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O plano de ação do Conselho de Estado, o gabinete de governo chinês, também pretende, até 2017, ter reduzido a participação do carvão na geração da energia primária total no país para abaixo de 65% e aumentar a participação da energia nuclear, de gás natural e de energias renováveis. De acordo com estatísticas do governo chinês, o consumo de carvão foi responsável por suprir 68,4% do consumo total de energia em 2011.

Novas usinas a carvão serão proibidas na região em torno de Pequim, na região do delta do Yangtzé, nas proximidades de Xangai e na região da província de Guangdong no delta do Rio Pérola, disse o Conselho de Estado.

Martin Adams, editor de energia na Economist Intelligence Unit em Hong Kong, disse que já era esperado que até 2017 a parte do consumo de energia oriunda do carvão na China viesse a cair abaixo de 65% e que as empresas de eletricidade já haviam percebido que autorizações para usinas a carvão não estavam sendo concedidas.

Adams observou ainda que embora o carvão vá responder por uma proporção menor da produção total de energia, a quantidade absoluta de carvão queimado continuará a aumentar.

"Essa decisão provavelmente é menos importante do que parece", afirmou Adams sobre o novo plano de ação do carvão.

"Sem dúvida, uma declaração formal deixa explícito que o governo está encarando seriamente o problema, pelo menos diminuindo a taxa à qual o consumo de carvão está crescendo e focando o uso mais intenso de energias renováveis, de mais gás natural e mais energia nuclear", disse ele. "Acho que talvez igualmente importante, se não mais importante, é a sinalização que as medidas passam às pessoas, no sentido de que 'estamos tentando controlar os níveis de poluição na costa leste da China'".

O governo está sob crescente pressão da crescente classe média no sentido de eliminar a poluição do ar no país, grande parte da qual deriva da queima de carvão.

O Conselho de Estado disse que a situação da poluição do ar no país é "grave" e está "prejudicando a saúde das pessoas, afetando a harmonia e estabilidade sociais".

O plano de ação defende que a densidade de partículas em suspensão - um indicador da poluição do ar em Pequim -caia, até 2017, 25% em relação aos níveis em 2012, e em pelo menos 10% nas cidades, em nível nacional.

O objetivo é ampliar a participação da energia obtida a partir de combustíveis não fósseis, como energia solar e eólica, para 13% até 2017. Essa participação foi de 9,1% no ano passado.

O grupo ambientalista Greenpeace acolheu o plano com elogios, dizendo que isso criará um precedente importante que deve ser estendido a toda a China e deveria ser seguido por outros grandes países.

"A liderança política chinesa definiu um cronograma ambicioso para solucionar a crise da poluição atmosférica na China, respondendo às cobranças do público chinês, especialmente nas cidades extremamente poluídas nos arredores de Pequim", disse Li Yan, gerente de campanhas envolvendo clima e energia no Greenpeace Leste Asiático, em comunicado.

"As metas só podem ser cumprida enfrentando o crescimento do consumo de carvão na China, e o plano formula passos muito importantes nesse sentido", disse ela.

Fonte: http://solos.com.br/node/805#.Ujrg88akonh

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O plano de ação do Conselho de Estado, o gabinete de governo chinês, também pretende, até 2017, ter reduzido a participação do carvão na geração da energia primária total no país para abaixo de 65% e aumentar a participação da energia nuclear, de gás natural e de energias renováveis. De acordo com estatísticas do governo chinês, o consumo de carvão foi responsável por suprir 68,4% do consumo total de energia em 2011.

Novas usinas a carvão serão proibidas na região em torno de Pequim, na região do delta do Yangtzé, nas proximidades de Xangai e na região da província de Guangdong no delta do Rio Pérola, disse o Conselho de Estado.

Martin Adams, editor de energia na Economist Intelligence Unit em Hong Kong, disse que já era esperado que até 2017 a parte do consumo de energia oriunda do carvão na China viesse a cair abaixo de 65% e que as empresas de eletricidade já haviam percebido que autorizações para usinas a carvão não estavam sendo concedidas.

Adams observou ainda que embora o carvão vá responder por uma proporção menor da produção total de energia, a quantidade absoluta de carvão queimado continuará a aumentar.

"Essa decisão provavelmente é menos importante do que parece", afirmou Adams sobre o novo plano de ação do carvão.

"Sem dúvida, uma declaração formal deixa explícito que o governo está encarando seriamente o problema, pelo menos diminuindo a taxa à qual o consumo de carvão está crescendo e focando o uso mais intenso de energias renováveis, de mais gás natural e mais energia nuclear", disse ele. "Acho que talvez igualmente importante, se não mais importante, é a sinalização que as medidas passam às pessoas, no sentido de que 'estamos tentando controlar os níveis de poluição na costa leste da China'".

