes da Copelmi e da Eneva (antiga MPX), Luiz Carlos Folador (prefeito de Candiota), o secretário executivo do MME, Márcio Zimmermann, e o secretário de Geologia e Minas, Carlos Nogueira.

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