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Representantes do Sindicato da Indústria Cerâmica (Sindiceram) e a multinacional GE Power estiveram reunidos por intermédio do Sindicato da Indústria de Extração do Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc) e da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM).

A proposta é que a GE desenvolva uma planta piloto para a geração de gás a partir do carvão mineral. O combustível será usado para aquecer os fornos da indústria cerâmica, que hoje utiliza o gás natural no processo. “É uma nova possibilidade que estamos abrindo. O cenário que vislumbramos no gás natural é de carência, por isso a necessidade de novas opções”, ressaltou o presidente do Sindiceram, Otmar Müller.

Atualmente, as indústrias cerâmicas e de colorifício da região carbonífera consomem cerca de 700 mil metros cúbicos de gás natural por dia. De acordo com Müller, os gastos com energia térmica (gás) e energia elétrica representam 30% dos custos das empresas.

Representantes das principais cerâmicas da região participaram do encontro. O próximo passo é ampliar as conversas. “Atuaremos em conjunto para ver qual a melhor solução que pode ser implementada aqui. A GE tem interesse em produzir essa planta”, explicou o representante da GE, Gustavo Nielsen.

O Siecesc e a Satc, por meio do Parque Tecnológico, estudam há três anos a gasificação do carvão, mas ainda não foi possível fazer uma planta piloto.

“Se for consolidada essa parceria com a GE nossos estudos continuam, até porque é preciso manter as linhas de pesquisa e formar profissionais para atuarem no setor”, ressaltou o diretor executivo da Satc, Fernando Luiz Zancan.

Fonte: http://solos.com.br/node/802#.Ujrehsakonh

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Representantes do Sindicato da Indústria Cerâmica (Sindiceram) e a multinacional GE Power estiveram reunidos por intermédio do Sindicato da Indústria de Extração do Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc) e da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM).

A proposta é que a GE desenvolva uma planta piloto para a geração de gás a partir do carvão mineral. O combustível será usado para aquecer os fornos da indústria cerâmica, que hoje utiliza o gás natural no processo. “É uma nova possibilidade que estamos abrindo. O cenário que vislumbramos no gás natural é de carência, por isso a necessidade de novas opções”, ressaltou o presidente do Sindiceram, Otmar Müller.

Atualmente, as indústrias cerâmicas e de colorifício da região carbonífera consomem cerca de 700 mil metros cúbicos de gás natural por dia. De acordo com Müller, os gastos com energia térmica (gás) e energia elétrica representam 30% dos custos das empresas.

Representantes das principais cerâmicas da região participaram do encontro. O próximo passo é ampliar as conversas. “Atuaremos em conjunto para ver qual a melhor solução que pode ser implementada aqui. A GE tem interesse em produzir essa planta”, explicou o representante da GE, Gustavo Nielsen.

O Siecesc e a Satc, por meio do Parque Tecnológico, estudam há três anos a gasificação do carvão, mas ainda não foi possível fazer uma planta piloto.

“Se for consolidada essa parceria com a GE nossos estudos continuam, até porque é preciso manter as linhas de pesquisa e formar profissionais para atuarem no setor”, ressaltou o diretor executivo da Satc, Fernando Luiz Zancan.

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Entidades discutem geração de gás a partir do carvão

19/09/2013

Solos

Representantes do Sindicato da Indústria Cerâmica (Sindiceram) e a multinacional GE Power estiveram reunidos por intermédio do Sindicato da Indústria de Extração do Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc) e da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM).

A proposta é que a GE desenvolva uma planta piloto para a geração de gás a partir do carvão mineral. O combustível será usado para aquecer os fornos da indústria cerâmica, que hoje utiliza o gás natural no processo. “É uma nova possibilidade que estamos abrindo. O cenário que vislumbramos no gás natural é de carência, por isso a necessidade de novas opções”, ressaltou o presidente do Sindiceram, Otmar Müller.

Atualmente, as indústrias cerâmicas e de colorifício da região carbonífera consomem cerca de 700 mil metros cúbicos de gás natural por dia. De acordo com Müller, os gastos com energia térmica (gás) e energia elétrica representam 30% dos custos das empresas.

Representantes das principais cerâmicas da região participaram do encontro. O próximo passo é ampliar as conversas. “Atuaremos em conjunto para ver qual a melhor solução que pode ser implementada aqui. A GE tem interesse em produzir essa planta”, explicou o representante da GE, Gustavo Nielsen.

O Siecesc e a Satc, por meio do Parque Tecnológico, estudam há três anos a gasificação do carvão, mas ainda não foi possível fazer uma planta piloto.

“Se for consolidada essa parceria com a GE nossos estudos continuam, até porque é preciso manter as linhas de pesquisa e formar profissionais para atuarem no setor”, ressaltou o diretor executivo da Satc, Fernando Luiz Zancan.

Fonte: http://solos.com.br/node/802#.Ujrehsakonh

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