O governo está sob crescente pressão da crescente classe média no sentido de eliminar a poluição do ar no país, grande parte da qual deriva da queima de carvão.

O Conselho de Estado disse que a situação da poluição do ar no país é "grave" e está "prejudicando a saúde das pessoas, afetando a harmonia e estabilidade sociais".

O plano de ação defende que a densidade de partículas em suspensão - um indicador da poluição do ar em Pequim -caia, até 2017, 25% em relação aos níveis em 2012, e em pelo menos 10% nas cidades, em nível nacional.

O objetivo é ampliar a participação da energia obtida a partir de combustíveis não fósseis, como energia solar e eólica, para 13% até 2017. Essa participação foi de 9,1% no ano passado.

O grupo ambientalista Greenpeace acolheu o plano com elogios, dizendo que isso criará um precedente importante que deve ser estendido a toda a China e deveria ser seguido por outros grandes países.

"A liderança política chinesa definiu um cronograma ambicioso para solucionar a crise da poluição atmosférica na China, respondendo às cobranças do público chinês, especialmente nas cidades extremamente poluídas nos arredores de Pequim", disse Li Yan, gerente de campanhas envolvendo clima e energia no Greenpeace Leste Asiático, em comunicado.

"As metas só podem ser cumprida enfrentando o crescimento do consumo de carvão na China, e o plano formula passos muito importantes nesse sentido", disse ela.

Fonte: http://solos.com.br/node/805#.Ujrg88akonh

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China tenta conter poluição, mas uso de carvão só cresce

19/09/2013

Solos

O plano de ação do Conselho de Estado, o gabinete de governo chinês, também pretende, até 2017, ter reduzido a participação do carvão na geração da energia primária total no país para abaixo de 65% e aumentar a participação da energia nuclear, de gás natural e de energias renováveis. De acordo com estatísticas do governo chinês, o consumo de carvão foi responsável por suprir 68,4% do consumo total de energia em 2011.

Novas usinas a carvão serão proibidas na região em torno de Pequim, na região do delta do Yangtzé, nas proximidades de Xangai e na região da província de Guangdong no delta do Rio Pérola, disse o Conselho de Estado.

Martin Adams, editor de energia na Economist Intelligence Unit em Hong Kong, disse que já era esperado que até 2017 a parte do consumo de energia oriunda do carvão na China viesse a cair abaixo de 65% e que as empresas de eletricidade já haviam percebido que autorizações para usinas a carvão não estavam sendo concedidas.

Adams observou ainda que embora o carvão vá responder por uma proporção menor da produção total de energia, a quantidade absoluta de carvão queimado continuará a aumentar.

"Essa decisão provavelmente é menos importante do que parece", afirmou Adams sobre o novo plano de ação do carvão.

"Sem dúvida, uma declaração formal deixa explícito que o governo está encarando seriamente o problema, pelo menos diminuindo a taxa à qual o consumo de carvão está crescendo e focando o uso mais intenso de energias renováveis, de mais gás natural e mais energia nuclear", disse ele. "Acho que talvez igualmente importante, se não mais importante, é a sinalização que as medidas passam às pessoas, no sentido de que 'estamos tentando controlar os níveis de poluição na costa leste da China'".

O governo está sob crescente pressão da crescente classe média no sentido de eliminar a poluição do ar no país, grande parte da qual deriva da queima de carvão.

O Conselho de Estado disse que a situação da poluição do ar no país é "grave" e está "prejudicando a saúde das pessoas, afetando a harmonia e estabilidade sociais".

O plano de ação defende que a densidade de partículas em suspensão - um indicador da poluição do ar em Pequim -caia, até 2017, 25% em relação aos níveis em 2012, e em pelo menos 10% nas cidades, em nível nacional.

O objetivo é ampliar a participação da energia obtida a partir de combustíveis não fósseis, como energia solar e eólica, para 13% até 2017. Essa participação foi de 9,1% no ano passado.

O grupo ambientalista Greenpeace acolheu o plano com elogios, dizendo que isso criará um precedente importante que deve ser estendido a toda a China e deveria ser seguido por outros grandes países.

"A liderança política chinesa definiu um cronograma ambicioso para solucionar a crise da poluição atmosférica na China, respondendo às cobranças do público chinês, especialmente nas cidades extremamente poluídas nos arredores de Pequim", disse Li Yan, gerente de campanhas envolvendo clima e energia no Greenpeace Leste Asiático, em comunicado.

"As metas só podem ser cumprida enfrentando o crescimento do consumo de carvão na China, e o plano formula passos muito importantes nesse sentido", disse ela.

Fonte: http://solos.com.br/node/805#.Ujrg88akonh

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